5 de abril de 2010

[Carta de um médico] Gripe Suína: Admirável Gado Novo

Matéria Retirada do Blog/Site: A Nova Ordem Mundial

Eu lí este post no site mídia sem máscara, escrito por Carlos Reis, médico, e gostaria de compartilhar com voces.

Esqualeno, mercúrio (timerosal), formaldeído e Triton X 110: substâncias tóxicas estão presentes nas vacinas a serem aplicadas na população brasileira. Em todo o mundo, há polêmicas, pesquisas, e processos contra a indústria farmacêutica.No Brasil, nada! A classe médica, o governo e a imprensa simplesmente desconversam e se omitem.

"Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são".
Bertrand Russel, O Impacto da Ciência Sobre a Sociedade, pg 50, 1953

A questão da vacinação contra o vírus A H1N1 é controversa no mundo todo. Pelo menos para aqueles que têm o mínimo de informação. Mas aqui no Brasil o assunto não existe, a questão é vazia, o silêncio unânime. Ou quase. São poucas as ovelhas que berram e muitos os lobos que salivam. Salivam duplamente, porquanto continuam à solta, vacinando obsessivamente e faturando alto no mercado internacional e nacional da vaidade e do poder.

Eu dividiria a questão em quatro partes, segundo as informações que disponho. Nesses últimos dias ficou-se se sabendo que uma instância da ONG européia a Council of Europe, a PACE (Parliamentary Assembly Council of Europe), uma espécie de concorrente alternativa à União Européia, esta sob domínio da Nova Ordem Mundial e suas instituições (ONU, União Européia, Council on Foreign Relations (CFR), Club Bilderberg, etc.), está oferecendo uma denúncia articulada contra a Organização Mundial de Saúde. Argumenta essa instituição européia que a OMS agiu e age de forma precipitada a levantar suspeitas na questão da vacinação contra o vírus A H1N1. A PACE congrega 43 países membros e não pode ser desprezada, embora a inegável posição ideológica de seus membros ao defender causas da esquerda européia. Tal ONG, entretanto, é muito mais lúcida e sadia do que suas contrapartes tupiniquins que pretendem as mesmas "transformações sociais" sem contar com meios fascistas de implementá-las ou apelar à desinformação turbinada por uma imprensa inconseqüente. Uma de suas causas é o combate e a denúncia da indústria farmacêutica, seus lucros indecentes e métodos reprováveis.

No caso em questão da vacinação a PACE denuncia o conflito de interesses entre a OMS e o Big Pharma. Quase ninguém sabe no Brasil que a OMS é orientada por um comitê muito seleto, chamado SAGE (sábio, em inglês),Strategic Advisory Group of Experts, que orienta as ações da OMS e é por ela composto por livre e irrecorrível nomeação. Onze dos seus vinte membros, no entanto, são representantes da indústria. A PACE denuncia então o conflito de interesses de seus membros, muitos ligados formalmente a empresas farmacêuticas. Quanto aos lucros, transparece claramente as vantagens de tal associação. A SANOFI-AVENTIS, por exemplo, subiu seu faturamento em 11% em época de pandemia, "no ano record de 2009", e que conforme seus registros amealhou 7,8 bilhões de euros. Segundo Paul Flynn, o deputado socialista da PACE que faz a denúncia, esses membros agem de acordo com os interesses da indústria, influindo assim em decisões importantes como a da classificação de pandemias. Isso explicaria a elevação de categorias de 1 a 6, o caso da H1N1, como aconteceu em junho de 2009. Tal decisão viciada na origem desencadeou uma onda vacinal nos países membros da OMS, por intermédio dos respectivos governos. Até o governo brasileiro poderia alegar que cumpria ordens caso em que ele fosse acionado ou responsabilizado. Mas, make no mistake, é mais fácil um camelo entrar em um buraco de agulha.

Nesta primeira parte está a questão do poder, do conflito de interesses entre a OMS e governos, com a indústria farmacêutica, tornado possível pela alteração de critérios por parte da OMS na decretação de pandemias. É quase consenso no mundo todo entre cientistas não comprometidos pelo Big Pharma e livres de compromissos políticos e econômicos com governos, que essa "pandemia" foi no mínimo exagerada, que a doença em si não necessitava tanto gasto e tanta ansiedade. Assim se manifestou o Dr. Marc Lipsitch da Harvard University emhttp://inform.com/health/swine-flu-outbreak-severe-feared-study-770673a, médico insuspeito porquanto é um dos defensores da vacinação segura. Ele não discute a utilidade e a necessidade da vacinação, desde que conforme com os padrões há muito estabelecidos.

O fato é que gerou-se medo na população mundial, mesmo em países esclarecidos e ainda democráticos, onde existe o dissenso e inexiste a intimidação fascista insuflada por uma imprensa tão dócil quanto "companheira", o caso brasileiro por excelência. Em alguns países, notadamente na Polônia, houve uma reação radical: não há campanha vacinal por iniciativa do próprio governo polaco. Pelo contrário, investiga-se criminalmente algumas indústrias farmacêuticas por práticas irresponsáveis e danosas à saúde pública.

O Brasil é o segundo ponto. Aqui não há debate. Não há grupos organizados. O silêncio de todas as partes envolvidas é total. Quase todos os médicos quando sabem alguma coisa, ou ouviram falar em algo, se evadem do problema, comportando-se como inocentes úteis, fenômeno bem conhecido na ascensão do socialismo no país. A maioria esmagadora ignora por completo tudo e há muito tempo. Assim é também em outras questões onde o vínculo e a unidade de orientações nem nos deixa saber o que é Educação e o que é Saúde, esferas confundidas em torno de um projeto socialista de poder. Estarei sendo antiético nessa declaração? O governo faz o que quer. Não presta contas e ninguém pede para saber. O Congresso é ausente completo. Ninguém sabe nada, quanto custa, quanto se gasta, como se gasta. Concomitantemente a população é aterrorizada pela grande imprensa, parecendo ser acionada por controle remoto do Planalto e adjacências. Neste instante, outono, a mídia já criou o medo para o inverno de 2010. Repete a histeria do ano passado. Pergunto se a ausência de qualquer reação organizada não é sinal patognomônico (sinal claro, específico e inequívoco), de grave alienação social e profissional. A ausência de reação é um claro sinal de paralisante dissonância cognitiva. Por isso não adianta diante dessa anormalidade censurar a voz isolada, a fraca voz da ovelha, seu último méée. Quem faz isso é fascista, ou idiota útil na classificação de Lênin.

