4 de março de 2010

King Kong marciano dá rolê pelo planeta vermelho

Matéria Retirada do site: R7Notícias

Os cientistas da Nasa têm um veículo-robô para analisar a superfície de Marte. Nesta segunda (1º), em vez de acharem novas pistas de água no planeta vermelho, os astrônomos encontraram o semblante de uma estranha criatura caminhando sobre os rochedos: um gorila gigante, fazendo pose de conquistador do lugar.

A foto do King Kong marciano deixou o povo intrigado. O pesquisador britânico Nigel Cooper, 43 anos, que estuda imagens tiradas pela Nasa e postadas na web, afirmou, convicto:

- Trata-se de um bicho estranho, sem dúvida. Estou convencido de que há vida em Marte, afirmou Cooper ao jornal The Sun.

Não é a primeira vez que surge um ser assombroso entre as imagens captadas pela Nasa. Nunca na história desse planeta apareceu um King Kong, macaqueando com desenvoltura.

A Nasa desmentiu o episódio. Teorias da conspiração já circulam pela internet. Uma delas especula que Marte é abriga muito símios. A doutora Zira, do filme Planeta dos Macacos, não quis comentar o caso.

Foto:
The image “http://i2.r7.com/data/files/2C92/94A3/2724/25AA/0127/2518/F05C/0B10/macacomarciano-m-20100303.jpg” cannot be displayed, because it contains errors.
O que seria isso na foto ? Seria um Macaco, muitos dizem ser uma pedra, mas na minha opinião não parece ser uma pedro, analise a imagem e cheguem a sua própria conclusão,.

Vídeo: Luzes são vistas no céu antes do terremoto

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Luzes são vistas no céu antes do terremoto, entrevista com a jornalista Cecília Lagos.



Entrevista: Os mitos e fatos da mudança climática

Video Retirado do Blog: A Conspiração

Entrevista com o climatologista Luiz Carlos Molion realizada no programa Canal Livre.





Continue Vendo a entrevista clicando AQUI

28 de fevereiro de 2010

Investigação do Conselho Nacional de Justiça descobre envolvimento da Maçonaria em esquema de Corrupção

Matéria Retirada do Site: O Libetário


Maçonaria, Mato Grosso, Tribunal de Justiça, corrupção

Presidente do Conselho Federal da OAB afirma que o Tribunal de Justiça do Mato Grosso é "uma filial da maçonaria". Segundo Ophir, a relação entre a Maçonaria e o Tribunal dá margens à corrupção, já que abre suspeitas sobre o tráfico de influências entre os membros da Maçonaria e do Poder Judiciário.


OAB diz que punição de magistrados do Mato Grosso foi "insuficiente".
Para atender aos correntistas, a maioria ligada à maçonaria, os envolvidos "buscaram recursos no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, por meio de pagamentos de créditos aos seus magistrados maçônicos ou não, desde que tivessem desprendimento para emprestá-los à ordem maçônica", diz o relator.
O relatório afirma que o caso de desvios de recursos públicos (cerca de R$ 1,5 milhão) começou em 2003, quando os envolvidos criaram uma cooperativa de crédito vinculada à loja Grande Oriente do Estado de Mato Grosso, da qual o desembargador José Ferreira Leite era grão-mestre.
Entre os afetados pela decisão do CNJ estão os desembargadores Mariano Travassos (atual presidente do TJ), José Ferreira Leite (presidente do TJ e grão-mestre da entidade maçônica na ocasião dos fatos investigados) e José Tadeu Cury (então vice-presidente).



Fraude da Maçonaria descoberta em Mato Grosso
Dez (eu disse dez!!!) Magistrados – três desembargadores e sete juizes) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso são punidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo desvio de quase R$1.5 milhões do Tribunal de Justiça.
A decisão da punição foi tomada por unanimidade, em sessão plenária realizada em Brasília. A pena, contudo, para muitos é vista como um prêmio. Afinal, a aposentadoria compulsória – mesmo sendo a pena máxima aplicável – os isenta de seus trabalhos, mas continuarão recebendo seus salários e todos os benefícios inerentes às posições de magistrados.


CNJ pune magistrados por desvio de recursos para loja maçônica em Mato Grosso
Brasília – Em decisão unânime, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou hoje (22) a aposentadoria compulsória de três desembargadores e sete juízes acusados de desvio de recursos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso em benefício de uma loja maçônica, localizada em Cuiabá. O desvio supera R$ 1 milhão, valor que o Ministério Público tentará recuperar por meio de ações judiciais.


Desembargadores e juizes maçons e ladrões de dinheiro público são demitidos do Tribunal de Justiça do Mato Grosso. Estão comemorando. Vão para casa com aposentatoria de mais de R$ 25 mil.
A Maçonaria no Brasil, cada vez mais se envolve em política partidária. Encontrou várias formas de tirar dinheiro dos cofres públicos. Fazem isso, recebendo imóveis para uso e posterior locação ou quando não doação.
Recebem dinheiro de fundos culturais e sociais para suas atividades filantrópicas e educacionais.
Na Itália a Maçonaria é envolvida com a Máfia. Lá a justiça encontrou, através da famosa “Operação mãos limpas” digitais de operação da máfia com maçons.


Estas são algumas das notícias que informam a presença do dedo da maçonaria em alguns casos de corrupção.
Relembre que o Ex-Governador do Distrito Federal também estava envonvido com ela, com poucas matérias nos jornais.

Vídeo: Nigel Farabe esculhamba o Presidente da UE (membro Bilderberg)

Fontes: fimdostemposnet e A Conspiração

O senador Nigel Farabe fala na cara de Herman Van Rompuy, seus planos de dominação a serviço do Governo Mundial.


25 de fevereiro de 2010

Video: Morte de Sadam Hussein não acaba com o monstro - Israel pode ser igual ou pior

Matéria Retirada do Site: O Libertário

A notícia é da AFP, uma agência de notícias internacional independente.
O fato é que Israel está sendo investigada por usar Fósforo Branco na sua ofensiva em Gaza, porém cabe lembrar que Israel também utilizou de munições com Urânio empobrecido e enriquecido.
Claro que nenhuma guerra é humana. Claro que não.
Ando ouvindo por ai que Israel é uma base militar estadunidense a serviço da NWO.
Uma filial bendizer da Corporação Estados Unidos da América.
Espero que esta não tenha sido a intenção dos "pais fundadores" ao lutarem pela independencia daquele país.

