13 de junho de 2010

NASA diz que Sol poderá causar catástrofes até 2012 - Será pretexto para desligar eletricidade?

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Em oito de junho autoridades americanas realizaram uma reunião intitulada: "Fórum do Clima Espacial", onde foi discutido como o aumento da atividade solar nos próximos meses afetará a vida em nosso planeta e as opções para mitigar os possíveis danos causados. Este post explora a possibilidade de utilizarem as previsões destes eventos como uma ferramenta de manipulação e controle.

Richard Fisher, chefe da Divisão de Heliofísica da NASA, explica:

"O sol está acordando de um sono profundo e, nos próximos anos, esperamos ver níveis muito mais elevados de atividade solar. Ao mesmo tempo, a nossa sociedade tecnológica tem desenvolvido uma sensibilidade sem precedentes para as tempestades solares. A intersecção destas duas questões é o que estamos discutindo."

De acordo com o artigo da NASA, grande parte dos danos podem ser atenuados se os governantes souberem que uma tempestade solar está vindo. Colocando os satélites em 'modo seguro' e desligando os transformadores, pode-se evitar que estes equipamentos sejam danificados por picos de energia. Ação preventiva, porém, exige previsão exata, um trabalho que tem sido atribuído ao NOAA.

"Previsão do tempo espacial está ainda na sua infância, mas estamos fazendo progressos rápidos", diz Thomas Bogdan, diretor do Space NOAA Weather Prediction Center, em Boulder, Colorado.

Através de um satélite lançado em 1997, o Advanced Composition Explorer (ACE), que se situa entre a terra e o sol, pode-se detectar rajadas de vento solar e as tempestades de radiação em até 30 minutos antes de chegarem ao nosso planeta. Além deste, o STEREO (Observatório da relação terrestre-solar) e o SDO (Observatório da Dinâmica Solar) auxiliariam os cientistas a estudarem os eventos solares e fazerem as esperadas previsões.

Fisher conclui: "Acredito que estamos no limiar de uma nova era em que o clima espacial pode ser tão influente na nossa vida diária como o clima terrestre normal. Nós levamos isso muito a sério."

Em abril deste ano, após a erupção do vulcão Eyjafjallajökull na Islândia, vimos como o órgão de previsão climáticas MetOffice utilizou de modelos computacionais para fazer uma promoção exagerada dos eventuais danos que as cinzas causariam nas turbinas dos aviões. O MetOffice, que é praticamente parte do governo britânico, é uma das principais ferramentas do para espalhar desinformação sobre o aquecimento global antropogênico e atacar os céticos. Mesmo após o escândalo do Climategate vir a tona e desmascarar grande parte da ciência climática por trás do chamado consenso sobre o aquecimento global antropogênico, o MetOffice continua em sua missão de desinformação.

O NOAA (National Climate Data Center) é um outro órgão com o mesmo perfil do MetOffice, mas localizado nos EUA. O NOAA, um dos órgãos por coletar temperaturas globais, esteve também envolvido em escândalos que mostravam que a temperatura de milhares de estações meteorológicas haviam sido manipuladas e eliminadas para mostrar um aumento na temperatura global.

Tendo em vista a reputação deste órgão que poderá nos próximos anos decidir o desligamento de satélites e da energia elétrica em escala planetária, eu pergunto se o mesmo que aconteceu com o MetOffice e as cinzas do vulcão não iria ocorrer novamente, em uma escala global.

Se não conseguem acertar a previsão de como será o próximo inverno ou verão (o metoffice errou feio nos últimos anos), como esperam prever de forma mais precisa o clima espacial? Seria apenas mais uma ferramenta de controle e criação de terror? Veremos nos próximos 2 anos...

Mais Informações:
NASA: As the Sun Awakens, NASA Keeps a Wary Eye on Space Weather
BBC:The Big Question: Should the BBC drop the Met Office as its official weather forecaster?
Lembra da nuvens de cinzas do vulcão? Novas evidências mostram que ela nunca existiu!
Space Weather Enterprise Forum

11 de junho de 2010

BigPharma/Farmáfia exposta – Como os remédios são “testados”

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

A Face Oculta da Indústria Farmacêutica, da Medicina e da Ciência
Por: Sonia Shah


A indústria multinacional farmacêutica gasta quase 40 bilhões de dólares por ano para desenvolver novos medicamentos. Para isso, mobiliza uma crescente parcela dos cientistas mais experientes do mundo e a mais sofisticada tecnologia médica.