O terceiro ponto que quero abordar é o da confusão incompetente da Saúde Pública do Brasil e seus órgãos inflamados, inchados de soberba e dinheiro. Com as mãos livres publicam desmentidos mentirosos contras as fracas vozes; atrapalham-se freqüentemente voltando atrás em ordens de procedimentos, tornando claro assim a pressa gananciosa, a ânsia de parecerem heróis salvadores para um problema que eles mesmos e seus associados internacionais criaram. Regras, bulas e protocolos são violados impiedosamente para o maior risco da população, e quem ousa denunciar a trapalhada é tachado de terrorista e produtor de pânico entre a população. Protegidos pela mídia cúmplice fabricam estatísticas auto-elogiosas, como a do primeiro de abril, em que o IBGE afirmou que a "Saúde melhorou muito desde 2003". Que coincidência, ano de início do governo Lula! Chegaram ao cúmulo cínico de afirmar que o "povo brasileiro agora se interna menos em hospitais porque tem mais consciência", e não porque não há hospitais e leitos suficientes para 185 milhões de brasileiros. Mentiras assim e auto-propagandas como essas não são sem fundamento - elas ocorrem no momento da criação do pânico fazendo o povo acreditar que eles estão corretíssimos, e em especial no caso da campanha vacinal da moda. E tudo isso em um ano eleitoral. Aqui a epígrafe acima é exemplar. Lembrem musicalmente agora o título do artigo: "E, eô, vida de gado, povo marcado. Ê, povo feliz". (Admirável Gado Novo, Zé Ramalho)

Por fim, a questão mais importante. Os tóxicos produtores de doenças terríveis presentes nas vacinas do povo "marcado". Observem o silêncio quanto ao esqualeno do Instituto Butantã, segredo bem guardado traído inadvertidamente pelo Jornal Nacional de 16/03. http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1532456-10406,00-TIRE+SUAS+DUVIDAS+SOBRE+VACINA+DA+GRIPE+HN.html.

O esqualeno é temido nos Estados Unidos, traumatizados com 8 mil mortos na Guerra do Golfo e muitos mais inválidos. O outro tóxico é o mercúrio, que está presente sim na vacina da SANOFI, e ele produz autismo. As provas são incontáveis. Os trabalhos são indesmentíveis. No Brasil? Não, no Brasil não! O Brasil está estéril. Experimentem pedir dinheiro (grant) institucional para pesquisas sobre o esqualeno. O país está mergulhado em um assustador obscurantismo intelectual, cultural, científico e moral. Só existe dinheiro para puxa-sacos alinhados aos governos de patrocinadores interessados. Vejam a relação de pesquisas no exterior sobre o assunto:

1) Both Presidential Candidates
2) Director of the CDC
3) Former head of the NIH and American Red Cross
4) Chair of the U.S. House Science Subcommittee on Investigations
5) Dr. Jon Poling, Pediatric Neurologist
6) HHS Vaccine Safety Working Group
7) CDC Vaccine Safety Research Agenda
8) Medical personnel at HHS Vaccine Injury Compensation Program
9) Members of the Strategic Planning Workgroup of the IAC Committee
10) Clinical Immunization Safety Assessment Network - CISA
11) Autism researchers at Johns Hopkins University Medical School
12) America's health insurance companies
13) Autism Speaks
14) The United Mitochondrial Disease Foundation
15) Dr. Peter Fletcher, former Chief Scientific Officer at the UK Department of Health

Na Inglaterra há processos contra o presidente de uma instituição equivalente ao nosso Conselho Federal de Medicina, David Salisbury, um dos "sábios" mais influentes do big pharma por envolvimento e acobertamento de casos criminosos. Lá os casos de autismo produzidos pelo mercúrio (thimerosal, que o porta-voz tupiniquim ousou negar presente na vacina) das vacinas se arrastam nos tribunais. Cito no original (origem abaixo nas referências):

Thimerosal-containing vaccines are a major causal factor in autism. Thimerosal in vaccines has been, and still is, a major causal factor that underlies most diagnoses of an autism spectrum disorder as well as many other developmental and childhood disorders, In addition, there is evidence that MMR vaccine is a causal factor in some cases where a child is subsequently diagnosed with regressive autism.

A reação do lobby criminoso farmacêutico às denúncias do Council of Europe foram dramáticas. Se perderem as causas os laboratórios terão que pagar indenizações bilionárias às suas vítimas. É para evitar essa possibilidade que a "Ministra" da Saúde Kethleen Sibelius do governo Obama criou um decreto no ano passado proibindo ações judiciais contra as indústrias. Por que seria? A quem aproveitaria? Diante disso, nos EUA organizou-se rapidamente uma defesa contra esse ato fascista o que levou a alguns exageros. O governo brasileiro oportunísticamente se agarrou a esses exageros, desviando o foco da questão. Mas exagero é sustentar uma condição de pandemia, contrária a todos os fatos e números. Mas quem começou o terror? Quem tiver que responder a essa questão terá que levar em conta quem começou primeiro a infundir pânico na população.

Por outro lado, no início de tudo está a implicação que esse vírus foi fabricado nos mesmos laboratórios que fabricam vacinas. E isso ocorre há anos. É exemplar disso a patente da vacina da Baxter com data anterior à existência do vírus A H1N1 (vejam nas notas o arquivo pdf Baxter Vaccine Patent Application).

Voltando ao Brasil, a vacina brasileira contém, além disso, formaldeido e Triton X 100, compostos usados na indústria metal-mecânica, metalúrgica, e que não podem passar por inofensivos estabilizadores ou detergentes surfactantes. Isso nunca é discutido no Brasil. Atemorizada, a universidade brasileira é 100% omissa. Ignorante, a minha classe profissional se aliena dolorosamente. Não sabe e tem raiva de quem sabe. A única energia que tem é para perfilar-se do lado oficial, para garantir-se nos cargos, funções, sinecuras, e atacar quem, mesmo sem a acuidade técnica, ou a titulação que o governo do presidente semi-analfabeto dá tanta importância, mas com o cuidado com o princípio do no harm, esquecido pelo governo brasileiro, busca proteger e informar a população vítima. Por isso é sempre mais fácil caçar bruxas, censurar médicos, intimidar funcionários subalternos na cadeia vertical interminável de incompetência e irresponsabilidade. Querem vacinar-nos? Então nos entreguem vacinas mais seguras.

Matéria Completa está AQUI

4 de abril de 2010

Jun/2009: Polônia desconfiada da vacinação contra a gripe suína

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Esta é foi uma notícia de junho de 2009, do Jornal Taiwan News.

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse que seu governo não vai comprar vacinas para a gripe suína que não tenham sido devidamente testadas, ou de produtores que não assumirem a responsabilidade por possíveis efeitos colaterais.

Tusk disse a repórteres sexta-feira que os produtores de vacina estavam pressionando os governos a comprarem, mas também exigindo que toda a responsabilidade e compensação por possíveis efeitos colaterais recaissem sobre os governos que comprassem o medicamento.

Ele ressaltou que os poucos casos de gripe suína na Polónia foram leves e nenhuma morte foi relatada.

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O conselho da europa investigou a OMS e acusou tacitamente desta ter beneficiado os laboratórios farmacêuticos quando diminuiu o critério para declarar pandemia (nível 6). A ministra da franca foi interrogada e criticada duramente.

