3 de junho de 2010

OMS Confirma que Gripe sazonal mata 27 vezes mais que H1N1 - Mesmo assim segue com Pandemia nível 6

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Não que esteja surpreso, mas achei interessante que apenas ao final da campanha no hemisfério sul que a OMS confirmou que a gripe A causou 27 vezes mais mortes que a gripe H1N1:



"A OMS confirmou que o vírus AH1N1 é o que continua circulando de maneira predominante no mundo, menos nefasto do que se temia e com uma taxa de mortalidade menor inclusive que a da gripe estacional.
A gripe A causou algo mais de 18 mil mortes em um ano. No mesmo período, a gripe estacional causou 500 mil mortes."
mas de qualquer forma, a OMS insistiu em continuar com o estado de pandemia, alegando que "continua sendo crítico que os países mantenham a vigilância em relação à pandemia". A diretora geral da OMS, Margaret Chan, decidiu hoje não suspender o alerta e convocar uma nova reunião do Comitê de Emergência para meados de julho, "quando já estiver disponível as informações sobre a gripe no inverno do hemisfério Sul".

E assim podem continuar por anos, sempre utilizando o medo como arma e na possibilidade de uma piora na pandemia no próximo inverno de cada hemisfério. Se não fosse trágico seria cômico.

Fontes:
Agência EFE: OMS adia decisão sobre manter ou levantar alerta de pandemia
Estadão: OMS adia mais uma vez decisão sobre status de pandemia da gripe suína

Estadão: OMS mantém alerta de pandemia de gripe A

Mercenários do Ministério da Saúde mentindo no orkut

Fonte Original: A Nova Ordem Mundial
Via: A Conspiração

Não é novidade que os funcionários contratados pelo ministério da saúde propagam as mentiras tentando desmentir o que todos nós sabemos: que a gripe H1N1 não é grave como tentam dizer e que a vacina não é segura.

Desta vez peguei a dona Fernanda Scavacini mentindo na "cara dura".

Em uma mensagem na comunidade "Gripe suína - A - Swine Flu" a dona fernanda, que sabemos que é na realidade um grande grupo de pessoas se passando por uma singela e bela mulher (veja seu perfil fake no facebook), tenta minimizar o valor total gasto com as vacinas:



Bem, "dona fernanda", você devia se informar melhor, pois seus dados não batem com o que achamos no diário da união:


De acordo com esta notícia da jusbrasil, o governo comprou 40 milhões de doses da GSK, no valor de R$ 444,7 milhões, 33 milhões de doses da Sanofi-Pasteur, relativo a R$ 438,9 milhões, e ainda mais 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da Organização Pan Americana de Saúde (Opas) ao custo de R$ 122,5 milhões, totalizando 1,006 bilhões, que vieram de crédito suplementar de R$ 2,1 bilhões de reais. E isto fora os outros 30 milhões de vacinas que não sabemos ainda quanto custaram.

Ficaria até com pena desta moça se esta pessoa realmente existisse na vida real, por ligar seu nome a esta campanha de desinformação. Bem, acreditava que esta Fernanda nem existia. Se procurarmos no google, veremos "apenas" 40.700 resultados, todos relacionados com a "operação de guerrilha" (assim classificada pelo próprio ministério) de propagar as informações falsas pelo ministério da saúde. Em informação divulgada pelo ministério, foram feitas "41.361 intervenções", quase o mesmo número de resultados com o nome da fernanda.
No entanto, ao pesquisar excluindo termos ligados ao Ministério da Saúde, achei 7 outros resultados, incluindo notícias de Jornal de Brasília assinadas por uma Fernanda Scavacini, que me leva a crer que esta deva ser uma jornalista que foi então contratada pelo ministério da saúde, ou realmente seja uma outra pessoa. Encontrei também este e este blog de poesias, assinados também por uma Fernanda Scavacini. Eles não tem tido muitas atualizações, nada impressionante, levando em conta as 41.361 "intervenções" para "esclarecer" a população brasileira. Ela tem um twitter também, onde se gaba de ter participado da campanha de vacinação e ajudado o Brasil a ser "campeão" de vacinação em todo o mundo. Em um breve intervalo ela confirma ser a autora do blog de poesia que citei logo acima. No blog ela informa seu cargo no Ministério da (Desinformação sobre) Saúde: "Jornalista / Coordenadora de Comunicação em Redes Sociais do Ministério da Saúde". Bem minha cara Fernanda, antes de sair por aí espalhando mentiras, pelo menos se informe melhor para mentir com efeito. Se por acaso você ler este post, gostaria de lhe perguntar: COMO É QUE VOCÊ DORME TRANQUILA?


Encontrei uma outra Fernanda Scavacini no facebook, e peço desculpas a ela por usarmos aqui seu nome. Mas quem deve se explicar seria o Ministério da Saúde, por utilizar o nome de uma pessoa para criar um personagem fictício para enganar as pessoas a aceitar a vacinação contra o H1N1 como benéfica.

Em seguida na mesma página daquele tópico no orkut, "ela" continua com mentiras e meia-verdades:

"O fato da vacina ser produzida em pouco tempo deve-se a semelhança do novo vírus com o vírus da Gripe Comum, ambos são da família influenza. Isso se justifica, pois os laboratórios já tinham experiência com a produção da vacina contra os vírus de influenza sazonal (vacina administrada anualmente nos idosos no Brasil), e estes investiram em tecnologia num processo de preparação para a produção de uma vacina para a prevenção do vírus pandêmico (H1N1) 2009."

Aqui mudaram de tom, pois antes diziam que o processo era absolutamente o mesmo. Da mesma forma "ela" parece ter memória curta e esqueceu-se já do que a própria Anvisa informou quando da controvérsia da vacina H1N1/teste HIV: "2. A produção industrial de vacinas contra influenza pandêmica A (H1N1) tem sido realizada de forma acelerada, com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, por tratar-se de uma pandemia e de uma situação de emergência em saúde pública, não havendo, atualmente, dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos possíveis."

"O Brasil, por exemplo, fez investimentos na adequação do processo de produção pelo Instituto Butantan."