Chega de considerações, vamos aos fatos:

Oficiais israelenses são punidos por usarem fósforo branco na ofensiva em Gaza


JERUSALÉM — Dois oficiais do Exército israelense receberam punições disciplinares por disparos de obus que continha fósforo branco contra um edifício da ONU durante a ofensiva em Gaza há um ano, indicou nesta segunda-feira um porta-voz.

"A advertência disciplinar será incluída em suas fichas, podendo ser prejudicial à carreira", declarou o porta-voz do Exército à AFP.

"Ele foram punidos, não porque as armas contivessem uma determinada quantidade de fósforo branco, mas porque dispararam em áreas habitadas" da Faixa de Gaza, controlada pelos islamitas palestinos do Hamas, indicou.

O procedimento foi aberto contra o comandante da divisão que opera em Gaza, o general Eyal Eisenberg, e contra o chefe de um regimento de infantaria, o coronel Ilan Malka, acusados "de terem extrapolado suas prerrogativas de forma a colocar em perigo vidas" de civis.

Israel rejeitou, em um relatório oficial enviado na sexta-feira à ONU, as acusações de "crimes de guerra" feitas pela comissão de investigação dirigida pelo magistrado Richard Goldstone sobre a guerra em Gaza (27 de dezembro de 2008-18 de janeiro de 2009), que deixou 13 israelenses mortos e mais de 1.450 palestinos.

Nesse relatório, Israel indicou também ter iniciado um procedimento disciplinar contra os dois oficiais e reconheceu que o Exército "havia disparado vários obuses de artilharia, contrariamente às regras que proíbem esses disparos nas imediações de zonas habitadas".

O bombardeio durante a ofensiva atingiu no dia 15 de janeiro de 2009 o principal entreposto da agência da ONU para a ajuda aos refugiados da Palestina (UNRWA) em Gaza. Três pessoas ficaram feridas.

As munições de fósforo branco que os oficiais israelenses teriam usado na Faixa de Gaza não são proibidas por nenhum tratado internacional, apesar de seu caráter controverso.

Ao contrário, a forma como estas armas incendiárias, que também servem para iluminar o campo de batalha, são utilizadas é regulamentada pela Convenção sobre as armas clássicas de 1980, mais especificamente pelo protocolo III "sobre a proibição ou a limitação das armas incendiárias", que entrou em vigor em 1983, mas que Israel não ratificou.

O texto proíbe, no entanto, a utilização das bombas de fósforo nas zonas civis, como armas incendiárias ou para iluminar o campo de batalha, explicou à AFP Stuart Maslen, da Academia de Direito Internacional (ADH) de Genebra.

Por sua vez, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) lembrou que a utilização do fósforo branco, assim como a de qualquer outra arma, se inscreve no contexto do direito internacional humanitário, voltado para a proteção dos civis.

O direito internacional humanitário proíbe terminantemente ataques contra civis, e estipula que "os beligerantes têm a obrigação de distinguir os objetivos militares das populações civis".

Além disso, segundo o CICV, a utilização das bombas de fósforo branco deve ser regulamentada pelo princípio de proporcionalidade: se elas devem afetar civis, o utilizador tem de garantir que os ferimentos provocados "não sejam desproporcionais em relação ao benefício militar", explicou Dominique Loye, conselheiro jurídico do CICV.

O fósforo branco é um agente tóxico, e a exposição a esta substância pode ser fatal. Ele pode provocar graves queimaduras e danificar o fígado, o coração e os rins.

Video:



Video: 2012 - Nasa e Explosões Solares

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração




Artefato irá orbitar a 35 mil quilômetros da Terra.
Objetivo é conseguir prever atividades solares.

Uma tempestade solar é a principal ameaça ao funcionamento das redes de televisão e de internet durante a Olimpíada de Londres, em 2012. Este é o prognóstico de Richard Harrison, da Rutherford Appleton Laboratory, de Oxfordshire, na Inglaterra. A previsão foi feita às vésperas do lançamento, nesta semana, do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa.

A sonda que a Nasa pretende lançar neste sábado passará cinco anos orbitando a Terra, investigando as causas da extrema atividade solar como os ventos solares e as erupções violentas a partir de sua atmosfera.

Citado hoje pelo jornal The Times, o professor Harrison disse que esses fenômenos podem expor os astronautas a doses mortíferas de partículas, além de tornar os satélites inativos e provocar erros e problemas em todo os tipos de serviços de comunicações.

Embora os picos na atividade solar possam perturbar as comunicações terrestres e por satélite, foi praticamente impossível até agora prever as tempestades solares. Os cientistas esperam que as informações que terão graças ao observatório os ajudem a saber, antecipadamente, sobre a ocorrência de labaredas solares e tormentas magnéticas.

O observatório analisará, entre outras coisas, os campos magnéticos do Sol e as mudanças de energia do vento solar, as partículas energéticas e as variações de sua radiação. O lançamento acontecerá em um momento em que o Sol volta a dar sinais de agitação após vários anos de quase inatividade, segundo os astrônomos.

Entre 2008 e 2009, houve mais de 250 dias sem manchas solares, um recorde desde 1913, mas nas duas últimas semanas foram registradas duas labaredas solares, o que pode significar que o Sol está entrando em uma fase mais ativa de um novo ciclo. Para o cientista britânico, o lançamento não podia ser mais oportuno.