Com tal investimento maciço poderia se esperar um aumento do número de medicamentos de impacto dirigidos para os flagelados da humanidade. No entanto, esse ano, só a malária atingirá 500 milhões de pessoas no mundo, e matará cerca de três milhões. Os remédios mais modernos de que os médicos dispõem para tratá-los são anti-diluvianos: um medicamento chinês de mil anos, que substitui uma droga desenvolvida há mais de 50 anos [1].

A indústria famacêutica não desprezou as partes do mundo assoladas por doenças como a malária. Pelo contrário: nunca antes os fabricantes de remédios deram tanta atenção aos pobres do mundo. Os grandes laboratórios estão realizando milhares de ensaios clínicos nos países em desenvolvimento — Bulgária, Zâmbia, Brasil e Índia, por exemplo. Aninhado contra as favelas enegrecidas de fuligem em Mumbai ergue-se o reluzente prédio branco da Novartis, onde os pesquisadores franzem as sobrancelhas na busca de novas drogas. Ao redor das que se espalham cercando a Cidade do Cabo, ficam os cintilantes laboratórios de teste da Boehringer Ingelheim. Recentemente, a Pfizer, a Glaxosmithline (GSK) e a Astrazeneca instalaram centros globais de testes clínicos na Índia. Ano passado, a GSK realizou mais da metade dos seus testes de drogas novas fora dos mercados ocidentais, escolhendo em particular países de “baixo custo” para os testes “deslocalizados” [2].

As empresas não estão lá para curar os males dos doentes pobres que fazem fila em suas reluzentes clínicas de pesquisa. Os fabricantes de drogas foram aos países em desenvolvimento para fazer experimentos com as multidões de doentes miseráveis. Utilizam-se deles para produzir os remédios destinados às pessoas cada vez mais saudáveis em outros lugares, em particular ocidentais ricos que sofrem os desgastes da idade, como doenças cardíacas, artrite, hipertensão e osteoporose. Essa tendência — desenvolver drogas para os ricos globais testando-as nos pobres globais — além de não ser um investimento de recursos científicos preciosos, ameaça os direitos humanos e a saúde pública global.

Num mercado de bilhões, 100 mil “voluntários” para cada droga

Os Estados Unidos são o maior mercado de remédios do mundo. O norte-americano médio leva para casa dez receitas médicas por ano. Desde 2000, a indústria farmacêutica cresceu 15% por ano, triplicando o lançamento de drogas experimentais entre 1970 e 1990. Isto se deve, em grande parte, a mudanças nos regulamentos dos EUA sobre remédios. Em 1984, a agência norte-americana de medicamentos e alimentação (Food and Drug Administration, FDA) estendeu as patentes dos fabricantes para novas drogas; em 1992, começou a aceitar pagamentos de fabricantes em troca do exame e liberação mais rápida de suas drogas novas e, em 1997, suprimiu as regras que baniam anúncios de televisão para os remédios novos. Essa mudança bastou para trazer uma grande transformação na indústria. Pela primeira vez, permitiu-se aos fabricantes de remédios dirigir as propagandas mais atraentes dos remédios novos diretamente a um grande número de consumidores, sem a mediação cética de um médico.

Há muito dinheiro a ganhar vendendo remédios para norte-americanos: a indústria de medicamentos é uma das mais lucrativas do mundo. O problema é que quanto mais apreciam remédios, menos pessoas estão dispostas a se inscrever nos testes clínicos exigidos para desenvolver os novos. Cada droga nova exige cerca de quatro mil voluntários para os testes clínicos, o que por sua vez significa que 100 mil pessoas têm de ser atraídas para os ensaios iniciais. Por que tantos? Porque não é fácil desenvolver novos remédios para doenças do coração, artrite, hipertensão e outras condições crônicas não contagiosas.