Nesta afirmação, o funcionário da vez parece não ter sido informado do escândalo que foi divulgado estes dias, no qual vaz

2 de junho de 2010

Israel e o assassinato na frota de navios de ajuda à Gaza: Mais uma vez vai ficar por assim mesmo

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
Israel não irá sofrer consequências significativas pelo seu brutal ataque em uma frota de navios indo para Gaza dias atrás. Foi relatado que o ataque matou 20 ativistas humanitários. A incursão militar desencadeou uma onda de protestos internacionais e a reprovação por líderes da Espanha, Suécia, França, Alemanha, ONU, União Européia e da Liga Árabe.

Não que isso importe. Israel tem, basicamente, permissão para matar quem se opuser a sua anexação de terras árabes e do assassinato arbitrário de palestinos.

O Exército israelense matou 34 e feriu 171 membros da tripulação a bordo do USS Liberty em 8 de junho de 1967, durante a guerra árabe-israelense, e não sofreu nenhuma conseqüência. Israel disse ter confundido o navio de inteligência com um navio egípcio. Muitos oficiais de inteligência e militares disputam a explicação de Israel, mas isso não importa. Israel tem carta branca para matar a vontade. É quase completamente irrelevante quando as nações e os partidos prejudicados reclamam.

Assassinos israelenses mataram centenas de pessoas, incluindo o aristocrata sueco Folke Bernadotte. Suspeita-se que o Mossad (serviço secreto de Israel) tentou matar o embaixador John Gunther Dean, um dos principais diplomatas americanos no Líbano. Israel é suspeito de mortes recentes em Dubai, Beirute e Damasco. "Quando o Mossad, agência israelense de espionagem, foi suspeito de levar a cabo assassinatos em todo o mundo desde os anos 1970, Istael não reconhece oficialmente ou admite as suas atividades", relatou o Times Online em fevereiro, após um ônibus que transportava funcionários iranianos e membros do Hamas explodir nos arredores de Damasco.

Soberania não significa nada para Israel. Israel tem centenas de agentes, incluindo membros do Mossad operando nas áreas curdas do norte do Iraque, Irã e Síria. Em julho de 2006, Israel matou centenas de civis no Líbano, em um esforço que incluiu a participação americana. Na época, o Secretário de Estado de Bush, o neocon Richard Armitage, disse que o ataque ilegal no Líbano foi um modelo que os EUA deveria utilizar para atacar o Iran.

No início deste ano o Iran capturou líder Jundallah Abdolmalek Rigi. Em uma entrevista, Rigi informou à Press TV que antes de sua prisão Jundallah participou de uma série de reuniões em Casablanca com um grupo que alegava ser um contato da OTAN e disse que agentes possivelmente israelitas ou americanos lhe deram uma lista de pessoas para serem assassinadas em Teerã.

Os meios de comunicação em Israel orgulhosamente admitem que o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu autorizou o assassinato do comandante do Hamas, Mahmoud al-Mabhouh, em Dubai em 19 de janeiro de 2010. Os assassinos carregavam passaportes irlandeses, ingleses, franceses e australianos. A polícia de Dubai disse que os assassinos obtiveram cartões de crédito emitidos por um banco norte-americano com seus passaportes, e depois os usaram para comprar bilhetes de avião e outros itens relacionados ao assassinato.

Ativistas políticos pacíficos e humanitários são alvos privilegiados do Estado de Israel. Em 2003, uma escavadeira militar israelense matou Rachel Corrie, uma americana membro do Movimento de Solidariedade Internacional. Em 11 de abril de 2003, Tom Hurndall, uma voluntária britânica para o Movimento de Solidariedade Internacional, foi morta com um tiro na cabeça por um sniper da Força de Defesa Israelense na Faixa de Gaza.

Israel está imune à condenação internacional por seus esforços para continuar a assassina, ilegal e imoral ocupação colonialista da Palestina. Editoriais de indignação e condenação publicados na Europa, mundo árabe, e nos Estados Unidos durante o último episódio psicopata não irão dissuadir Israel, pelos enquanto um congresso hipnotizado e intimidado pela AIPAC (lobby pró-israel nos EUA), continuar a enchurrada de bilhões dólares para Israel e permanecer em silêncio sobre suas ações homicidas.

Para que o Estado de Israel ponha fim a sua campanha de assassinato, seria necessário antes de mais nada acabar com a dádiva generosa dos contribuintes americanos.

Israel é de longe o maior beneficiário da ajuda externa americana. Desde 1949, os Estados Unidos forneceram a Israel 101 bilhões de dólares em ajuda total, dos quais 53 bilhões foram em ajuda militar. Nos últimos 20 anos, Israel recebeu uma média de 3 bilhões de dólares anuais em subvenções.

O ataque "na frota humanitária recebeu o apoio" pleno "do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Depois do ataque assassino, Netanyahu cancelou a reunião marcada para esta semana com Obama.

Obama "expressou profundo pesar pela perda de vidas no incidente de hoje, e a preocupação com os feridos", disse em um comunicado divulgado pela Casa Branca. Ele "também manifestou a importância de saber de todos os fatos e circunstâncias em torno dos trágicos acontecimentos desta manhã, o mais rapidamente possível", segundo a CNN.

De forma a mais uma vez achar um pretexto para a barbárie israelense, a CNN disse que a vida dos fortemente armados e profissionalmente treinados soldados israelenses estavam em perigo depois que eles foram atacados por "violência física grave, incluindo fogo, armas, facas e paus."

CNN, naturalmente, não se preocupou em mencionar relatos de que tropas israelenses chegaram nos barcos já atirando. "Filme da embarcação mostrou soldados israelenses armados a bordo do navio e helicópteros sobrevoando. Israelenses atiraram indiscriminadamente em grupos de civis que estavam dormindo", relata o Pravda.
Vídeos de comandos israelenses disparando os "perigosos" pacifistas:







A rede globo de forma incompreensível publicou uma matéria com o seguinte título "Soldados Israelenses são atacados por supostos ativistas", mostrando um vídeo divulgado por Israel que tenta mostrar soldados sendo atacados.

1 de junho de 2010

Saiba quais assuntos que serão discutidos na reunião dos Bilderbergs deste ano!