3 de abril de 2010

Mercenários do Ministério da Saúde tomam conta da internet

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

O ministério da saúde contratou dezenas de pessoas para invadirem blogs e redes sociais tais como orkut e facebook, com o intuito de divulgar as desinformações do ministério da saúde e tentar desmentir quaisquer verdades que sejam ditas on-line. Alguns deles assinam como representantes do ministério da saúde, como esta fernanda.scavacini@saude.gov.br, e outros tentam se passar como pessoas comuns.

Update: Todos os meus posts foram excluídos da comunidade "Gripe suína - A - Swine Flu" (neste e neste tópico) e o meu usuário do orkut foi impedido de postar nesta comunidade. Mais uma prova de que existe um controle para que informação genuína e comprovada n
ão chegue a população. Colabore e ajude a divulgar estas informações nesta comunidade.
Update2: Perguntei com meu outro perfil porque o ministério mantém alguém monitorando esta comunidade e censurando posts. N
ão deu outra, meu outro usuário teve removido seus posts e bloqueado de postar na comunidade. A seguir ele respondeu a alguem que havia perguntado o porque de ter deletado e banido da comunidade: "Sim...cheguei a pedir para ele parar com essa historia. Mas não adiantou." Desnecessário dizer que nao houve pedido algum.
Mais uma prova de quem está por trás desta comunidade.

Na página inicial da comunidade diz "O MINISTÉRIO DA SAÚDE APÓIA A COMUNIDADE". Deveriam mudar para "O MINISTÉRIO DA SAÚDE ESTÁ MONITORANDO E CENSURANDO ESTA COMUNIDADE".

Um destes mercenários é o Flávio. Sem nenhuma informação em seu perfil, ele fica praticamente 24hs no orkut expalhando desinforma
çao de forma arrogante e tentando caracterizar qualquer informação genuína como conspiração, sem jamais olhar para as evidencias. Ele ficam incansavelmente copiando e colando notas do G1 e da Globo sobre boatos irresponsáveis em relação a gripe suína.

Mais Informações: http://www.anovaordemmundial.com/

Documento de Estratégia de Vacinação Nacional Contra H1N1 Prevê Doenças Graves como Guillan Barre

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Update: Aparentemente o site da anvisa esta em manutenção. Eu fiz um upload deste documento que pode ser visualizado aqui. O documento pode ser vizualizado diretamente no fim deste post.

A ANVISA lançou, em 12 de março, uma versão atualizada do Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação – H1N1. Neste documento, pode ser encontradas informações sobre os tipos de vacinas aplicados, esquema vacinal para os diversos grupos populacionais e, é claro, os eventos adversos esperados (EAPV). Aí é que começa a ficar interessante.

Este documento pede especial atenção para os seguintes eventos adversos graves:



O documento descreve as características da SGB, além de critérios diagnósticos. Informa, por exemplo, que a gravidade máxima da SGB poderá ser atingida em quatro semanas,

  • Encefalites, encefalomielites e mielites

Basicamente são processos inflamatórios no sistema nervoso central. A principal manifestação clínica na encefalite é representada por alteração do comportamento ou do estado de consciência do paciente, o qual varia desde irritabilidade, agitação, delírio, desorientação até sonolência, embotamento e coma.

  • Neurite óptica
É uma inflamação do nervo óptico que pode causar perda parcial súbita da visão do
olho afetado.
  • Anafilaxia
Também conhecida por reação de sensibilidade imediata tipo I de Gel e Coombs é uma emergência médica de instalação súbita e inesperada, com manifestações clínicas iniciando em segundos ou minutos após a exposição à substâncias ou alergenos (vacina)
administrados.
  • Morte súbita e inesperada
A morte súbita, quando se excluem todas as causas violentas de óbito (homicídio,
suicídio, envenenamento, traumas, acidentes, etc.) é definida como morte instantânea ou
dentro de 24 horas após o início dos sinais e sintomas que não se pode explicar. Morte
súbita é aquela que se produz rapidamente em um indivíduo aparentemente em boa saúde
até então.

Vemos então que estas informações não estão sendo devidamente divulgadas. Existem chances reais de estes efeitos adversos já estarem acontecendo. Vejamos por exemplo o caso da criança de menos de 2 anos que morreu no Pará. Não houve nenhuma divulgação do caso.

Neste documento existe uma grande lista de órgãos responsáveis pela coleta das informações de reações adversas. Estou entrando em contato com eles para tentar conseguir alguns dados. No entanto, eu duvido muito que irão liberar tais informações. Eu lhes manterei informados.

Protocolo de Vigil an CIA Eapv h1n1 12032010

Protocolo de Vigil an CIA Eapv h1n1 12032010

2 de abril de 2010

A verdade sobre o 31 de março de 1964

Matéria Retirada do Site: Inacreditável

A deposição de João Goulart e a luta contra o terror comunista no Brasil envolveram realidades muito diferentes das que hoje são difundidas pela propaganda esquerdista na mídia e salas de aula.
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No dia 31 de março próximo faz quarenta anos que foi deposto o Presidente da República, João Goulart. Uns chamam esse acontecimento de golpe militar, outros de tomada do poder, alguns outros de Revolução de 1964. Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de 1964.
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Publicado originalmente em 24 de março de 2004 - NR

Vou lhes explicar o meu ponto de vista ao longo deste artigo. Espero que ao final vocês tenham dados suficientes para julgar se estou certo. Vocês foram cansativamente informados por seus professores, jornais, rádios, TV e partidos políticos de que:

- os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas moralizantes fossem feitas;


- para combater os "generais que usurparam o poder" os jovens da época uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela "redemocratização" do país;


- os militares assim agiram a mando dos Estados Unidos, que temiam o comunismo instalado no Brasil;


- jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia para lutar contra a ditadura e pela redemocratização do país.


Com quantas inverdades fizeram a cabeça de vocês! E por que essas mentiras são repetidas até hoje? Foi a maneira que eles encontraram para tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo soviético, cubano ou chinês no Brasil.


Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o seu intento. Vocês, que não viveram essa época, acreditam piamente no que eles dizem e se revoltam contra os militares.


Vamos aos fatos, pois eu vivi e participei dessa época.


Em março de 1964 eu era capitão e comandava uma bateria de canhões anti-aéreos do 1º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, em Deodoro, no Rio de Janeiro.


A maioria dos oficiais que serviam no 1º Grupo de Artilharia AAe, entre eles eu, teve uma atitude firme para que o Grupo aderisse à Contra-Revolução.


Eu era um jovem com 31 anos. O país vivia no caos. Greves políticas paralisavam tudo: transportes, escolas, bancos, colégios. Filas eram feitas para as compras de alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas era incentivada pelo governo. Revolta dos marinheiros no Rio; revolta dos sargentos em Brasília. Na minha bateria de artilharia havia um sargento que se ausentava do quartel para fazer propaganda do Partido Comunista, numa kombi, na Central do Brasil.