dependence on prescription drugs BigPharma/Farmáfia exposta   Como os remédios são testadosApesar do máximo esforço da indústria, a maioria das novas drogas destinadas a tratar dessas doenças tem eficácia apenas marginal. Algumas são similares a uma pílula de placebo. “Você sempre tem que batalhar para encontrar uma diferença” entre os pacientes tratados e não-tratados, diz um pesquisador clínico veterano. Não é preciso testar muitos pacientes para provar a eficácia, por exemplo, da insulina para pessoas em coma diabético, porque o efeito da droga é muito visível. Mas provar que drogas de baixa ação, como antialérgicos, medicamentos para o coração ou pílulas antiinflamatórias têm uma eficácia real exige um grande número de pessoas testadas.

A necessidade da indústria encontrar voluntários para experimentos é imensa. Entretanto, pouco mais de um em vinte norte-americanos estão dispostos a participar de testes clínicos. A razão é óbvia. Por que se expor a compostos experimentais, não testados, quando o leque de alternativas comprovadas está ao alcance das mãos?

Quanto mais doenças e “eventos”, mais fáceis e rápidos os testes

Para resolver o problema, os fabricantes das drogas fazem testes para comparar o efeito dos seus remédios novos com o de um placebo. Basta provar à FDA que um medicamento novo funciona melhor do que nenhum. É um padrão simples que dá um resultado mais claro em menos tempo. O único problema com os testes de placebo é que exigem um número suficiente de pessoas que queiram participar de um experimento em que podem não receber tratamento algum – uma tarefa cada vez mais impossível, especialmente no Ocidente mergulhado em remédios.

Como resultado, 80% dos testes clínicos da indústria farmacêutica falham em cumprir os prazos de recrutamento. Para cada dia de atraso no desenvolvimento de uma droga, as companhias perdem cerca de um milhão de dólares em vendas, enquanto seus concorrentes ganham mercado.

Se as pessoas nos países em desenvolvimento estivessem sofrendo apenas de malária e doença do sono, é claro que não interessaria fazer testes nesses lugares. Mesmo que cada doente de malária tivesse um dólar para gastar com remédios – o que não acontece – esse mercado não seria grande o bastante para deslocar pesquisadores da indústria para laboratórios. Um mercado de 200 milhões de dólares, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) [3], é o mínimo necessário para despertar o interesse da indústria.

Não importa. Atualmente, além de malária e tuberculose, as pessoas dos países em desenvolvimento sofrem das doenças nas quais os fabricantes de drogas dos mercados ocidentais estão mais interessados. De acordo com a OMS, 80% das mortes por doenças crônicas não contagiosas, como males cardíacos e diabetes, agora ocorrem nos países em desenvolvimento. Há mais diabetes tipo II na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Em alguns lugares da África, uma em cada cinco pessoas sofre de diabetes e 20 milhões de africanos padecem de hipertensão [4].

África do Sul: “um país ótimo para a AIDS”…

De acordo com a OMS, as implicações desse fenômeno para a saúde pública “são inquietantes e já estão aparecendo”. Por serem pobres e sofrerem incômodos de saúde mais prementes, poucos pacientes são tratados. Inevitavelmente, sofrem mais complicações do que os pacientes bem tratados do Ocidente. Isto oferece uma oportunidade para os testes industriais. Para provar que um remédio para o coração funciona, por exemplo, é preciso mostrar que quem não toma esse remédio sofre mais “eventos” — sejam ataques cardíacos ou mortes — do que quem toma o remédio. Os testes nos países pobres podem completar-se muito mais depressa. Como observou um executivo de uma companhia de testes clínicos, durante uma conferência sobre a adequação dos países pobres para testes clínicos: “se não houver eventos suficientes, você nunca vai terminar seu teste”.

Outro executivo de companhia de testes clínicos afirmou: “A África do Sul é um país ótimo [para AIDS]”, por causa do grande número de pacientes infectados pelo HIV ainda não tratados com drogas anti-virais. Com freqüência os fabricantes de drogas ficam frustrados em suas tentativas de provar que as novas drogas funcionam nos corpos impregnados de medicamentos dos ocidentais testados. Há tantas drogas em seus organismos que é cada vez mais difícil observar o efeito do composto experimental. Assim, os pacientes-virgens – pessoas doentes pobres demais para obter tratamento médico – são altamente valorizados nos testes clínicos.