23 de fevereiro de 2010

A Falência dos Estados Unidos agora é Certa

Fonte e Tradução: Revelatti

http://www.istockphoto.com/file_thumbview_approve/7438418/2/istockphoto_7438418-financial-crash.jpg

É um daqueles números inacreditáveis e enormes nos quais você realmente terá que pensar neles por enquanto ... Dentro dos próximos 12 meses, o Tesouro Americano terá de refinanciar US$ 2 trilhões em dívida de curto prazo. E isso sem contar as despesas adicionais do défice, que são estimadas em cerca de US$ 1,5 trilhões. Coloque os dois números juntos. Então pergunte a si mesmo, como no mundo pode tomar emprestado do Tesouro 3,5 trilhões de dólares em apenas um ano? Isso é um montante equivalente a quase 30% do nosso PIB inteiro. E nós somos a maior economia do mundo. De onde virá o dinheiro?

Como é que vamos acabar com tanta dívida de curto prazo? Como a maioria das entidades que têm uma dívida muito grande - os devedores do subprime, GM, Fannie, ou GE - O Tesouro Americano tentou minimizar sua carga de juros em empréstimos para curtos períodos de tempo e então "capota" os empréstimos quando eles vencem. Como dizem em Wall Street, "uma dívida rolando não recolhe nenhum musgo." O que eles querem dizer é, contanto que você possa estender a dívida, você não tem nenhum problema. Infelizmente, isso leva pessoas a tomar quantidades cada vez maiores de dívida ... e os prazos são cada vez mais curtos ... em vez menores taxas de juros. Mais cedo ou mais tarde, os credores irão acordar e se perguntar: Quais são as chances que eu tenho de ser realmente restituído? E é aí que começa o problema. As taxas de juros sobem drasticamente. Custos de financiamento sobem. A festa acabou. Falência é o próximo resultado.

Quando os governos vão à falência é chamado de "o padrão". Especuladores de moeda corrente descobriram como prever exatamente quando um país estaria padrão. Dois economistas conhecidos - Alan Greenspan e Pablo Guidotti - publicaram a fórmula secreta em um trabalho acadêmico em 1999. É por isso que a fórmula é chamada regra Guidotti-Greenspan. A regra estabelece: Para evitar um padrão, os países devem manter reservas em divisas pelo menos igual a 100% dos seus vencimentos a curto prazo da dívida externa. A empresa mundial de gestão de dinheiro, PIMCO, explica a regra da seguinte forma: "O valor de referência mínimo de reserva equivalente a pelo menos 100% da dívida externa de curto prazo é conhecida como regra Guidotti-Greenspan. Greenspan-Guidotti é talvez o único conceito de adequação de reserva que tem a maioria dos adeptos e suporte empírico.

O princípio subjacente a esta regra é simples. Se você não consegue saldar todas as suas dívidas externas nos próximos 12 meses, você está em risco terrível de crédito. Os especuladores estão indo segmentar os seus títulos e sua moeda, o que torna impossível refinanciar suas dívidas. "O padrão" é garantido.

Assim qual é a posição da América na escala Guidotti-Greenspan? É um padrão garantido. Os EUA detém ouro, petróleo e moeda estrangeira na reserva. Os EUA tem 8.133,5 toneladas de ouro (é o maior detentor do mundo). Isto é 16.267.000 em libras. Em valores correntes de dólares, vale cerca de US$ 300 bilhões.A reserva estratégica de petróleo dos EUA mostra uma posição de total atual de 725 milhões de barris. Dólar a preço corrente, que é aproximadamente US$ 58 bilhões de dólares no valor do petróleo. E de acordo com o FMI, os EUA têm US$ 136 bilhões em reservas de moeda estrangeira. Então, somando tudo ... têm-se cerca de US$ 500 bilhões de reservas. Nossas dívidas estrangeiras de curto prazo são muito maiores.

De acordo com o Tesouro dos EUA, o valor é de US$ 2 trilhões em dívida com vencimento nos próximos 12 meses. Então, olhando apenas a dívida de curto prazo, sabemos que o Tesouro terá de financiar pelo menos US$ 2 trilhões em dívida com vencimento nos próximos 12 meses. Isso não pode causar uma crise se ainda estivéssemos financiamento nossa dívida pública interna. Mas, desde 1985, somos um devedor líquido para o mundo. Hoje, estrangeiros são donos de 44% de todas as nossas dívidas, o que significa que devemos para credores estrangeiros, pelo menos, US$ 880 bilhões de dólares nos próximos 12 meses - uma quantidade muito maior que nossas reservas.

Tenha em mente, este só cobre as nossas dívidas existentes. O Escritório de Administração e Orçamento está prevendo um déficit orçamentário de US$ 1,5 trilhões durante o próximo ano. Isso coloca as nossas necessidades de financiamento total da ordem de US$ 3,5 trilhão nos próximos 12 meses.

Então ... de onde virá o dinheiro? O total de poupança doméstica dos EUA são de apenas cerca de US$ 600 bilhões anualmente. Mesmo se todos nós colocarmos cada centavo das nossas economias na dívida do Tesouro Americano, ainda estaremos devendo quase US$ 3 trilhões à curto prazo. Isso é um requisito de financiamento anual equivalente a cerca de 40% do PIB. Onde está o dinheiro? De nossos credores estrangeiros? Não de acordo com Guidotti-Greenspan. E não de acordo com o bancos centrais da India e da Russia, que pararam de comprar títulos do Tesouro e começaram a comprar grandes quantidades de ouro. A India comprou 200 toneladas neste mês. Fontes dizem que na Rússia, o Banco Central não vai dobrar suas reservas de ouro.

Então, de onde virá o dinheiro? Da imprensa (casa da moeda). O Federal Reserve já monetizou quase US$ 2 trilhões em dívida do Tesouro e dívida hipotecária. Isto enfraquece o valor do dólar e desvaloriza os nossos laços existentes do Tesouro. Mais cedo ou mais tarde, os nossos credores terão de enfrentar uma escolha difícil: manter os nossos laços e continuar a ver o valor diminui lentamente, ou tentar escapar ao ouro e ver o valor de suas ligações com os EUA despencar.

Uma coisa que eles não vão fazer é comprar mais da nossa dívida. Quais serão os próximos bancos centrais que irão abandonar o dólar? Brasil, Coréia e Chile. Estes são os três maiores bancos centrais que possuem a menor quantidade de ouro. Não chegam à 1% do total de suas reservas em ouro.