Isso tudo ocorria porque o governo João Goulart queria implantar as suas “reformas de base” à revelia do Congresso Nacional. Pensava, por meio de um ato de força, fechar o Congresso Nacional com o apoio dos militares "legalistas".


Vocês devem estar imaginando que estou exagerando para lhes mostrar que a Contra-Revolução era imperativa naqueles dias. Para não me alongar, vou citar o que dizem dois conhecidos comunistas:


Depoimento de Pedro Lobo de Oliveira no livro A Esquerda Armada no Brasil: "Muito antes de 1964 já participava na luta revolucionária no Brasil na medida de minhas forças. Creio que desde 1957. Ou melhor, desde 1955... Naquela altura o povo começava a contar com a orientação do Partido Comunista.”


Jacob Gorender, do PCBR, escreveu no seu livro Combate nas Trevas: "Nos primeiros meses de 1964, esboçou-se uma situação pré-revolucionária e o golpe direitista se definiu, por isso mesmo, pelo caráter contra-revolucionário preventivo. A classe dominante e o imperialismo tinham sobradas razões para agir antes que o caldo entornasse.”


Diariamente eu lia os jornais da época: O Dia, O Globo, Jornal do Brasil, Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias, etc... Todos eram unânimes em condenar o governo João Goulart e pediam a sua saída, em nome da manutenção da democracia. Apelavam para o bom senso dos militares e até imploravam a sua intervenção, para que o Brasil não se tornasse mais uma nação comunista.


Eu assistia a tudo aquilo com apreensão. Seria correto agirmos para a queda do governo? Comprei uma Constituição do Brasil e a lia seguidamente. A minha conclusão foi de que os militares estavam certos ao se antecipar ao golpe de Jango.


Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e evitar o caos. Não tinhamos que defender o governo; tinhamos que defender a nação.


O povo foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, no Rio, São Paulo e outras cidades do país. Todos pedindo o fim do governo João Goulart, antes que fosse tarde demais.


E, assim, aconteceu em 31 de março de 1964 a nossa Contra-Revolução.


Os jornais da época (O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil; Tribuna da Imprensa e outros ) publicaram, no dia 31 e nos dias seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude dos militares. Os mesmos jornais que hoje combatem a nossa Contra- Revolução.


Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta fraticida, pensando que lutavam contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos acreditam nisso até hoje. Na verdade, tudo já estava se organizando. Em 1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural.


Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se organizando? Julião já treinava na época as suas Ligas Camponesas, que eram muito semelhantes ao MST de hoje, só que sem a organização, o preparo, os recursos, a formação de quadros.


E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os cooptaram para as suas organizações terroristas.


Então, começou a luta armada.


Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler; seqüestros de embaixadores estrangeiros no Brasil .


A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis e a policiais aconteciam com freqüência.


Nessa época, eles introduziram no Brasil a tática de obter dinheiro com assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais. Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de hoje.Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.


As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam , sozinhas, impor a lei e a ordem.


Acuado, perdendo o controle da situação, o governo decretou o AI-5, pelo qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato arbitário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia deixar destruir.


Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais, criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de Informações ( DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o Exército seleciononou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos. Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens da Exército.


Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37 anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano de 1970, fui chamado ao gabinete do comandante do II Exército, general José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: "Major, o senhor foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com dignidade".


A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças freqüentemente.


Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.


Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do nosso Exército trabalhasse tranqüilo e em paz.


Apreendemos em "aparelhos" os estatutos de, praticamente, todas as organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de um regime comunista em nosso país.


Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.


Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal Militar. Então, nós passamos a ser os " torturadores".


Hoje, como participar de seqüestros, de assaltos e de atos de terrorismo passou a contar pontos positivos para os seus currículos, eles, posando de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações. Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus " torturadores" e somos os verdadeiros perseguidos politicos. As vítimas do terrorismo até hoje não foram indenizadas.


Houve 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas (estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados). 43 eram civis que estavam em seus locais de trabalho; 34, policiais militares; 12, guardas de segurança; 8, militares do Exército; 3 agentes da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2 militares da Aeronáutica; um major do Exército da Alemanha; um capitão do Exército dos Estados Unidos; um marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.


A mídia fala sempre em "anos de chumbo", luta sangrenta, noticiando inclusive que , só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto o Grupo Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos, dos dois lados.


Na Argentina as mortes ultrapassarm 30.000 pessoas; no Chile foram mais de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo. Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem um terço do seu território dominado pelas FARC.


Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos. Por que essa disparidade? Porque no Brasil dotamos o país de leis que permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.


No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser alcançada de outras formas.


Já se declarou, inclusive, que: "a ação militar naquele período não foi institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi uma ação paralela".


Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens, estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .


Mas as coisas não se passavam assim. Nós, que fomos mandados para a frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam, também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão responsáveis como nós.


Acontece que o nosso Exército fazia muito tempo que não era empregado em ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.


Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos. Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos bandidos. Como escrevi em meu livro "Rompendo o Silêncio", terrorismo não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, que aconteceu nos países vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.


Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se ao fato de que era preciso manter a ordem no país.


Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de brasileiros teriam sido fuzilados no "paredón" ( em Miami em fevereiro, foi inaugurado, por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da ditadura de Fidel Castro).


Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo voto popular. Esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de quarenta anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos.



31 de março de 2010

Os escravos dos juros

Fontes: A Conspiração e Inacreditável

Nós temos um sistema monetário feudal

“Deixar seu dinheiro trabalhar” – o que parece soar bem, encobre todavia o fato de que é outra pessoa que deve trabalhar para que alguns obtenham rendimentos com juros. E este “outra pessoa” não tem a menor chance de se livrar da escravidão dos juros. Como os juros, via de regra, não podem ser pagos (principalmente aqui os juros da dívida pública – NR), forma-se uma sociedade de escravos dos juros, cuja bancarrota está pré-programada.

A crise financeira não é na realidade uma “crise financeira”, mas sim uma crise do sistema de papel moeda. Para se entender melhor e poder avaliar as conseqüências, deve-se saber o que seja dinheiro: dinheiro não é nada mais do que dívida.

Não existe dinheiro per se, mas sim somente dívidas, e os correspondentes títulos de dívida, que nós chamamos de “dinheiro”. O papel-moeda é uma promissória para exigir de volta a dívida. Todavia, não é somente questionável se isso funciona. Praticamente é impossível – devido aos juros.

Os bancos não emprestam o dinheiro existente, eles fornecem crédito. Isso quase não é observado, mas faz uma importante diferença. Dinheiro é criado do nada e totalmente desprovido de esforço próprio, simplesmente através do apertar de um botão do sistema bancário, do qual as empresas, Estado e cidadãos devem tomá-lo emprestado contra o pagamento de juros.