Mas o grande atrativo para a localização dos testes em países mais pobres é a rapidez. Na indústria farmacêutica de hoje, onde os fabricantes de remédios manobram para ser os primeiros do mercado com a última insulina aspirada ou o novíssimo anti-depressivo, a velocidade é essencial. Nos países ocidentais, recrutar um número suficiente de voluntários para testes pode levar meses e até anos. Nos países em desenvolvimento, o recrutamento é rápido. Na África do Sul, a Quintiles alistou três mil pacientes para testar uma vacina experimental em nove dias. Em doze dias, recrutou 1.388 crianças para outro teste. Além do mais, no Ocidente, de 40 a 60% dos inscritos são instáveis e acabam largando os testes clínicos, incomodados por efeitos colaterais desagradáveis ou pelo inconveniente de se deslocar até a clínica. Em lugares como a Índia, as companhias de testes clínicos dizem que conservam 99,5% dos voluntários inscritos [5].

big pharma campus BigPharma/Farmáfia exposta   Como os remédios são testadosNão é fácil para os fabricantes de drogas ocidentais levarem seu negócio de testes clínicos para os países pobres. Muitas vezes, eles precisam traduzir documentos, equipar clínicas e hospitais sem recursos, treinar os médicos locais e lidar com uma burocracia estrangeira e freqüentemente corrupta. Mas, apesar desses desafios, para a maior parte dos grandes fabricantes de drogas, realizar os experimentos em países em desenvolvimento tornou-se uma necessidade. Empresas que oferecem consultoria sobre como realizar testes nesses países floresceram, tornando-se uma indústria secundária.

Grandes empresas de testes multiplicam filiais no Sul do planeta

As companhias de testes clínicos (também chamadas organizações de contratos de pesquisa, ou CROs) como a Quintiles e a Covance ostentam escritórios e consultórios por toda parte dos países em desenvolvimento. A Quintiles tem clínicas no Chile, México, Brasil, Bulgária, Estônia, Romênia, Croácia, Letônia, África do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Tailândia. A Covance alardeia que pode fazer testes em 25 mil centros médicos, em uma dezena de países. A imprensa comercial da indústria dos testes clínicos exalta-se com entusiásticos artigos como “Sucesso com testes na Polônia” e “Oportunidades de um bilhão de dólares em pesquisa clínica na Índia”. “Descubra a Rússia”, diz uma manchete de uma revista de propaganda, que lembra estranhamente a exuberância de um guia turístico, “para fazer pesquisa clínica”. “Vá esquiar onde existe neve”, recomenda outro anúncio de uma companhia que vende serviços de testes clínicos em países pobres. “E vá fazer testes clínicos onde existem doentes”.

E então, qual é o problema? Os testes clínicos oferecem por toda a parte melhor tratamento do que as clínicas regulares, que fazem os pacientes esperar o dia inteiro em seus consultórios quase vazios. Os pacientes pobres poderiam considerar-se com sorte por participar de testes clínicos – e a alegria com que eles acorrem sugere que sabem disso. Ainda por cima, as clínicas e hospitais nos países pobres têm acesso a tecnologia avançada e freqüentemente capitalizam-se com o novo equipamento que os fabricantes de drogas trazem para que realizem os testes. “Recebemos alguns equipamentos”, lembra um pesquisador clínico da Índia, “e eles não os pediram de volta”.

Ser uma cobaia humana pode ser um papel que os ocidentais não querem mais fazer, mas isso não quer dizer que não é um bom negócio para os pobres. Por que não mandar os testes para lá, do mesmo jeito que mandamos as fábricas tóxicas e as sweatshops? [6] É melhor do que nada. “Disseram [que eu] estava levando vantagem!”, queixou-se um pesquisador industrial criticado por fazer testes em países pobres. “Mas sem o teste, aquelas crianças morreriam!” Na incansável análise custo-benefício tão popular nos Estados Unidos, exportar desagradáveis testes clínicos para países pobres faz sentido. “Acho que em geral é bom para as pessoas participar de testes clínicos”, diz o diretor médico da FDA, Robert Temple. “Metade das pessoas recebe medicamentos ativos e melhor tratamento”, diz ele. “A outra metade…[recebe] melhor tratamento”.