Eu examinei essas questões com muito mais detalhes na edição mais recente do meu boletim, Investimento Porter Stansberry Assessor, que publicou sexta-feira passada. Coincidentemente, o New York Times repetiu nossos avisos - quase palavra por palavra - no seu jornal hoje. (Eles não mencionaram Guidotti-Greenspan, entretanto ... Porque é um verdadeiro segredo dos especuladores internacionais.)

Para mais Informações: Prisonplanet - The Bankruptcy of the United States is Now Certain

22 de fevereiro de 2010

Grã-Bretanha libera mais arquivos com relatos sobre Ovnis

Matéria Retirada do Site: CUB

Um suposto OVNI visto por policiais de Skegness, no leste da Inglaterra, integra os arquivos britânicos
Foto: BBC Brasil

O Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha liberaram mais de 6 mil páginas de documentos que incluem relatos de aparições de Ovnis (objetos voadores não identificados) entre 1994 e 2000. Um deles inclui a aparição de Ovnis que sobrevoavam o Chelsea, clube de futebol de Londres, e a residência de um ex-ministro do Interior, Michael Howard.

Os relatos dão detalhes sobre a aparência dos objetos - de vários formatos e tamanhos - e incluem desenhos feitos por testemunhas. Um homem disse à polícia que vomitou e adquiriu "um distúrbio de pele" depois que um estranho "tubo de luz" envolveu o seu carro no Vale de Ebbw, no País de Gales, no dia 27 de janeiro de 1977.

Em outro caso, um Ovni visto por policiais de Skegness, no leste da Inglaterra, foi filmado. A aparição foi informada à guarda costeira, que alertou embarcações no Mar do Norte. A tripulação de um barco disse que viu mais Ovnis.

Força Aérea

Os documentos também incluem uma carta de um alto funcionário do Ministério da Defesa, Ralph Noyes, em que ele diz ter visto um filme com Ovnis feito por pilotos de caça da Força Aérea Real da Grã-Bretanha em 1956. Noyes alega que as imagens foram mostradas em uma sessão secreta organizada por integrantes da defesa aérea no prédio do Ministério da Defesa em 1970.

E um memorando revela como o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill manifestou curiosidade sobre "discos voadores" e pediu um briefing de seus ministros sobre o assunto. Depois de um estúdio realizado pelos serviços de inteligência em 1951, concluiu-se que "discos voadores" podem ter quatro causas - fenômenos meteorológicos ou astronômicos, identificação errônea de aeronaves convencionais, ilusão de ótica e delírios psicológicos ou trotes deliberados.

Especialistas afirmam que os documentos mostram como os formatos dos Ovnis mudaram nas últimas décadas, e a explicação pode estar nas representações que a cultura popular tinha desses objetos. Vários relatos neste último lote de documentos - o quinto de um projeto de três anos para a liberação de arquivos - descrevem as supostas naves alienígenas como grandes, pretas e de formato triangular, com luzes nas pontas. Nas décadas de 1940 e 1950, o formato predominante era de disco.

"No período coberto pelos mais recentes documentos liberados, bombardeiros americanos de formato triangular e aviões espiões Aurora apareciam muito na TV, assim como em programas como Arquivo X e filmes como Independence Day, lançado em 1996, e os relatos de aparições de Ovnis são semelhantes", disse David Clarke, autor do livro The UFO Files e professor de Jornalismo da Universidade Hallam Sheffield, ao jornal britânico The Daily Telegraph.

"É impossível provar uma ligação direta entre o que as pessoas estão lendo e vendo e o que elas dizem ser Ovnis, mas uma interpretação pode ser que os mais recentes avanços na tecnologia podem estar influenciando o que as pessoas veem no céu", concluiu. Os arquivos estão disponíveis para baixar de graça por um mês a partir do website dos Arquivos Nacionais.

19 de fevereiro de 2010

2º trimestre de 2010: Agravamento brutal da crise sistêmica global – Reforço das cinco tendências negativas fundamentais

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Para o LEAP/E2020, o efeito dos trilhões gastos pelos Estados para "atravessar a crise" já se terá dissipado. Estas quantias imensas terão permitido atenuar durante alguns meses a evolução da crise sistêmica global. Mas, como antecipado nos GEAB anteriores, esta estratégia não terá servido in fine senão para implicar definitivamente os Estados na crise gerada pelas instituições financeiras.

Neste GEAB Nº 42 nossa equipe antecipa pois um agravamento brutal da crise no segundo trimestre de 2010, gerada por um duplo efeito de alcançar por fim fenômenos que foram provisoriamente "congelados" no segundo semestre de 2009 e pela impossibilidade de manter as medidas paliativas do ano passado.

Igualmente, neste mês de Fevereiro de 2010, um ano após o nosso anúncio de que o fim do ano 2009 iria assinalar o arranque da fase de deslocação geopolítica mundial, toda mundo pode constatar que tal processo está efetivamente em curso: Estados à beira da cessação de pagamentos, subida inexorável do desemprego, milhões de pessoas perdendo benefícios de proteção social, baixas de salários, supressões de serviços públicos, desagregação do sistema de governação global (fracasso da reunião de Copenhague, confrontação crescente China/EUA, retorno do risco de conflito Irã/Israel/EUA, guerra monetária global, etc...) [1] . Entretanto, não estamos senão muito no princípio desta fase de que o LEAP/E2020 fornecerá um calendário antecipativo no próximo número do GEAB.

O agravamento brutal da crise sistêmica global vai assim ser caracterizado por uma aceleração e/ou um reforço de cinco tendências negativas fundamentais:

  • a explosão da bolha dos défices públicos e a ascensão consequente das cessações de pagamentos de Estados
  • a colisão fatal do sistema bancário ocidental com a subida dos incumprimentos de pagamento e o muro das dívidas a chegarem à maturidade
  • a inelutável subida das taxas de juros
  • a multiplicação das tensões internacionais
  • a insegurança social crescente.
Neste GEAB Nº 42, a nossa equipe desenvolve as três primeiras tendências desta evolução e apresenta uma antecipação sobre a evolução da Rússia frente à crise; assim como, naturalmente, nossas recomendações mensais.