O dinheiro necessário para o pagamento está girando, todavia não o dinheiro para os juros. Este deve ser emprestado novamente do sistema bancário contra novos juros. Se todos fossem saldar suas dívidas, não haveria mais dinheiro, mas sim as dívidas dos juros.

Não importa por quanto tempo este jogo seja jogado, a soma de todo o dinheiro existente será sempre menor que a soma de todas as dívidas mais os juros. Por isso os bancos precisam sempre de garantias. Todo ano cerca de 5% destas devem ser leiloadas, caso elas não possam ser mais refinanciadas através de novas dívidas com ainda mais juros.

Isso é matemática elementar. Assim que as pessoas não queiram mais se endividar ou não apresentem mais garantias, todo este golpe do dinheiro desmorona. Este acontecimento aparece forçosamente, pois as dívidas crescem exponencialmente e as garantias, entretanto, não podem acompanhar em um mundo limitado.

Ao final do sistema, o Estado tem que atuar sobre esta lacuna de dívida através da dívida pública de crescimento explosivo. Somente o Estado passa então a ser ainda um devedor confiável, pois ele pode desapropriar “na marra” seus cidadãos.

Com métodos fascistas, como a limitação dos direitos civis, a eliminação do sigilo bancário, a instauração de um Estado Controlador (tudo justificado com fantasiosos perigos), o sistema é mantido vivo artificialmente ainda por um tempo. Mas aqui também existem limites, os quais são alcançados o mais tardar quando os pagamentos dos juros dos Estados superarem o ganho bruto de todos os cidadãos.

Através da necessidade permanente inserida no sistema monetário – sempre contra novas dívidas para os juros e juros dos juros – aparece por um lado uma espiral de endividamento com forte crescimento, e de outro um aumento rápido e constante do capital. A distribuição de pobres (escravos dos juros) para ricos (senhores feudais) através dos juros e impostos torna-se cada vez mais dinâmica. Títulos públicos e impostos aumentam de forma exponencial em tal sistema.

Ao final é como o jogo Banco Imobiliário, onde todas as ruas, casas, estações, companhias de energia e de abastecimento d’água já foram cedidas. Quem nada possui, este deve somente andar em círculos (= trabalhar). Porém, o dinheiro que se ganha quando o campo “sorte” é alcançado (= salário), não é mais suficiente para a próxima rodada.

Aquele que possui menos de cerca de 400 mil Euros de capital próprio é um escravo dos juros, pois ele deve pagar mais juros do que ele recebe. E ele deve trabalhar para aqueles que possuem mais. Isto é intrínseco em nosso sistema monetário com dívidas obrigatórias e efeitos dos juros compostos. Nós temos um sistema monetário feudal:

- escravos dos juros: capital próprio menor que 400.000 Euros

- cidadão livre: a partir de 400.000 Euros de capital

- senhores feudais: mais de mil Euros de juros por dia

Tal sistema favorece aqueles que estão de posse de um determinado patrimônio. Este aumenta pelos juros quase que automaticamente. Nenhuma chance têm aqueles que se situam abaixo da “massa crítica de capital”.

Cada escravo dos juros, que tenta acumular os cerca de 400.000 Euros através do trabalho honesto, é sugado até a morte através de despesas e impostos progressivos.

O círculo vicioso do efeito dos juros: pagamentos de juros estão no preço de cada produto, e encarecem estes, portanto: juros significam automaticamente que as dívidas aumentam e com isso deve-se pagar mais juros. Conseqüência: o sistema precisa de mais devedores. E isso é a grande massa.

E desta forma pode-se caracterizar a crise dos subprimes como uma crise do sistema, porque o sistema deve procurar continuamente outras maneiras de endividar as pessoas. Quando isso não for mais possível, o Estado deve segurar. Com isso o círculo vicioso se fecha.

O Estado aumenta o montante da dívida, então a conseqüência é o aumento dos impostos devido ao maior pagamento de juros. O indivíduo tem quase nenhuma chance de sair deste círculo vicioso.

Ao final aparece a bancarrota do Estado, equivalendo-se à total desapropriação de seus súditos. Isto pode acontecer através de uma deflação/depressão extrema ou através da hiperinflação.

O único dilema do sistema permanece no fato de que através dos juros, mais dívidas são criadas. Caso a grande massa não esteja mais na condição de suportar mais dívidas, então o Estado atua. A partir de um determinado montante, deve estar claro a todos que estas dívidas não poderão ser mais pagas.

Também deve estar claro ao conhecedor do sistema de que o devedor, em última instância, nunca deverá pagar suas dívidas. Pois o dinheiro apareceu das dívidas. Caso elas sejam pagas, desaparece também o dinheiro. Ele se dissolve.

Este paradoxo não pode vazar para o conhecimento público. Pois como os “pequenos devedores” devem pagar suas dívidas, enquanto os grandes devedores não devem fazê-lo em hipótese alguma, senão o sistema entra em colapso?

Temos então finalmente algo a ver com aquilo que os insiders chamam de “ilusão do dinheiro”. Não existe dinheiro, mas somente dívidas. O fato que os títulos de dívida (ou seja, dinheiro) sejam aceitos como meios de pagamento se apóia na ilusão de que as dívidas podem ser saldadas. Mas isso nunca é possível no sistema.

Caso uma grande faixa do público venha a saber, poderia acontecer uma grande crise da humanidade. Pois o sistema de dinheiro funciona por toda a parte. Consequentemente a derrocada está programada por toda a parte.

Existem claro especialistas do sistema de dinheiro (somente poucos no mundo), os quais defendem a tese de que as dívidas podem aumentar indefinidamente. Isso fala contra, que a “ilusão do pagamento” desaparece com o forte aumento das dívidas. Mais além, dívidas altas criam nas diversas pessoas uma repulsa na questão dinheiro. Mais e mais as pessoas se interessam pelo mecanismo e se perguntam: “o que é de fato o dinheiro?

Caso a maioria torne-se atenta ao paradoxo do dinheiro, ela perde a fé no “meio de pagamento” – e com isso ele perde seu poder de compra.

A fé no “dinheiro” é somente então comparável à concepção de antigamente, que o mundo seja um disco. Naquela época foi a igreja que atuou com todos os meios contra a nova concepção de mundo – para manter seu poder. Nós podemos ficar apreensivos com o que acontecerá a seguir, para manter por todos os meios a concepção que temos do dinheiro.

O que vem a seguir, isso ninguém sabe.

30 de março de 2010

Ministra da saúde francesa duramente interrogada sobre os conflitos de interesse na vacinação contra o H1N1

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

A ministra da saúde francesa, Roselyne Bachelot, foi submetida ontem a um severo interrogatório, que foi muito pior do que o esperado, na câmara parlamentar do senado da França, sobre o papel desempenhado nas empresas farmacêuticas do país na campanha de vacinação em massa contra a gripe suína.