Entretanto, oferecer o corpo à ciência não é o mesmo que dar um dia de trabalho numa fábrica. Mesmo o emprego superexplorado no sweatshop, seja como for, oferece benefícios palpáveis ao indivíduo, ainda que magros: trabalho, um pequeno contracheque. O teste clínico não garante nada. Na escala da comunidade, os pesquisadores podem equilibrar os riscos e benefícios. Mas não há garantia de que um voluntário será mais beneficiado do que prejudicado num experimento (O fato de que existe uma incerteza, naturalmente, é parte da razão pela qual uma experiência é realizada).

Eles têm mais disposição para ser cobaias”

O pré-requisito absoluto à procura ética sobre os seres humanos – como está codificado em inúmeros documentos, inclusive na Declaração de Helsinki [7], da Associação Médica Mundial e no Código de Nuremberg [8] – pressupõe que os recrutados para a pesquisa sejam informados e consintam voluntariamente. A condição de voluntário significa que a pessoa pode entrar ou sair: não pode haver coerção, ainda que sutil — seja sob a forma de um pacote de compensações excessivamente generoso ou do acesso a cuidados médicos de outro modo inatingíveis, para influenciar indevidamente a decisão potencial do voluntário de expor-se a um teste experimental (Quando ativistas contra a AIDS pediram que os pesquisadores garantissem tratamento por toda a vida para os voluntários que fossem infectados durante o teste de alguma vacinas, os pesquisadores argumentaram que tal exigência violaria o princípio do consentimento voluntário. O negócio ficaria bom demais: até gente não infectada poderia inscrever-se só para conseguir remédio de graça).

E ainda assim, um crescente conjunto de evidências sugere que os voluntários em países em desenvolvimento não consentem espontaneamente em ser testados. Especialistas em bioética rastreiam o número de pessoas que se recusam a participar ou que desistem dos testes como uma espécie de indicador a posteriori. Nessas duas ocasiões, mostram que entendem que sua participação nos testes é voluntária. As taxas de recusa e desistência nos testes ocidentais podem atingir 40% ou mais. Mas, quando a Comissão Consultiva Nacional de Bioética da França realizou um estudo anônimo com os pesquisadores clínicos atuantes nos países em desenvolvimento, 45% deles disseram que os voluntários nunca se recusavam a participar dos testes.

A grande velocidade de recrutamento nestes testes – três mil voluntários para um teste de vacina, em nove dias, ou mil e trezentas crianças para um teste, em 12 dias – sugere, do mesmo modo, que não há desistências ou recusas. Eram muito poucos, se é que havia, os que diziam “não”. [9]

Num estudo sobre a qualidade do consentimento de voluntários alistados em testes de prevenção contra o HIV, na África do Sul, mais de 80% dos voluntários disseram que não sabiam que podiam desistir do teste se quisessem. Resultados similares foram obtidos num teste em Bangladesh [10]. Essa prova de coerção seria motivo para realizar poucos testes nessa população, mas está sendo usada para realizar mais testes. O fato de que os potenciais recrutados não dizem “não” é um aspecto vendável para as companhias de testes clínicos em atividade nos países em desenvolvimento. De acordo com um artigo no Applied Clinical Trials, os voluntários russos “não faltam às consultas, tomam todas as pílulas necessárias e só muito raramente voltam atrás. Os russos fazem o que os médicos mandam. Que fenômeno!”. Uma história de Centro de Vigilância sobre Testes, na China notou, do mesmo modo, que “os chineses não estão completamente emancipados como nos EUA. Eles têm mais disposição para serem cobaias”.