O CASO GREGO

Neste comunicado público, optamos por analisar o "caso grego", por um lado porque ele nos parece emblemático daquilo que nos reserva o ano 2010 e, por outro, porque ele ilustra perfeitamente a evolução da informação sobre a crise mundial no sentido de uma "comunicação de guerra" entre blocos e interesses cada vez mais conflitantes. Em linguagem clara, é um "must" para chegar decifrar a informação mundial dos próximos meses e anos, que vai ser um vetor crescente de operações de manipulação.

http://resistir.info/crise/imagens/geab_42_1.jpg

As cinco características que fazem do "caso grego" a árvore com a qual se tenta esconder a floresta

Vejamos agora o "caso grego" que desde há algumas semanas agita a mídia e os peritos. Mas antes de entrar no pormenor das evoluções em curso, precisamos desde já cinco pontos essenciais da nossa antecipação sobre o assunto:

1- Como indicado nas nossas antecipações para o ano 2010, publicadas no GEAB Nº 41, daqui a algumas semanas o problema grego terá desaparecido dos radares midiáticos internacionais. É a árvore utilizar para esconder em simultâneo a floresta bem mais perigosa das dívidas soberanas (as de Washington e de Londres) e princípio da nova queda da economia mundial, com os Estados Unidos à cabeça [2] .

2- O problema grego é uma questão interna à zona Euro e à UE e a situação atual proporciona uma ocasião única aos dirigentes da zona Euro para finalmente obrigar a Grécia (país que desde 1982 se qualifica de "alargamento falhado") a sair do seu feudalismo político e econômico. Os outros países da zona Euro, Alemanha à cabeça, vão fazer de tudo para obrigar as elites gregas a adaptar o seu país ao século XXI em troca da sua ajuda. Ao assim fazer, jogando com o fato de que a Grécia não representa senão 2,5% do PIB da zona Euro [3] , eles exploram os mecanismos de estabilização em tempos de crise de que a zona Euro tem necessidade [4] .

3- Os dirigentes e a mídia anglo-saxônica utilizam a situação (tal como no ano passado com o chamado tsunami bancário vindo da Europa do Leste que iria arrebentar a zona Euro [5] ) para mascarar a evolução catastrófica das suas economias e das suas dívidas públicas, bem como para tentar enfraquecer a atratividade da zona Euro num momento em que os EUA e o Reino Unido têm uma dificuldade crescente para atrair os capitais de que têm uma necessidade urgente. Paralelamente, Washington e Londres (que desde a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, estão totalmente excluídos da governação do Euro) ficariam maravilhados por ver o FMI, que eles controlam perfeitamente [6] , introduzir-se na governação da zona Euro.

4- Os dirigentes da zona Euro atualmente estão encantados por ver o Euro baixar para 1,35 em relação ao dólar. Eles sabem muito bem que isto não é durável uma vez que problema tendencial é o afundamento do valor do dólar (e da libra esterlina), mas apreciam este "balão de oxigênio" para os exportadores.

5- Os especuladores (hedge-funds e outros) e os bancos pesadamente envolvidos na Grécia [7] têm um interesse conjunto em tentar promover um apoio financeiro rápido da Eurozona à Grécia pois, caso contrário, se os europeus se recusarem a recorrer ao livro de cheques (à maneira escandalosa da dupla Paulson-Geithner com a AIG e o conjunto da Wall Street em 2008/2009), a agências de classificação os terão involuntariamente enganado. Na verdade, um rebaixamento da classificação da Grécia mergulharia este pequeno mundo nos espasmos de importantes perdas financeiras se, para os bancos, o valor dos seus empréstimos à Grécia fossem analogamente desvalorizados ou se as suas apostas contra o Euro não funcionassem no devido tempo [8] .

http://resistir.info/crise/imagens/geab_42_2.jpg

Goldman Sachs como ator de tragédia grega ... e das próximas falências soberanas

No "caso grego", assim como em toda aventura com suspense, é preciso haver um "mau" (ou, para retomar a lógica da tragédia clássica, um "deus ex machina" ). Ora, nesta fase da crise sistêmica global, o papel do "mau" é geralmente desempenhado pelos grandes bancos de investimento da Wall Street e, mais particularmente, pelo líder, o Goldman Sachs. E o "caso grego" não escapa à norma uma vez que o banco de negócios nova-iorquino esteve diretamente implicado na prestidigitação orçamental que permitiu à Grécia qualificar-se para entrar no Euro quando os seus défices orçamentais reais teriam devido desqualificá-la. Na realidade foi o Goldman Sachs que, em 2002, pôs de pé uma destas montagens financeiras astuciosas de que ele tem o segredo [9] e que, de maneira quase sistemática desde então, retornam alguns anos mais tarde contra o próprio cliente. Mas o que importa se no momento o GS (Goldman Sachs) pôde aumentar o seu lucro!

No caso grego, o que o banco de investimento propôs foi muito simples: montar um empréstimo invisível do ponto de vista orçamental (acordo Swap que permitia reduzia ficticiamente a amplitude do défice público grego) [10] . É claro que a responsabilidade dos dirigentes gregos da época é total e eles deveriam, segundo o LEAP/E2020, serem submetidos a inquéritos políticos e judiciários tanto gregos como europeus por terem enganado a UE e os seus próprios cidadãos no quadro de um processo histórico de grande importância, a criação da moeda única europeia.

Mas, sejamos muito explícitos: a responsabilidade do banco de investimento de Nova York (como cúmplice) é igual, sobretudo quando se sabe que o vice-presidente para a Europa do Goldman Sachs naquela época era um certo Mario Draghi [11], atual presidente do Banco Central da Itália e atual candidato [12] à sucessão de Jean-Claude Trichet à testa do Banco Central Europeu [13].