Matéria Retirada do Site: A Nova Ordem Mundial

O grupo Bilderberg se encontrará mais uma vez nos próximos dias na Espanha. Para quem nunca ouviu falar, este grupo reúne as pessoas mais poderosas e influentes nas mais diversas áreas, e suas secretas reuniões ditam os governantes, políticas externas e ações militares para o próximo ano.

Daniel Estulin é um pesquisador que há vários anos vem pesquisando o grupo e através de fontes internas fornece ao mundo um pouco do que se passa nas reuniões do grupo. Ele concedeu uma entrevista ao site Corbett Report (que pode ser baixada aqui) detalhando os documentos.

Segundo os documentos que Daniel Estulin obteve de suas fontes dentro do secreto grupo, os assuntos a serem discutidos nas deliberações formais deste ano são:

1. O euro sobreviverá?
2. Desenvolvimento na Europa: Estratégia de saída da Europa... Ou aguardar?
3. Temos instituições para lidar com a economia mundial?
4. Grécia: Lições e Estratégias Prospectivas
5. Otan e do Afeganistão: a agenda prática para a Aliança
6. Irã e Rússia: ameaças econômicas e financeiras para a Aliança
7. As consequências da guerra contra o terrorismo
8. A influência de questões internas sobre a política externa americana
9.O Panorama para a Economia do Japão
10. O futuro do dólar E.U.: Cenários alternativos



Que os Bilderbergeres estão interessados em discutir a atual crise da economia européia não é nenhuma surpresa, especialmente porque a lista do grupo de participantes inclui muitos dos financiadores chaves e manipuladores que ajudaram a levar a atual crise à Europa. Pessoas que compareceram anteriormente incluem o atual Presidente da União Européia Herman Von Rompuy, que começou o trabalho como o primeiro presidente não-eleito da anti-democrática União Européia, após uma sessão especial de vinho e jantar com membros da comissão diretora do grupo Bilderberg.

No ano passado, ele anunciou o início do governo global, elogiando o papel crescente do G20 para lidar com a crise financeira global. Outros Bilderbergers chave incluem Jean-Claude Trichet, que como chefe do Banco Central Europeu foi determinante para ajudar a projetar o atual resgate bancário europeu, que se destina a incentivar a falência da Europa. Jean-Claude Trichet também recentemente apelou para um governo global para regular a crise econômica mundial, que seus colegas do grupo Bilderberg ajudaram a criar.

Aqueles que estão familiarizados com o antigo sonho do grupo Bilderberg de alcançar o governo global, através da criação de um quadro financeiro internacional não ficará surpreso por ver que um debate sobre a questão "Será que temos instituições para lidar com a economia mundial?" é a terceira ordem dos trabalhos da reunião deste ano. Também não será uma surpresa quando a pergunta for, inevitavelmente, respondida com a linha globalista padrão que as instituições internacionais como o FMI e o Banco Mundial devem ser "reforçados", e mesmo já tendo maiores poderes de regulamentação, como resultado das crises que eles trouxeram, exatamente como observadores do grupo vêm prevendo há anos. Na verdade, como Estulin observa em seu último livro, "Shadow Masters" (Mestres das Sombras), o ex-subsecretário de Estado americano George Ball expressou a ambição dos globalistas em um discurso na reunião Bilderberg de 1968 em Mont Tremblant, quando afirmou que eles estavam interessados no desenvolvimento de uma "empresa glogal" para substituir a "arcaica estrutura política dos Estados-nação"

Outros pontos da agenda estão exatamente em linha com as questões e os planos feitos na reunião do grupo Bilderberg do ano passado e as idéias debatidas no encontro dos Ministros das Finanças do G20 no ano passado, onde Estulin conseguiu se infiltrar-se através de suas fontes. O fato da aliança Irã-Rússia estar na agenda deste ano tem duas razões, não só porque um ataque contra o Irã fazia parte da reunião deste ano da Comissão Trilateral, mas porque, como observa Estulin na entrevista de hoje, indica que o real objetivo de agressão dos Bilderbergers contra o Iran é a desestabilização da Rússia, país que tradicionalmente tem sido uma pedra no sapato dos globalistas.

Talvez a única coisa que é surpreendente sobre a agenda vazada deste ano é que o grupo secreto, que não poupou esforços para se esconder da mídia e do escrutínio público, não tomou precauções necessárias para evitar que Estulin e suas fontes conseguissem esta informação mais uma vez. "Estou um pouco decepcionado com o Bilderbergers", disse ele por telefone da Espanha, onde reside atualmente. "Eu achava que eles teriam tomado certas precauções e medidas, especialmente vindo de meu país".

Embora a agenda é apenas um guia para as discussões do grupo maior e a real tomada de decisões tem lugar entre os principais membros do grupo, por trás de portas fechadas, ela serve como um indicador dos problemas e eventos que estão preocupando os globalistas nesta sensível estágio de sua operação, quando eles começam a realizar o sonho de instituir um governo global, através da fabricação de uma depressão global. Mesmo que esses planos começam a se concretizar, o povo da Islândia, Grécia e outros países desenvolvidos estão começando a levantar-se em massa para sacudir o jugo da opressão financeira e os principais Bilderbergers estão falando abertamente de seus medos de um despertar político global .

A conferência deste ano marca um novo nível de exposição e de oposição ao grupo Bilderberg. Daniel Estulin estará fazendo um discurso histórico no Parlamento Europeu em primeiro de junho, juntamente com Mario Borghezio, Nigel Farage, e outros deputados. Então Charlie Skelton, relatando mais uma vez para o jornal britânico Guardian, estará participando em um contra-conferência, onde aqueles que se opõem ao grupo e os seus processos secretos irão se reunir para chamar a atenção para o grupo.

30 de maio de 2010

Ministério da Saúde utiliza 12 mercenários virtuais para negar os perigos da vacina na internet

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Já havíamos mencionado neste blog quanto aos mercenários virtuais que o Ministério da Saúde estaria empregando para refutar de forma mentirosa as informações reais sobre a gripe Já havíamos mencionado neste blog quanto aos mercenários virtuais que o Ministério da Saúde estaria empregando para refutar de forma mentirosa as informações reais sobre a gripe suína que a população está finalmente tendo conhecimento.