Presidida por François Autain e Alain Milon, a comissão do Senado interrogou Bachelot por duas horas e meia sobre os potenciais conflitos de interesse, perguntando por que o governo comprou 94 milhões de doses de vacinas contra a gripe suína, por que os contratos tinham sido colocadas sob sigilo, se especialistas do governo foram realmente imparciais, e por que os médicos de família tinha sido excluído da campanha de vacinação em massa, relatou o jornal Le Monde.

Verificou-se durante o inquérito que a Novartis aceitou uma indenização de 16% para o excedente de vacina contra a gripe suína.

O governo, no entanto, não conseguiu chegar a um acordo com a GlaxoSmithKline ou a Sanofi, Batchelot revelou.

Apenas cerca de 7 milhões de pessoas na França aceitaram a insuficientemente testada vacina da gripe suína - para a qual as empresas farmacêuticas foram dadas imunidade - deixando o governo com um estoque de quase 90 milhões de doses.

Veja abaixo o noticiário sobre a vacinação na França:



29 de março de 2010

Pará: Bebê morre ao receber a vacina contra a gripe A

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Itaituba - Em Fordlândia, sudoeste do Pará, foi registrada a morte de um bebê, de apenas 1 ano e 4 meses, após a aplicação da vacina contra o vírus H1N1.
Na última terça-feira (23), o menino recebeu a primeira dose da vacina e horas depois começou a passar mal. De acordo com informações a criança já estaria com febre antes de tomar a medicação.

De volta ao posto de saúde o bebê foi medicado com antialérgico, porém o estado de saúde se agravou ainda mais. A criança foi levada de barco para Itaituba mais faleceu durante a viagem.

Mais Informações: NOTapajos (globo Pará) : Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A

China Reporta Problemas de Paralisia com a Vacina Contra a Gripe Suína / H1N1

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Guangzhou/China - Autoridades de controle e prevenção de doenças em Guangzhou (Cantão) receberam relatos de que algumas crianças ficaram doentes ou paralisadas após receberem a vacina contra o H1N1, em meio ao atual escândalo da vacina na província de Shanxi.

Após uma investigação inicial, alguns casos em Guangzhou, capital da província de Guangdong, têm sido estranhamente ligados à vacinação, disse Wang Ming, diretor do Centro de controle e prevenção de Doenças de Guangzhou.

"Nós conduzimos uma investigação imediata após o recebimento dos relatórios. Até agora, não podemos dizer se os casos estão definitivamente ligados com a vacinação", disse Wang a Yangcheng Evening News na quarta-feira.

É necessária mais investigação para preparar uma avaliação completa, segundo Wang.

Em um caso recente, Xian Weijian, um estudante de 10 anos do distrito de Baiyun, descobriu que não podia se apoiar na perna esquerda na noite depois que recebeu uma vacina contra a gripe H1N1 na escola na segunda-feira.

Xian foi dos 1.000 alunos que receberam a vacinas na escola naquele dia. O resto dos alunos não desenvolveu qualquer doença ou sintomas desconfortáveis.

"Meu filho não tinha quaisquer problemas de saúde antes de receber a vacina. Devev haver problemas com a vacina", disse o pai de Xian.

Xian foi enviado ao hospital infantil de Guangzhou para tratamento posterior.

"Se descobrirmos que os casos estão relacionados à vacina, iremos realizar uma investigação mais aprofundada e punir seriamente as pessoas envolvidas", disse Wang.

O relatório do inquérito inicial foi apresentado às autoridades governamentais, mas Huang Sui, um oficial de imprensa do Serviço de Saúde de Guangzhou, disse que ainda não foi fixada data para a publicação do relatório.

O prefeito de Guangzhou, Zhang Guangning, também pediu aos departamentos relacionados para conduzirem um inquérito exaustivo sobre o caso na terça-feira após receber um telefonema de uma mulher local.

A mãe alegou que seu filho de 15 anos desenvolveu paralisia nas pernas depois de receber a vacina H1N1 no ano passado.

"Ele ficou paralisado após receber a vacina. Como podemos acreditar que seu problema não tem nada que ver com a vacinação?" , perguntou ela.

27 de março de 2010

As cinco sequências da fase de deslocamento geopolítico global

Matéria Retirada do Site: Resistir.info

Neste fim do primeiro trimestre de 2010, no momento em que nas frentes monetárias, financeiras, comerciais e estratégicas os sinais de confrontações multiplicam-se a nível internacional, enquanto a violência do choque social da crise se confirma no seio dos grandes países e conjuntos regionais, o LEAP/E2020 está em condições de fornecer a primeira sequenciação antecipativa do desenrolar desta fase de deslocamento geopolítico mundial.

Recordamos que esta fase não pode ser um prelúdio para uma reorganização perene do sistema internacional senão se, daqui até o meio desta década, as consequências do ruir da ordem mundial herdada da Segunda Guerra Mundial e da queda da Cortina de Ferro, forem plenamente extraídas. Esta evolução implica nomeadamente uma remodelação completa do sistema monetário internacional a fim de substituir o sistema actual fundamentado no dólar americano por um sistema baseado numa divisa internacional cujo valor derive de um cabaz das principais moedas mundiais ponderadas pelo peso respectivo das suas economias.

Ao publicar no ano passado nesta mesma época uma mensagem neste sentido numa página inteira do Financial Times, na véspera da cimeira do G20 em Londres, havíamos indicado que a "janela de tiro" ideal para uma tal reforma radical situava-se entre a Primavera e o Verão de 2009, sem o que no fim de 2009 o mundo entraria na fase de deslocamento geopolítico global [1] .

O fracaso da cimeira de Copenhaga em Dezembro de 2009, que pôs fim a cerca de duas décadas de cooperação internacional dinâmica sobre este assunto, num fundo de conflitos crescentes entre americanos e chineses, e de divisão ocidental sobre a questão [2] , é assim um indicador pertinente que confirma esta antecipação dos nossos investigadores. As relações internacionais degradam-se no sentido de uma multiplicação das tensões (zonas e personagens) enquanto a capacidade dos Estados Unidos para desempenhar o seu papel de condutor [3] , ou mesmo muito simplesmente de "patrão" dos seus próprios clientes, esfuma-se a cada mês um pouco mais [4] .

Neste fim do primeiro trimestre de 2010 pode-se nomeadamente sublinhar:

  • a degradação regular das relações sino-americanas (Formosa, Tibete, Irão, paridade dólar-yuan [5] , baixa das compras de Títulos do Tesouro dos EUA, conflitos comerciais múltiplos, ...]
  • as dissensões transatlânticas crescentes (Afeganistão [6] , NATO [7] , contratos de fornecimento da US Air Force [8] , clima, crise grega, ...)
  • a paralisia decisional de Washington [9]
  • a instabilidade incessante no Médio Oriente [10] e o agravamento das crises potenciais Israel-Palestina e Israel-Irão.
  • o reforço da lógicas do blocos regionais (Ásia, América Latina [11] e Europa em particular)
  • a volatilidade monetária [12] e financeira [13] mundial agravada
  • a inquietação reforçada acerca dos riscos soberanos
  • a crítica crescente do papel dos bancos estado-unidenses associada a uma regulamentação visando regionalizar os mercados financeiros [1]
  • etc.