Sem pré-julgar o papel do Sr. Draghi no negócio do empréstimo manipulador de estatísticas à Grécia [14], pode-se perguntar se não seria útil questioná-lo acerca deste assunto [15]. Em democracia, a imprensa [16] assim como os parlamentos (no caso, grego e europeu) são supostos encarregarem-se desta tarefa. Dada a importância tomada pelo GS nos negócios financeiros mundiais destes últimos anos, nada do que este banco faça deveria deixar indiferentes os governos e os legisladores. Foi aliás Paul Volcker , o atual patrão dos conselheiros econômicos de Barack Obama, que se tornou um dos censores mais rigorosos das atividades do Goldman Sachs [17]. Ora, como já havíamos escrito no momento da eleição do atual presidente americano, esta é a única pessoa no seu círculo que possui a experiência e a capacidade para tomar as medidas difíceis [18] e que, no caso, sabe do que, ou melhor de quem, fala.

Nesta mesma lógica, e com a ilustração do papel nefasto do Goldman Sachs e dos grandes bancos de investimento em geral em matéria de transparência das atividades financeiras e orçamentais públicas, o LEAP/E2020 considera que seria muito útil à União Europeia e aos seus 500 milhões de cidadãos, interditar o acesso a todas as funções dirigentes financeiras, orçamentais e econômicas (Banco Central Europeu, comissão, bancos centrais nacionais) aos antigos responsáveis destes mesmos bancos de investimento [19]. A confusão de gêneros não pode conduzir senão a uma maior confusão dos interesses públicos e privados, a qual só pode ser em detrimento do interesse público europeu.

Para começar, a zona Euro poderia igualmente, a partir de hoje, exigir ao governo grego que pare de recorrer aos serviços da Goldman Sachs uma vez que, segundo o Financial Times de 28/01/2010, Atenas continua sempre a recorrer aos seus serviços.

Se o patrão do Goldman Sachs considera-se "Deus", como ele disse numa entrevista recente [20], seria sábio supor que o seu banco e os seus homólogos podem comportar-se como diabos e, portanto, tomar as precauções consequentes. Este conselho, segundo a nossa equipe, é válido para a Europa assim como para todos os outros continentes. Há "serviços privados" que vão contra o "interesse coletivo": pergunte aos cidadãos gregos e aos proprietários americanos de casas arrendadas pelos bancos!

Em conclusão, a nossa equipe propõe um jogo edificante àqueles que querem saber onde encontrar a próxima crise de dívida soberana: investigue qual estado recorreu ao Goldman Sachs nestes últimos anos e terá uma pista importante [21]!

Notas:
(1) As recentes declarações do antigo secretário de Estado do Tesouro de G. W. Bush, Hank Paulson, segundo as quais a Rússia e a China teriam conspirado para fazer cair Wall Street no Outono de 2008, ilustram o grau de desconfiança que existe doravante entre os grandes atores globais. Fonte: DailyMail , 29/01/2010
(2) Desde há quatro anos a nossa equipe expõe regularmente as aberrações do sistema de medição do PIB dos EUA. Portanto não retornaremos aqui a este aspecto muito "grego" das estatísticas americanas. No que se refere à evolução da economia americana nos próximos meses, basta constatar que o índice sectorial da tonelagem dos transportadores rodoviários estava em queda livre em Janeiro de 2010, como estivera no fim do primeiro semestre de 2008. Fonte: USAToday , 11/02/2010
(3) Ver o gráfico abaixo para reconduzir o "caso grego" a justas proporções em matéria de PIB da zona Euro.
(4) E de que o GEAB sublinha a necessidade desde há quatro anos, assim como o amplo apoio público (mais de 90% em média segundo os GlobalEurometres mensais) de que beneficiaria uma governação econômica da zona Euro.
(5) Recordamos a este respeito que o GEAB nº 33, na Primavera de 2008, foi um dos poucos da mídia a denunciar o carácter mentiroso e manipulador do grande pavor de um "tsunami bancário" vindo da Europa do Leste e que era suposto engolfar o sistema bancário da zona Euro. Na época, o Euro havia mergulhado para níveis bem mais baixos que os de hoje ... para levantar-se outra vez algumas semanas mais tarde. Convidamos igualmente aqueles que desejam compreender bem a situação midiática atual a reler o comunicado público do GEAB Nº 33 .
(6) E o fato de um francês estar à frente nada muda nesta situação.
(7) Fontes: Le Figaro, , 12/02/2010
(8) Dito isto, nesta matéria, a manipulação midiática é notável. Nestes últimos dias viu-se/leu-se/ouviu-se um pouco por toda a parte que somas enormes , eram lançadas contra o Euro (a apostar na baixa do Euro) ... ou seja oito trilhões de dólares. De fato "somas enormes", é uma gota de água no oceano do mercado mundial dos câmbios que a cada dia monta a várias centenas de milhões de milhões de dólares. Fonte: Financial Times , 08/02/2010
(9) No mesmo espírito altamente construtivo para os países onde ele atua que levou os Estados Unidos em 2006/2007 a jogar na baixa por sua própria conta os produtos financeiros baseados no imobiliário que vendia aos seus clientes.
(10) Fonte: Spiegel 08/02/2010 ; Le Temps , 13/02/2010 ; Reuters , 09/02/2010
(11) Durante a preparação da entrada da Itália no Euro, era o diretor-geral do Tesouro italiano. Fontes: Banque d'Italie ; Wikipedia ; Goldman Sachs .
(12) Muito ativamente apoiado pelos meios financeiros londrinos e americanos como já nos havíamos feito eco, há alguns meses, no nosso boletim ... e naturalmente por Silvio Berlusconi. Fonte: Sharenet/Reuters , 10/02/2010
(13) O seu concorrente mais sério é Axel Weber , atual patrão do Bundesbank.
(14) Pois seria espantoso que o patrão para a Europa do banco encarregado de um emprétimo destinado a mascarar uma parte do défice público de um país, e ele próprio antigo patrão do Tesouro de um país vizinho, não esteja à par da operação.
(15) E, em vista das suas responsabilidades passadas, não se pode senão apreciar o seu sentido de humor quando ele fala de um reforço da gestão econômica da zona Euro. Fonte: Les Echos , 13/02/2010
(16) Que se contenta no momento em recopiar os artigos anglo-saxônicos que fazem o caso grego desempenhar o papel de "derrubador dos mercados mundiais", e que repete ao longo do artigo que o Euro cai ... quando ele está num nível que esta mesma imprensa há apenas quatro anos considerava impossível atingir.
(17) Fonte: Reuters , 12/02/2010
(18) Ele pertence a estas gerações de americanos que construíram o "império EUA" do após guerra, que sabem da sua fragilidade e que conhecem perfeitamente o seu modo de emprego, ao contrário dos Summers, Geithner e outros Rubin. Nossa equipe raramente faz cumprimentos a Barack Obama, mas se ele continuar a ouvir pessoas como Paul Volcker estará inegavelmente na boa direção.
(19) Nossa equipe sabe, por ter conhecido, que houve uma época, há trinta anos, em que os banqueiros de investimento sabiam intervir tendo em mente o interesse a longo prazo dos seus clientes. Esta época está bem ultrapassada e doravante eles têm em vista apenas o seu próprio interesse a curto prazo. É preciso portanto extrair todas as consequências e proibir-lhes o acesso às funções públicas chave, ao invés de pretender reformar o seu comportamento. Se houvesse banqueiros de investimento crianças (como há crianças soldado), poder-se-ia esperar salvar alguns do seu vício nos lucros a curto prazo; mas para os banqueiros de investimento adultos, é demasiado tarde.
(20) Fonte: Times, 08/11/2009
(21) Do lado do sector privado, pergunte à Lehman Brothers, AIG, ... eles poderão confirmar que é um bom indício.