Com uma dúzia de respostas padrão em mãos, estes funcionários entram em toda e qualquer comunidade do orkut, blogs e twitters, onde dúvidas a respeito da segurança da vacina estejam sendo discutidas, e colam suas respostas pré-preparadas sem jamais levar em conta as centenas de evidências que mostram que a gripe H1N1 não é o bicho de sete cabeças que tentam dizem ser, que a vacina é desnecessária e até mesmo perigosa.

Em um artigo da agência "O Estado", é dado mais informações sobre este grupo de funcionários e suas ações. O artigo fala sobre como o Ministério da Saúde montou uma "operação de guerrilha" para "reagir aos e-mails com boatos sobre a vacinação contra a gripe suína e esclarecer a população". Dizem ainda que "entre 8 de março e 26 de maio, foram 41.361 intervenções". De acordo com este artigo, a equipe é composta por 12 pessoas.

Apesar de não sermos pagos para isto, como estes mercenários, temos que continuar nosso trabalho de esclarecer com a verdade, com fatos reais, que vão contra as informações providas pelo ministério da saúde.

Vimos dias atrás, que o próprio ministério da saúde pisou na bola e entrou em contradição, ao emitir a nota relativa à vacina H1N1 e o teste de HIV, reconhecendo que a vacina H1N1 é feita com um processo diferente do das vacinas de gripe comum, e que por isto não se conhece todos os efeitos adversos. Como então podem afirmar categoricamente que a vacina é segura? Como podem afirmar que as dezenas, ou até centenas de mortes, abortos e casos graves de reação não foram provocados pela vacina? Antes haviam dito inúmeras vezes que a vacina utilizava o mesmo processo das vacinas de gripe comum, e que por isto não necessitaria tanto tempo para testes.

Esta é uma guerra de informação, a mentira e enganação contra a verdade e fatos reais. De pessoas corrompidas contra cidadãos de bem. Pesquise bem e não demorará muito para você descobrir de qual lado está a verdade.

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MSN Notícias: Gripe suína: governo usa internet para esclarecimentos
O Ministério da Saúde montou uma 'operação de guerrilha' para reagir aos e-mails com boatos sobre a vacinação contra a gripe suína e esclarecer a população. Além de responder cada mensagem eletrônica a respeito do suposto perigo da vacina, o ministério criou perfis em redes sociais como Twitter, Facebook, Orkut e Formspring.me (site de perguntas e respostas) como forma de ampliar a comunicação.

Resultado: entre 8 de março e 26 de maio, foram 41.361 intervenções. E a equipe responsável pelo serviço passou a ser convidada para dar palestras em outros órgãos públicos, como Ministério Público Federal, sobre como ampliar a participação na rede mundial de computadores.

O trabalho na internet começou em 2007, durante uma campanha de doação de órgãos, quando comunidades sobre o tema foram contatadas e repassaram as informações do ministério. E foi intensificado com a vacinação contra rubéola - o boato da época era que a imunização seria uma campanha de esterilização em massa.

A participação na rede ganhou força com o início da vacinação contra a gripe suína. "Em março, recebi até 40 e-mails por dia de pessoas perguntando se as informações daquele e-mail eram verdade", diz Marcier Trombiere, chefe da assessoria de Comunicação Social do ministério. A estratégia foi responder cada mensagem, replicando para todos os destinatários do e-mail e pedindo que a informação "correta e científica" do ministério fosse retransmitida. "O ministério foi impelido a trabalhar de forma ostensiva na internet", afirma. Hoje, o ministério tem uma equipe de 12 pessoas para monitorar a internet. O tempo médio de resposta é de 15 a 30 minutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


28 de maio de 2010

Espiral no céu do Canadá

Pessoas viram, fotografaram e até filmaram um evento extraordinário: uma espiral criada por um OVNI. O vídeo parece bom demais para ser verdade. O autor do vídeo garante, no entanto que foi filmado por uma das suas quatro câmeras instaladas em sua casa para filmar meteoros, o outro de dentro de um avião, no entanto o “theweatherspace.com” garante que recebeu fotografias de três fotógrafos diferentes e vídeos.
Mesmo assim, a grande possibilidade de ser uma montagem.

Kevin Martin, um morador da Califórnia do Sul, disse a TheWeatherSpace.com que ele era o fraudador. Ele até deu um exemplo de vídeo sobre como ele poderia fazê-lo. Alguns dizem que não é possível. Martin não estava muito certo sobre algumas perguntas que nós fizemos.

Martin tem negado a sua declaração.

"Eu vim até a mídia para acabar com isso, mas eu menti ao dizer que eu realmente criei a farsa", disse ele. "Algo aconteceu naquela noite. Se o vídeo é fake ou não as fotos pareçam convincentes. Ter o seu nome lá fora, é divertido às vezes, mas não é mais."

Martin está retraído, dizendo que ele foi coagido a ficar quieto por um visitante desconhecido na sua residência, na terça-feira à tarde e que ele não queria mais ser incluída no avistamento de OVNI sobre o oeste do Canadá.

Steven Murray contatado TheWeatherSpace após Martin ter vindo a publico.

"Alguém veio até mim no domingo e me disse para ficar quieto sobre o assunto. Eu não posso responder muito sobre o que eu vi, mas algo mais aconteceu no Canadá, isso não pode ser negado."

Murray pediu para não ser contatado por TheWeatherSpace.com sobre o assunto, a fim de protegê-lo e a sua família.

O que seja que ocorreu no Oeste do Canadá, na noite de 21 maio de 2010, nunca poderá ser resolvido, porém a verdade está lá fora.

Homem passa 18 meses vivendo sem dinheiro

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração


Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável.
Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental.
Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.
Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar.
"Foi o ano mais feliz da minha vida", disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, "e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro".
"Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto."
A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido "fantástico".

Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.
Ele também construiu um banheiro séptico - uma fossa - do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.
Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar - um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.
Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It ("Só por amor", em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples "bondade".
Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores.
Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que "a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje".
"Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela."
Sua mensagem, diz ele, é: "consuma um pouco menos".
"Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério."
"Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria."