Paralelamente, num fundo de ausência de retomada económica [15] , as confrontações sociais multiplicam-se na Europa enquanto nos Estados Unidos o tecido social é pura e simplesmente desmantelado [16] . Se o primeiro fenómeno é mais visível que o segundo, é contudo o segundo o mais radical. O domínio da ferramenta de comunicação internacional por parte dos Estados Unidos permite-lhe mascarar as consequências sociais desta destruição dos serviços públicos e sociais americanos num fundo de pauperização acelerada da classe média do país [17] . E esta dissimulação é tanto mais facilitada porque, ao contrário da Europa, o tecido social americano é atomizado [18] : sindicalização fraca, sindicatos muito sectorizados sem reivindicação social geral, identificação histórica da reivindicação social com atitudes "anti-americanas" [19] , ... É verdade que, dos dois lados do Atlântico (e no Japão), os serviços públicos (transportes em comum, polícia, bombeiros, ...) e sociais (saúde, educação, aposentadoria, ...) estão em vias de desmantelamento, quando não o são pura e simplesmente encerrados; que as manifestações [20] , por vezes violentas, se multiplicam na Europa enquanto as acções de terrorismo interno ou de radicalização política [21] são cada vez mais numerosas nos Estados Unidos.

Na China, o controle crescente da Internet e dos media é sobretudo um indicador fiável do nervosismo agravado dos dirigentes de Pequim no que se refere ao estado da sua opinião pública. As manifestações sobre as questões de desemprego e de pobreza continuam a multiplicar-se, contradizendo o discurso optimista dos líderes chineses sobre o estado da sua economia.

Na África, a frequência dos golpes de Estado acelera-se desde o ano passado.

Na América Latina, apesar dos números macroeconómicos bastante positivos, a insatisfação social alimenta riscos de mudanças de rumos políticos radicais, como se viu no Chile.

O conjunto destas tendências está em vias de constituir muito rapidamente um "coquetel sócio-político explosivo" que conduz directamente a conflitos entre componentes da mesma entidade geopolítica (conflitos estados federados/estado federal nos Estados Unidos, tensões entre Estados membros na UE, entre repúblicas e federação na Rússia, entre províncias e governo central na China), entre grupos étnicos (ascensão dos sentimentos anti-imigrados um pouco por toda a parte) e recurso ao nacionalismo nacional ou regional [23] para canalizar estas tensões destrutivas. O conjunto desenrola-se num fundo de pauperização das classes médias no Estados Unidos, no Japão e na Europa (em particular no Reino Unidos e nos países europeus e asiáticos [24] onde as famílias e as colectividades estão cada vez mais endividadas).

Neste contexto, o LEAP/E2020 considera que a fase de deslocamento geopolítico mundial se vai desenrolar de acordo com cinco sequências temporais, que são desenvolvidas neste GEAB Nº 43, a saber:

0. Iniciação da fase de deslocamento geopolítico mundial – 4º trim. 2009 / 2º trim. 2010
1. Sequência 1: Conflitos monetários e choques financeiros
2. Sequência 2: Conflitos comerciais
3. Sequência 3: Crises soberanas
4. Sequência 4: Crises sócio-políticas
5. Sequência 5: Crises estratégicas

Neste número do GEAB, nossa equipe apresenta igualmente os oito países que lhe parecem mais perigosos do que a Grécia em matéria de dívida soberana, ao mesmo tempo que apresenta a sua análise da evolução pós-crise da economia financeira em relação à economia real. Finalmente, o LEAP/E2020 apresenta as suas recomendações mensais (divisas, activos, ...), inclusive com certos critérios para uma leitura mais fiável das informações no contexto particular da fase de deslocamento geopolítico mundial.

Notas:

(1) Joseph Stiglitz e Simon Johnson não dizem outra coisa quando consideram que a crise está em vias de se tornar uma oportunidade falhada de reforma do sistema financeiro mundial que vai levar rapidamente a novos choques. Fonte: USAToday , 12/03/2010

(2) Americanos e europeus têm posições diametralmente opostas sobre este assunto e a chegada ao poder de Barack Obama não fez senão tornar mais complicado o posicionamento público dos europeus (uma vez que eles se afirmaram à partida como "obamófilos") sem mudança dos dados de fundo.

(3) Mesmo no domínio da investigação, o lugar dos Estados Unidos recua muito rapidamente. Assim, a classificação mundial das melhores instituições de investigação não conta com mais de seis instituições americanas entre as quinze primeiras, contra quatro europeias e duas chinesas; e nenhuma nos três primeiros lugares. Fonte: Scimago Institutions Rankings 2009 , 03/2009

(4) Como é ilustrado pela atitude de Israel que a partir daqui age de modo quase insultuoso em relação a Washington. É um indicador importante pois ninguém melhor que os aliados mais próximos está em condições de perceber o grau de impotência de um império. Os inimigos ou os aliados recentes ou afastados são incapazes de uma tal percepção pois não têm um acesso tão íntimo ao poder central, nem um recuo histórico suficiente para poder detectar uma tal evolução. O editorial de Thomas Friedman no New York Times de 13/03/2010 ilustra bem o desconcerto das elites americanas face à atitude cada vez mais desenvolta dos seu aliado israelense, e igualmente a incapacidade da administração americana para reagir com firmeza a esta desenvoltura.

(5) O tom sobe consideravelmente sobre esta questão, que se torna um jogo de poder tanto simbólico como económico para Pequim, assim como para Washington. Fontes: China Daily , 14/03/2010; Washington Post , 14/03/2010.

(6) A provável retirada de um grande número de tropas da NATO para fora do Afeganistão em 2011 leva assim a Rússia e Índia a desenvolverem uma estratégia comum, nomeadamente com o Irão, para prevenir um retorno dos talibans aos poder! Fonte: Times of India , 12/03/2010

(7) Além da queda do governo holandês sobre a questão do Afeganistão, é agora da Alemanha que vem a ideia de integrar a Rússia na NATO, uma boa velha ideia russa, com o pretexto de que a NATO não é mais pertinente na sua forma actual. Fonte: Spiegel , 08/03/2010

(8) Os europeus estão muito exasperados após a decisão de Washington de eliminar de facto a oferta europeia do grande contrato de renovação dos fornecedores da US Air Force. Esta decisão provavelmente marca o fim do mito (em voga na Europa) de um mercado transatlântico dos armamentos. Washington não deixará outras companhias além das suas ganharem estes grandes contratos. Os europeus vão portanto ter de encarar seriamente abastecerem-se essencialmente junto à sua indústria de defesa. Fonte: Financial Times , 09/03/2010

(9) Mesmo o Los Angeles Times de 28/02/2010 reflectia as inquietações do historiador britânico Niall Ferguson , o qual considera que o "império americano" a partir de agora pode afundar-se do dia para a noite como foi o caso da URSS.