18 de fevereiro de 2010

Barack Obama: Presidente marionete e amigos

Matéria Retirada do Site: O Libertário

Relatório de 72 páginas documenta radicais autoridades nomeadas por Obama


Washington, D.C., EUA, 27 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Conselho da Liberdade (CL), uma organização legal pró-vida e pró-família, divulgou um relatório de 72 páginas na quarta-feira detalhando informações sobre cada uma das nomeações e indicações do presidente Barack Obama.
O documento fornece informações sobre mais de 100 nomeações e indicações de Obama. Inclui mais de 850 citações de artigos, sites e casos envolvendo cada um dos indivíduos e, de acordo com o CL, levou semanas para compilar.

"O presidente Obama nomeou e indicou o grupo mais radical de ideólogos já reunidos por um presidente americano", disse Mathew D. Staver, fundador do Conselho Liberdade e deão da Faculdade de Direito da Universidade Liberdade. "A lista de indivíduos, seus comentários e antecedentes demonstra que o presidente Obama usa radicais testes ideológicos para selecionar os indivíduos por ele nomeados. Tais testes claramente dão preferência à ideologia, em vez da experiência ou qualificações".


Esse relatório expõe as atividades de ativistas radicais como Kevin Jennings, o escolhido de Obama para "secretário de escolas seguras". Como fundador e ex-diretor executivo da Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero, Jennings supervisionou mais de cinco anos de seminários estudantis em que os tópicos incluíam uma mensagem de sexo homossexual, dando aos estudantes seus próprios "kits de relações homossexuais", e descrições explícitas de práticas homossexuais, inclusive urinar no parceiro. Para os estudantes secundários, havia uma lista de bares gays locais, inclusive com descrições, mas para as crianças mais novas havia uma lista de livros, recomendados para as idades de 7 a 12, mostrando descrições explícitas de atos sexuais entre crianças da pré-escola; histórias que pareciam promover e recomendar relacionamentos entre crianças e adultos; histórias de casos de masturbação pública entre estudantes e professores, e crianças de cinco anos brincando de jogos sexuais.

Outros nomeados, como Dawn Johnsen, escolhida por Obama para presidir a Secretaria de Assessoria Jurídica do Ministério de Justiça, são pró-aborto num grau extremo. Ela disse que a ideia de tornar o aborto raro bem como seguro e legal é "ridícula" e que as restrições ao aborto "reduzem as mulheres grávidas a nada mais do que recipientes fetais".

Johnson, ex-funcionária da ACLU e diretora legal da NARAL, disse: "O argumento de que as mulheres que ficam grávidas têm de algum modo consentido com a gravidez desmente a realidade… e outras que são as inevitáveis perdedoras na loteria contraceptiva 'consentem' com a gravidez do mesmo jeito que um pedestre 'consente' em ser atropelado por motoristas bêbados".

"As nomeações de Obama não são nem moderadas nem meramente de centro-esquerda", concluiu Matt Staver do CL. "Elas podem ser descritas melhor como radicais. Elas estão claramente fora da realidade de todos, com exceção de alguns extremistas. O padrão de Obama de escolher ideólogos radicais suscita sérias preocupações sobre a competência do governo.

(Para ver o relatório completo do Conselho da Liberdade, clique aqui)

A crise econômica grega aproxima-se dos EUA

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Começou em Atenas. Está se estendendo para Lisboa e Madrid. Mas seria um erro grave supor que a crise da dívida soberana que está se desdobrando ficará confinada às economias mais fracas da zona euro. Porque isso é mais do que apenas um problema mediterrâneo de âmbito local. É uma crise fiscal do mundo ocidental. Suas ramificações são muito mais profundas que a maioria dos investidores supõe atualmente.

http://resistir.info/crise/imagens/oportunidades.jpg

Há naturalmente uma característica distinta na crise da zona do euro. Devido ao modo como foi concebida a União Monetária Européia, não há de fato nenhum mecanismo de socorro para o governo grego por parte da União Européia, de outros estados-membros ou do Banco Central Europeu (artigos 123 e 125 do Tratado de Lisboa). É verdade que o Artigo 122 pode ser invocado pelo Conselho Europeu para ajudar um estado-membro "seriamente ameaçado por dificuldades severas causadas por desastres naturais ou ocorrências excepcionais além de seu controle", mas neste momento ninguém quer fingir que o escancarado déficit da Grécia foi um ato de Deus. Nem há possibilidade da Grécia desvalorizar sua moeda, como deveria ter feito nos dias pré-UME do dracma(antiga moeda grega). Não há nem mesmo um mecanismo para que a Grécia deixe a zona do Euro.