27 de maio de 2010

O Império do Consumo

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

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O sistema fala em nome de todos, dirige a todos as suas ordens imperiosas de consumo, difunde entre todos a febre compradora; mas sem remédio: para quase todos esta aventura começa e termina no écran do televisor. A maioria, que se endivida para ter coisas, termina por ter nada mais que dívidas para pagar dívidas as quais geram novas dívidas, e acaba a consumir fantasias que por vezes materializa delinquindo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efémera, que se esgota como se esgotam, pouco depois de nascer, as imagens disparadas pela metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem tréguas, no mercado. Mas para que outro mundo vamos mudar-nos?

A explosão do consumo no mundo actual faz mais ruído do que todas as guerras e provoca mais alvoroço do que todos os carnavais. Como diz um velho provérbio turco: quem bebe por conta, emborracha-se o dobro. O carrossel aturde e confunde o olhar; esta grande bebedeira universal parece não ter limites no tempo nem no espaço. Mas a cultura de consumo soa muito, tal como o tambor, porque está vazia. E na hora da verdade, quando o estrépito cessa e acaba a festa, o borracho acorda, só, acompanhado pela sua sombra e pelos pratos partidos que deve pagar. A expansão da procura choca com as fronteiras que lhe impõe o mesmo sistema que a gera. O sistema necessita de mercados cada vez mais abertos e mais amplos, como os pulmões necessitam o ar, e ao mesmo tempo necessitam que andem pelo chão, como acontece, os preços das matérias-primas e da força humana de trabalho.

O direito ao desperdício, privilégio de poucos, diz ser a liberdade de todos. Diz-me quanto consomes e te direi quanto vales. Esta civilização não deixa dormir as flores, nem as galinhas, nem as pessoas. Nas estufas, as flores são submetidas a luz contínua, para que cresçam mais depressa. Nas fábricas de ovos, as galinhas também estão proibidas de ter a noite. E as pessoas estão condenadas à insónia, pela ansiedade de comprar e pela angústia de pagar. Este modo de vida não é muito bom para as pessoas, mas é muito bom para a indústria farmacêutica. Os EUA consomem a metade dos sedativos, ansiolíticos e demais drogas químicas que se vendem legalmente no mundo, e mais da metade das drogas proibidas que se vendem ilegalmente, o que não é pouca coisa se se considerar que os EUA têm apenas cinco por cento da população mundial.

"Gente infeliz os que vivem a comparar-se", lamenta uma mulher no bairro do Buceo, em Montevideo. A dor de já não ser, que outrora cantou o tango, abriu passagem à vergonha de não ter. Um homem pobre é um pobre homem. "Quando não tens nada, pensas que não vales nada", diz um rapaz no bairro Villa Fiorito, de Buenos Aires. E outro comprova, na cidade dominicana de San Francisco de Macorís: "Meus irmãos trabalham para as marcas. Vivem comprando etiquetas e vivem suando em bicas para pagar as prestações".

Invisível violência do mercado: a diversidade é inimiga da rentabilidade e a uniformidade manda. A produção em série, em escala gigantesca, impõe em todo lado as suas pautas obrigatórias de consumo. Esta ditadura da uniformização obrigatória é mais devastadora que qualquer ditadura do partido único: impõe, no mundo inteiro, um modo de vida que reproduz os seres humanos como fotocópias do consumidor exemplar.

O consumidor exemplar é o homem quieto. Esta civilização, que confunde a quantidade com a qualidade, confunde a gordura com a boa alimentação. Segundo a revista científica The Lancet, na última década a "obesidade severa" aumentou quase 30% entre a população jovem dos países mais desenvolvidos. Entre as crianças norte-americanas, a obesidade aumentou uns 40% nos últimos 16 anos, segundo a investigação recente do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Colorado. O país que inventou as comidas e bebidas light, os diet food e os alimentos fat free tem a maior quantidade de gordos do mundo. O consumidor exemplar só sai do automóvel par trabalhar e para ver televisão. Sentado perante o pequeno écran, passa quatro horas diárias a devorar comida de plástico.

Triunfa o lixo disfarçado de comida: esta indústria está a conquistar os paladares do mundo e a deixar em farrapos as tradições da cozinha local. Os costumes do bom comer, que vêem de longe, têm, em alguns países, milhares de anos de refinamento e diversidade, são um património colectivo que de algum modo está nos fogões de todos e não só na mesa dos ricos. Essas tradições, esses sinais de identidade cultural, essas festas da vida, estão a ser espezinhadas, de modo fulminante, pela imposição do saber químico e único: a globalização do hamburguer, a ditadura do fast food. A plastificação da comida à escala mundial, obra da McDonald's, Burger King e outras fábricas, viola com êxito o direito à autodeterminação da cozinha: direito sagrado, porque na boca a alma tem uma das suas portas.

O campeonato mundial de futebol de 98 confirmou-nos, entre outras coisas, que o cartão MasterCard tonifica os músculos, que a Coca-Cola brinda eterna juventude e o menu do MacDonald's não pode faltar na barriga de um bom atleta. O imenso exército de McDonald's dispara hamburguers às bocas das crianças e dos adultos no planeta inteiro. O arco duplo desse M serviu de estandarte durante a recente conquista dos países do Leste da Europa. As filas diante do McDonald's de Moscovo, inaugurado em 1990 com fanfarras, simbolizaram a vitória do ocidente com tanta eloquência quanto o desmoronamento do Muro de Berlim.

Um sinal dos tempos: esta empresa, que encarna as virtudes do mundo livre, nega aos seus empregados a liberdade de filiar-se a qualquer sindicato. A McDonald's viola, assim, um direito legalmente consagrado nos muitos países onde opera. Em 1997, alguns trabalhadores, membros disso que a empresa chama a Macfamília, tentaram sindicalizar-se num restaurante de Montreal, no Canadá: o restaurante fechou. Mas no 98, outros empregados da McDonald's, numa pequena cidade próxima a Vancouver, alcançaram essa conquista, digna do Livro Guinness.