(10) E o facto de o conjunto do mundo árabe estar doravante fortemente afectado pela crise económica mundial vai acrescentar-se à instabilidade regional crónica. Fonte: Awid/Pnud , 19/02/2010

(11) A Venezuela equipa-se assim com aviões de caça chineses. Uma situaçáo de cenário de ficção política há apenas cinco anos. Fonte: YahooNews , 14/03/2010

(12) Como havíamos antecipado nos GEAB anteriores, quando se dissipar a "crise grega" retorna-se às realidades das tendências pesadas da crise e, como por acaso, desde há alguns dias começa-se a ver novamente análises que põem em perspectiva a perda pelos Estados Unidos da sua classificação AAA referente à sua dívida; e ao fim do estatuto de moeda de reserva do dólar. Fontes: BusinessInsider/Standard & Poor's , 12/03/2010

(13) O gráfico abaixo ilustra a volatilidade cada vez mais forte que caracteriza as praças financeiras e que, segundo LEAP/E2020, é um indício de grande risco sistémico. Se se examina a rentabilidade do New York Stock Exchange ao longo de mais de 180 anos, constata-se que os anos da década passada (2000-2008 e poder-se-ia certamente acrescentar 2009) figuram nos extremos dos melhores e dos piores resultados. É um resultado estatisticamente improvável a não ser que os mercados financeiros, e as tendências que os animam, tenham entrado numa fase de incerteza radical, destacadas da economia real e da sua inércia. A dimensão das ordens dadas nos mercados financeiros mundiais reduziu-se assim 50% em cinco anos, sob o efeito da automatização e dos métodos de "alta frequência" , aumentando portanto a sua volatilidade potencial. Fonte: Financial Times , 21/02/2010

(14) A recente advertência do secretário de Estado do Tesouro dos EUA, Thimoty Geithner, respeitante aos riscos de deriva transatlântica em matéria de regulamentação financeira não é senão o último indício desta evolução. Fonte: Financial Times , 10/03/2010

(15) Último exemplo até à data: a Suécia que pensava ter atravessado a crise encontra-se novamente mergulhada na recessão diante dos muito maus resultados do 4º trimestre de 2009. Fonte: SeekingAlpha , 02/03/2010

(16) A taxa de desemprego nos EUA doravante está em torno dos 20%, com picos de 40% a 50% para as classes sociais desfavorecidas. Para evitar enfrentar esta realidade, as autoridades americanas praticam em muito grande escala uma manipulação dos números da população activa e da população em busca de emprego. O artigo de Steven Hansen publicado em 21/02/2010 no SeekingAlpha e intitulado "Which economic world are we in?" apresenta uma perspectiva interessante a respeito.

(17) Uma análise certamente radical mas muito bem documentada e bastante pertinente desta situação é desenvolvida por David DeGraw no Alternet de 15/02/2010.

(18) Fonte (inclusive os comentários): MarketWatch , 25/02/2010

(19) É a suspeição do "Vermelho", que dormiria em cada sindicalista ou manifestante por causas sociais.

(20) Mesmo nos Estados Unidos onde os estudantes manifestam-se contra os aumentos dos direitos de matrícula e onde a população inquieta-se com o encerramento da metade das escolas públicas numa cidade como Kansas City, ao passo que em Nova York são 62 as brigadas de bombeiros que vão ser suprimidas. Fontes: New York Times , 04/03/2010; USAToday , 12/03/2010; Fire Engineering , 11/03/2010

(21) De Joe Stack aos Tea Parties , a classe média americana tende a radicalizar-se muito rapidamente desde meados de 2009.

(22) A despesa nominal é o valor total das despesas numa economia não corrigida da inflação. É de facto o valor da procura total. Constata-se neste gráfico que a crise assinala um colapso da procura.

(23) O termo regional é utilizado aqui no sentido geopolítico, de conjunto regional (UE, Asean, ...).

(24) Assim, na Coreia do Sul, o endividamento das famílias continua a agravar-se com a crise enquanto as empresas acumulam reservas de liquidez ao invés de investir pois não crêem na retomada. Fonte: Korea Herald , 03/03/2010

Mais Informações clique AQUI

Petição Para Suspensão da Vacinação Contra a Gripe A H1N1

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Atenção meus caros. Aqui esta uma chance de nos fazermos visíveis. Até onde eu sei petição na web não tem valor legal, mas é possível conseguir pelo menos chamar a atenção da mídia para o caso.

Apesar de não ser o texto perfeito em forma (suspenSão) e conteúdo , não ter links para fontes ditas "confiáveis" (de jornais conhecidos) e ser um levemente sensacionalista, é o que temos no momento, e já existem 389 signatários.

Assine e deixe sua mensagem lá!

Veja aqui os signatários desta petição.

Você pode também ajudar divulgando esta página, que adiciona alguns links para informacoes noticiadas mas não "divulgadas", muito esclarecedoras.

http://www.hapropaganda.com.br/Email/email_marketing_peticao.html

Lei de Vacinação Obrigatória no Brasil

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Para quem não sabe, temos no Brasil há quase 35 anos, um dispositivo legal que permite ao governo forçar a vacinação na população, caso "ache necessário".

O decreto Nº 78.231, de 12 de Agosto de 1976, determina:

Artigo 13: Parágrafo único. Consideram-se de notificação compulsória:

I - As doenças que podem implicar medidas de isolamento ou quarentena, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional;

Art 27. Serão obrigatórias, em todo o território nacional, as vacinações como tal definidas pelo Ministério da Saúde, contra as doenças controláveis por essa técnica de prevenção, consideradas relevantes no quadro nosológico nacional.

Parágrafo único. Para efeito do disposto neste artigo o Ministério Saúde elaborará relações dos tipos de vacina cuja aplicação será obrigatória em todo o território nacional e em determinadas regiões do País, de acordo com comportamento epidemiológico das doenças.

Art 28. As Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal, e dos Territórios poderão tornar obrigatório o uso de outros tipos de vacina para a população de suas áreas geográficas desde que

I - Obedeçam ao disposto neste Decreto e nas demais normas complementares baixadas para sua execução pelo Ministério da Saúde;

II - O Ministério da Saúde aprove previamente, a conveniência da medida;

III - Reúnam condições operacionais para a execução das ações.

Como na Inglaterra e nos EUA, esta lei ate agora não foi imposta, porém os instrumentos legais estão la, prontos para serem ativados. Neste momento, é bom lembrar de um post antigo escrito em setembro de 2009, no qual uma estudante de direito havia postado sobre uma palestra da professora da Universidade de São Paulo Deisy Ventura, doutora em Direito Internacional, sobre a gripe suína e outras pandemias, e o estado de exceção. A professora inclusive questionou se a pandemia não seria uma forma de terror conteporâneo.