Isso deixa apenas três possibilidades: um dos mais excruciantes esmagamentos fiscais na história moderna da Europa – reduzir o déficit de 13% a 3% do produto interno bruto em apenas três anos; moratória imediata de parte ou de toda a dívida do governo grego; ou (o mais provável, como apontado por funcionários alemães na quarta feira) algum tipo de socorro liderado por Berlim. Dado que nenhuma destas opções é atrativa, e porque qualquer decisão sobre a Grécia gera implicações para Portugal, Espanha e possivelmente outros países, deve haver muitas negociações cautelosas antes alcançar uma delas.

A CRISE É DE NATUREZA GERAL

http://resistir.info/crise/imagens/greve4_10fev10.jpg

Mas as idiossincrasias (na economia significa "risco não-sistemático ou específico) da zona do euro não devem distrair-nos da natureza geral da crise fiscal que agora aflige a maioria das economias ocidentais. Chame-se a isto geometria fractal da dívida: o problema é essencialmente o mesmo da Islândia à Irlanda, à Inglaterra e aos Estados Unidos. Apenas as dimensões sã muito diferentes.

O que estamos aprendendo no mundo ocidental é que não existe o tal almoço gratuito keynesiano. As dívidas não nos "salvam" nem a metade do que o faria a política monetária – taxas de juros nulas mais a facilidade quantitativa (quantitative easing) [NT] . Primeiro o impacto do gasto do governo (o sagrado "multiplicador") tem sido muito menor do que os proponentes do estímulo esperavam. Em segundo lugar, há uma boa dose de "vazamento" das economias abertas num mundo globalizado. Por fim, e crucialmente, explosões da dívida pública incorrem em contas que vencem muito mais rápido do que esperamos.

Para a maior economia do mundo, os EUA, o dia do juízo ainda parece reconfortantemente remoto. Quanto pior ficam as coisas na zona do euro, mais o dólar americano se revigora, à medida em que investidores nervosos alocam seus recursos no "porto seguro" da dívida governamental americana. Esse efeito pode persistir por alguns meses, do mesmo modo como o dólar e os Tesouros se reanimaram quando estávamos no fundo do poço do pânico bancário no final de 2008.

Entretanto, mesmo uma olhada casual na posição fiscal do governo federal (para não falar dos estados) torna absurda a frase "porto seguro". A dívida do governo americano é um porto seguro no mesmo sentido em que Pearl Harbor o foi em 1941.

EQUILÍBRIO ORÇAMENTAL NUNCA MAIS

Mesmo pelas novas projeções orçamentárias da Casa Branca, a dívida federal bruta detida pelo público excederá 100% do PIB já nos próximos dois anos. Neste ano, como no ano passado, o déficit federal estará em volta dos 10% do PIB. As projeções de longo prazo do Gabinete de Orçamento do Congresso sugerem que os Estados Unidos nunca mais administrarão um orçamento equilibrado. É isso mesmo, nunca.

O Fundo Monetário Internacional publicou recentemente estimativas dos ajustes fiscais que as economias desenvolvidas teriam que fazer para restabelecer a estabilidade fiscal na próxima década. Os piores foram o Japão e a Inglaterra (um aperto fiscal de 13% do PIB). Em seguida vêm Irlanda, Espanha e Grécia (9%). E no sexto lugar? Os EUA, que terão que apertar a política fiscal em 8,8% do PIB para satisfazer o FMI.

Explosões da dívida pública prejudicam as economias de várias maneiras, como vários estudos empíricos têm mostrado. Elevando-se os temores de moratória e/ou depreciação da moeda acima da inflação real, aumentam as taxas de juros reais. Taxas de juros mais altas, por sua vez, agem como obstáculos ao crescimento, especialmente quando o setor privado está também pesadamente endividado – como no caso da maioria das economias ocidentais, não apenas os EUA.

Apesar da taxa de poupança interna americana ter subido desde que começou a Grande Recessão, não aumentou o suficiente para absorver um trilhão de dólares de emissões do Tesouro por ano. Assim, somente duas coisas até agora ficaram entre os EUA e retornos maiores para os títulos: compras dos títulos federais (e títulos hipotecários, que muitos vendedores essencialmente trocaram por títulos federais) pelo Federal Reserve e acumulação de reserva pelas autoridades monetárias da China.

Mas agora o Fed está reduzindo essas compras e deve acabar com a quantitative easing. Ao mesmo tempo, os chineses reduziram abruptamente suas compras de títulos federais americanos de cerca de 47% das emissões novas em 2006 para 20% em 2008 e para estimados 5% no último ano. Não é de admirar que o Morgan Stanley suponha que os rendimentos dos títulos a 10 anos se elevarão de cerca de 3,5% a 5,5% este ano. Sobre uma dívida federal bruta se aproximando rapidamente de US$1,5 trilhões, isso significa mais de US$300 bilhões de pagamentos de juros adicionais – e chega-se lá bem depressa com o vencimento médio da dívida hoje inferior a 50 meses.

O novo orçamento da administração Obama supõe alegremente um crescimento real do PIB de 3,6% nos próximos cinco anos, com inflação média de 1,4%. Mas, com taxas reais de juros crescentes, o crescimento pode muito bem ser menor. Nestas circunstâncias, os pagamentos de juros podem elevar sua participação na receita federal – de um décimo a um quinto a um quarto.

Na semana passada, o Moody's Investors Service avisou que a classificação (rating) de crédito AAA dos EUA não pode ser considerada líquida e certa. Esse aviso lembra a questão fatal de Larry Summers (formulada antes do seu retorno ao governo): "Por quanto tempo o maior tomador de empréstimos do mundo pode continuar sendo a maior potência mundial?"

Refletindo sobre isso, parece apropriado que a crise fiscal do ocidente tenha começado na Grécia, o berço da civilização ocidental. Ela logo cruzará o canal para a Inglaterra. Mas a questão chave é quando esta crise chegará ao ultimo bastião do poder do Ocidente, no outro lado do Atlântico.

[NT] quantitative easing (facilidade quantitativa): medida pela qual o banco central compra ativos financeiros de instituições financeiras criando para isso moeda sem lastro.