As massas consumidoras recebem ordens num idioma universal: a publicidade conseguiu o que o esperanto quis e não pôde. Qualquer um entende, em qualquer lugar, as mensagens que o televisor transmite. No último quarto de século, os gastos em publicidade duplicaram no mundo. Graças a ela, as crianças pobres tomam cada vez mis Coca-Cola e cada vez menos leite, e o tempo de lazer vai-se tornando tempo de consumo obrigatório. Tempo livre, tempo prisioneiro: as casas muito pobres não têm cama, mas têm televisor e o televisor tem a palavra. Comprados a prazo, esse animalejo prova a vocação democrática do progresso: não escuta ninguém, mas fala para todos. Pobres e ricos conhecem, assim, as virtudes dos automóveis último modelo, e pobres e ricos inteiram-se das vantajosas taxas de juro que este ou aquele banco oferece. Os peritos sabem converter as mercadorias em conjuntos mágicos contra a solidão. As coisas têm atributos humanos: acariciam, acompanham, compreendem, ajudam, o perfume te beija e o automóvel é o amigo que nunca falha. A cultura do consumo fez da solidão o mais lucrativo dos mercados. As angústias enchem-se atulhando-se de coisas, ou sonhando fazê-lo. E as coisas não só podem abraçar: elas também podem ser símbolos de ascensão social, salvo-condutos para atravessar as alfândegas da sociedade de classes, chaves que abrem as portas proibidas. Quanto mais exclusivas, melhor: as coisas te escolhem e te salvam do anonimato multitudinário. A publicidade não informa acerca do produto que vende, ou raras vezes o faz. Isso é o que menos importa. A sua função primordial consiste em compensar frustrações e alimentar fantasias: Em quem o senhor quer converter-se comprando esta loção de fazer a barba? O criminólogo Anthony Platt observou que os delitos da rua não são apenas fruto da pobreza extrema. Também são fruto da ética individualista. A obsessão social do êxito, diz Platt, incide decisivamente sobre a apropriação ilegal das coisas. Sempre ouvi dizer que o dinheiro não produz a felicidade, mas qualquer espectador pobre de TV tem motivos de sobra para acreditar que o dinheiro produz algo tão parecido que a diferença é assunto para especialistas.

Segundo o historiador Eric Hobsbawm, o século XX pôs fim a sete mil anos de vida humana centrada na agricultura desde que apareceram as primeiras culturas, em fins do paleolítico. A população mundial urbaniza-se, os camponeses fazem-se cidadãos. Na América Latina temos campos sem ninguém e enormes formigueiros urbanos: as maiores cidades do mundo e as mais injustas. Expulsos pela agricultura moderna de exportação, e pela erosão das suas terras, os camponeses invadem os subúrbios. Eles acreditam que Deus está em toda parte, mas por experiência sabem que atende nas grandes urbes. As cidades prometem trabalho, prosperidade, um futuro para os filhos. Nos campos, os que esperam vêem passar a vida e morrem a bocejar; nas cidades, a vida ocorre, e chama. Apinhados em tugúrios, a primeira coisa que descobrem os recém chegados é que o trabalho falta e os braços sobram. Enquanto nascia o século XIV, frei Giordano da Rivalto pronunciou em Florença um elogio das cidades. Disse que as cidades cresciam "porque as pessoas têm o gosto de juntar-se". Juntar-se, encontrar-se. Agora, quem se encontra com quem? Encontra-se a esperança com a realidade? O desejo encontra-se com o mundo? E as pessoas encontram-se com as pessoas? Se as relações humanas foram reduzidas a relações entre coisas, quanta gente se encontra com as coisas? O mundo inteiro tende a converter-se num grande écran de televisão, onde as coisas se olham mas não se tocam. As mercadorias em oferta invadem e privatizam os espaços públicos. As estações de auto-carros e de comboios, que até há pouco eram espaços de encontro entre pessoas, estão agora a converter-se em espaços de exibição comercial.

O shopping center, ou shopping mall, vitrina de todas as vitrinas, impõe a sua presença avassaladora. As multidões acorrem, em peregrinação, a este templo maior das missas do consumo. A maioria dos devotos contempla, em êxtase, as coisas que os seus bolsos não podem pagar, enquanto a minoria compradora submete-se ao bombardeio da oferta incessante e extenuante. A multidão, que sobe e baixa pelas escadas mecânicas, viaja pelo mundo: os manequins vestem como em Milão ou Paris e as máquinas soam como em Chicago, e para ver e ouvir não é preciso pagar bilhete. Os turistas vindos das povoações do interior, ou das cidades que ainda não mereceram estas bênçãos da felicidade moderna, posam para a foto, junto às marcas internacionais mais famosas, como antes posavam junto à estátua do grande homem na praça. Beatriz Solano observou que os habitantes dos bairros suburbanos vão ao center, ao shopping center, como antes iam ao centro. O tradicional passeio do fim de semana no centro da cidade tende a ser substituído pela excursão a estes centros urbanos. Lavados, passados e penteados, vestidos com as suas melhores roupas, os visitantes vêm a uma festa onde não são convidados, mas podem ser observadores. Famílias inteiras empreendem a viagem na cápsula espacial que percorre o universo do consumo, onde a estética do mercado desenhou uma paisagem alucinante de modelos, marcas e etiquetas. A cultura do consumo, cultura do efémero, condena tudo ao desuso mediático. Tudo muda ao ritmo vertiginoso da moda, posta ao serviço da necessidade vender. As coisas envelhecem num piscar de olhos, para serem substituídas por outras coisas de vida fugaz. Hoje a única coisa que permanece é a insegurança, as mercadorias, fabricadas para não durar, resultam ser voláteis como o capital que as financia e o trabalho que as gera. O dinheiro voa à velocidade da luz: ontem estava ali, hoje está aqui, amanhã, quem sabe, e todo trabalhador é um desempregado em potencial. Paradoxalmente, os shopping centers, reinos do fugaz, oferecem com o máximo êxito a ilusão da segurança. Eles resistem fora do tempo, sem idade e sem raiz, sem noite e sem dia e sem memória, e existem fora do espaço, para além das turbulências da perigosa realidade do mundo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efémera, que se esgota como esgotam, pouco depois de nascer, as imagens que dispara a metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem tréguas, no mercado. Mas a que outro mundo vamos nos mudar? Estamos todos obrigados a acreditar no conto de que Deus vendeu o planeta a umas quantas empresas, porque estando de mau humor decidiu privatizar o universo? A sociedade de consumo é uma armadilha caça-bobos. Os que têm a alavanca simulam ignorá-lo, mas qualquer um que tenha olhos na cara pode ver que a grande maioria das pessoas consome pouco, pouquinho e nada, necessariamente, para garantir a existência da pouca natureza que nos resta. A injustiça social não é um erro a corrigir, nem um defeito a superar: é uma necessidade essencial. Não há natureza capaz de alimentar um shopping center do tamanho do planeta.

Belo Horizonte: Morte após reação adversa da vacina H1N1 - Família de jovem morta acusa Samu de omissão

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Parentes de Fernanda Carlos alegam que socorro precisou ser feito pelos Bombeiros


Uma acusação de omissão de socorro e a suspeita de que a morte tenha sido provocada por complicações após a aplicação da vacina contra a gripe suína marcaram, nesta segunda-feira (3), o sepultamento da eletricista Fernanda Martinha Carlos, 27 anos.

Segundo a família da jovem, que não possui laudos médicos que comprovem que a morte tenha sido provocada pela vacina, ela sentia fortes dores nas costas, febre alta e enrijecimento de um dos braços quando faleceu, na manhã do último domingo, no Pronto-Socorro Risoleta Neves, em Belo Horizonte.

No atestado de óbito foi registrada “causa desconhecida” para a morte de Fernanda. O corpo foi autopsiado no Instituto Médico-Legal (IML) e o laudo deve ficar pronto em 30 dias. A Secretaria de Saúde de Contagem informou que vai aguardar o laudo do IML sobre a causa da morte para determinar quais providências serão tomadas a respeito da vacina. Parentes de Fernanda prometem acionar a Justiça.

O tio da eletricista, o sargento do Corpo de Bombeiros Fábio Hermógenes, acusa o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de omissão de socorro. Ele conta que, por volta de 1 hora de domingo, Fernanda, que morava com os pais no Bairro Xangri-lá, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), apresentou agravamento dos sintomas que vinha sentindo há vários dias, segundo ele, desde que ela foi vacinada, no dia 12.

Meus pais ligaram para o Samu várias vezes pedindo que mandassem uma ambulância, mas a médica que atendeu disse que era apenas uma virose e receitou Paracetamol ou Dipirona”, afirmou Hermógenes. Fernanda foi socorrida por uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, mas sofreu complicações a caminho do Risoleta Neves, onde morreu.

Segundo o diretor do Samu em Contagem, Luiz Braun, os parentes de Fernanda não solicitaram ambulância, mas pediram apenas orientações sobre o que fazer. A conversa foi gravada.

Um dia antes, a eletricista chegou a ser internada no Hospital Municipal Odilon Behrens, na capital, com febre e dor torácica. “Ela era saudável, mas começou a passar mal depois que tomou a vacina”, afirmou Laudelino Carlos Filho, tio de Fernanda.

Em nota, a assessoria do Odilon Behrens informou que a eletricista recebeu alta após avaliação médica e exames de raio X e ecocardiograma. A avaliação do quadro clínico, informa a nota, não constatou, naquele momento, qualquer alteração que apresentasse risco de morte.

Reações adversas à vacina H1N1: Saiba porque a desculpa da alergia a ovo é falsa

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
Temos ouvido toda vez que ocorre uma reação adversa a mesma ladainha: "esta pessoa provavelmente tinha alergia a ovo".

Esta história de alergia a ovo é para tentar desviar todas as reações adversas como se fossem alergias a ovo. Estão colocando toda e qualquer reação no mesmo balaio, como se fosse por alergia a ovo.


Veja então o que nos diz no site da "Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia":

Flu Shots And Egg Allergy
People with egg allergy could have a reaction when given the flu vaccine because the vaccine may contain some amount of egg protein. Fortunately, even in individuals with confirmed egg allergy, flu vaccines may be administered under certain conditions by experienced physicians. Most reactions to flu vaccines are not due to egg-allergy.

Tradução:
Vacinas contra a gripe e alergia ao ovo
Pessoas com alergia a ovo podem ter uma reação quando receberem a vacina contra a gripe porque a vacina pode conter uma certa quantidade de proteína do ovo. Felizmente, mesmo em indivíduos com alergia a ovo confirmada, vacinas contra a gripe pode ser administrada sob determinadas condições, por médicos experientes.
A maioria das reações às vacinas contra a gripe não são devidos a alergia ao ovo.

Não passa de um subterfúgio para tentar justificar as centenas de mortes que tem ocorrido neste país devido à vacina. Alguém pode me perguntar: porque o governo teria interesse em esconder as reações adversas? Eu respondo: como eu postei algumas semanas atrás, que após a repercussão como o ministério da saúde não negou que nos contratos com as empresas farmacêuticas havia uma cláusula isentando-as de qualquer ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez. Na resposta do MS apenas diz: "Não temos essa informação". Como diz o ditado que quem não nega consente, podemos assumir que esta cláusula existe sim, e como qualquer ação na justiça iria recair sobre o governo, estão fazendo de tudo para negar que existe qualquer ligação causal da vacina e das dezenas mortes que já ocorreram.

25 de maio de 2010

Estadão: EUA ordenam expansão de atividades militares clandestinas no Oriente Médio

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
Mais incrível foi ver esta notícia no New York Times e no Estadão... Uma sumário para o artigo abaixo: "EUA está aumentando seu terrorismo externo para desestabilizar e obter controle do Iran."

WASHINGTON- O principal comandante americano no Oriente Médio ordenou uma ampla expansão de atividades militares clandestinas em um esforço para conter grupos militantes ou ameaças no Irã, Arábia Saudita, Somália e outros países da região, de acordo com oficiais de defesa e documentos militares revelados ao jornal The New York Times.

A ordem secreta, assinada em setembro pelo general David H.Petraeus, autoriza o envio de tropas de operações especiais dos Estados Unidos tanto para nações hostis como amigáveis no Oriente Médio, Ásia Central e África para reunir esforços e construir alianças com as forças locais.

De acordo com fontes oficiais, a ordem também abre caminho para possíveis ataques militares no Irã se tensões a respeito de seu programa nuclear aumentarem.

A medida ordenada por Petraeus estabelece o uso de pequenas equipes de soldados americanos para preencher lacunas de inteligência a respeito de grupos terroristas e outras ameaças no Oriente Médio, especialmente grupos que estejam organizando ataques contra os Estados Unidos.

Contudo, alguns oficiais do Pentágono temem que a expansão das atividades militares clandestinas tragam riscos. As atividades poderiam prejudicar as relações com governos aliados, como a Arábia Saudita ou Iêmen, ou incitar a raiva de nações hostis como o Irã e a Síria. Muitos militares também estão preocupados com a possibilidade de que soldados sejam tratados como espiões se capturados, e as convenções de Genebra para prisioneiros de guerra sejam negadas a eles.

As operações precisas autorizadas pela ordem não foram esclarecidas, assim como as ações já tomadas pelos militares para segui-la. O documento ao qual o NYT teve acesso dá poucos detalhes sobre missões ou operações de inteligência.

O texto de sete páginas aparenta autorizar operações específicas no Irã, em sua maioria para recolher informações de inteligência sobre o programa nuclear do país ou identificar grupos dissidentes que possam ser úteis para uma futura ofensiva militar. A administração Obama insiste em que, no momento, está compromissada em penalizar o Irã apenas com sanções diplomáticas e econômicas. O Pentágono teria que elaborar planos de guerra detalhados para estar preparado no caso de Obama autorizar um ataque.

[VIDEO] Obama clama por um governo mundial: "Nova Ordem Internacional"

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
No último sábado, Obama mostrou suas cores verdadeiras de NWO mesmo tendo evitado o popular chavão "Nova Ordem Mundial", substituindo "mundo" com "International." Ambas as palavras são sinônimos entre si.

Durante um discurso em West Point, Obama se comprometeu a ajudar na elaboração de uma "nova ordem internacional" para proteger a segurança dos EUA e destacou sua fé em instituições globais. Ele vê os EUA assumir um papel de destaque na formação de um novo mundo com valores democráticos globais.

Podemos comparar o seu discurso ao do presidente George Herbert Walker Bush em 1990 e 1991, pouco antes e novamente após o que se tornou conhecido como a Primeira Guerra do Golfo. O ancião presidente Bush falou dos "mil pontos de luz", em referência a uma "Nova Ordem Mundial" e repetiu a frase durante seu clamor por uma governança global. Obama está sinalizando seu compromisso com a causa iluminista e seus mestres de marionetes enquanto ele ordena medidas para acelerar o ritmo dos Estados Unidos rumo a um conflito militar no Médio Oriente.

Observamos que na semana passada, o presidente Obama silenciosamente ordenou um aumento da presença militar americana de forma maciça no Médio Oriente, constituído de transferências de grandes quantidades de munição para as bases americanas na região do Oriente Médio, juntamente com Super-porta-aviões de aeronaves da Marinha americana, o USS Truman, além de outros quatro grupos de porta-aviões que devem chegar à região nos próximos 60 a 90 dias.

O discurso do presidente Obama na principal universidade da América para a formação de futuros generais sugere que o presidente está enviando um sinal de confirmação de que ele está preparado ordenar às forças militares americanas em um compromisso que será mais um passo no cumprimento da agenda Illuminati para uma "nova ordem internacional" :
"aquele que pode resolver os desafios de nossos tempos". Ele passou a descrever esta "ordem" e sua agenda:

"A luta contra o extremismo violento e rebeliões; impedir a propagação de armas nucleares e segurança de materiais nucleares; a luta contra as alterações climáticas e sustentação do crescimento global; ajudar os países a se alimentar e cuidar dos seus doentes, a prevenção de conflitos e curar as suas feridas".
"Sim, estamos de olhos claros abertos sobre as deficiências do nosso sistema internacional. Mas a América não conseguiu se distanciar das correntes de cooperação internacional. Tivemos sucesso ao dirigir estas correntes no sentido da liberdade e da justiça - por isso as nações prosperam ao cumprir suas responsabilidades e encaram as conseqüências quando não".

O presidente também afirmou que, sob sua liderança, os EUA continuarão a desenvolver uma estratégia de "renovação nacional e liderança global". Enquanto discursava à turma deste ano de novos oficiais na academia militar de West Point, o presidente também pediu aos civis americanos para atender a chamada ao serviço da nação, garantindo o futuro econômico da América, educar seus filhos e enfrentar os problemas da pobreza e da mudança climática. Ele disse que o país deve seguir sempre o que ele chamou de "direito universal" enraizado na Constituição.

"Vamos promover estes valores acima de tudo vivendo eles - através de nossa fidelidade ao Estado de Direito e à nossa Constituição, mesmo quando for difícil, e através do nosso compromisso de sempre buscar uma união mais perfeita".

As observações do presidente acontecem ao mesmo tempo que a União Européia oscila à beira do colapso e do "esquecimento", e quando Obama se prepara para revelar ainda esta semana sua primeira estratégia de segurança nacional. Será o seu esboço oficial para a multidão de iluministas e da Nova Ordem Mundial de seus planos para cumprir a agenda iluminista que traz um novo ditador global, sob o pretexto da democracia global.

Devemos notar também que o sinal do presidente para que os seus mentores iluministas também vem depois de ele ter despedido o Diretor Nacional de Inteligência, Dennis Blair, na quinta-feira depois que uma série de reuniões, nas quais surgiu uma grande diferença de opinião entre Blair e o presidente em assuntos de segurança nacional. Informantes de Washington relatam que a dispensa de Blair envolveu tentativas de Blair de controlar as principais opiniões e conclusões de inteligência e de influenciar a política da Casa Branca em vez de deixar as decisões a cargo do presidente. Pessoas próximas do governo americano também relatam que vários funcionários da agência de inteligência reclamaram confidencialmente que o presidente Obama está "micro-gerenciando" a política externa e a segurança nacional, em vez de deixar as decisões para os vários chefes de departamento. Também sugerem que Blair estava interferindo com a agenda da Nova Ordem Mundial, provavelmente apenas na medida em que ele foi mais cauteloso na abordagem que o cronograma que os mestres de fantoches exigem.

Gostaria de observar que o cronograma iluminista para realizações de sua agenda parece estar se movendo em um ritmo acelerado em um esforço para cumprir a meta de instalar um novo governo global até dezembro de 2012.