Agências de supervisão fecham os olhos para testes em países pobres

A supervisão européia e norte-americana destes testes é mínima. Quando um fabricante de drogas decide lançar uma experiência clínica nos Estados Unidos ou na Europa, primeiro precisa alertar as autoridades reguladoras e enviar todos os dados pré-clínicos – dados de laboratório e de testes com animais, junto com planos detalhados de como planeja usar a droga experimentalmente em seres humanos. Dados de testes no exterior são aceitos pelas autoridades reguladoras norte-americanas e européias, mas nenhuma exige que os fabricantes de drogas alerte-as antes de iniciarem os experimentos no exterior. Para esses testes, a única exigência é que a Declaração de Helsinki ou regras locais que por acaso garantam mais proteção sejam observadas. Se falharem – e 90% das drogas que entram nos testes clínicos falham em obter a aprovação regulatória – e não forem usados para apoiar o lançamento no mercado, então não há de fato controle norte-americano ou europeu sobre os experimentos. Sem descrição em parte alguma, os testes que fracassam nos países pobres simplesmente desaparecem sem deixar traços.

Nesse caso, a Declaração de Helsinki é suficiente? Poderia ser. O principal mecanismo de força da Declaração de Helsinki está nos comitês independentes – comitês de ética – que devem aprovar e supervisionar testes clínicos para assegurar que os direitos dos voluntários sejam protegidos. Seria ótimo se a infraestrutura ética e regulatória nesses países estivesse à altura da tarefa. Mas há provas indicando que em pelo menos alguns desses países, provavelmente não é assim. A Índia é um exemplo.

Funcionários do governo na Índia estão interessados na expansão dos testes clínicos, pois vêem uma possibilidade de lucro. Vários funcionários dizem que esperam expandir testes patrocinados pela indústria – de U$ 70 milhões para U$ 1 bilhão por ano. Eles instituíram várias mudanças em suas regras para facilitar os testes clínicos. As drogas experimentais não precisam demonstrar nenhum “valor especial” para a Índia, como antes. E as companhias que investem em pesquisa e desenvolvimento gozam de isenções de impostos por 10 anos [11]. A indústria dos testes clínicos é vista como um bom negócio para a Índia. De acordo com o Economic Times, o principal jornal de negócios do país, “as oportunidades são grandes, as multinacionais estáo ávidas, as companhias da Índia estão querendo. Temos as competências, as pessoas e temos uma vantagem que a China não tem e provavelmente nunca terá. O melhor é que esse é um tipo de deslocalização contra a qual os trabalhadores americanos não estão inclinados a protestar.”

O conflito de interesses dos reguladores do governo indiano não é insuperável. Uma possível abordagem seria aumentar a supervisão sobre os voluntários de testes. Mas, ao contrário, em quase todas as áreas de prática e pesquisa médica da Índia existe uma clara lacuna de regulamentos.

Índia, o laboratório ideal: não há código de ética médica

O ensino médico é pouco regulamentado. Escolas de Medicina foram flagradas contratando professores falsos para tapear inspetores, vendendo matrículas e leiloando títulos. Uma vez diplomados, os médicos, na Índia, não precisam demonstrar competência.

A prática clínica é insuficientemente normatizada. A Associação Médica Indiana não adota código de ética algum, de modo que quando três quartos dos médicos em Surat fugiram da cidade, durante um surto de peste – que poderia ser tratada por antibióticos se houvesse médicos para receitá-los –, as autoridades médicas nacionais ficaram em silêncio.

O mercado farmacêutico é notoriamente sub-regulamentado. Há cerca de 70 mil marcas de remédios disponíveis, com apenas 600 inspetores. Em um estudo, descobriram-se cerca de 70 combinações de remédios ineficazes ou perigosas no mercado (continuam a ser vendidas sob mais de mil marcas diferentes). Vendem-se remédios para indicações mal definidas como “queda intelectual”, “desajuste social” e “deterioração do comportamento”. Uma pesquisa de uma revista, em 2003, descobriu que um em cada quatro dos remédios que estavam disponíveis eram falsos ou abaixo dos padrões. Numa batida em 2003, na cidade de Patna, sete entre nove farmácias estavam operando sem licença. Pelo país afora, receitas de remédios são rotineiramente conseguidas por cima do balcão [12].

No entanto, de acordo com o conhecido perito em drogas Chandra Gulhati, editor do Monthly Index of Medical Specialties in Índia, “mesmo que uma companhia faltosa seja apanhada com a boca na botija em atividades ilegais, é liberada, por razões melhor conhecidas pelos reguladores, com uma ligeira advertência”.

De acordo com o principal bioeticista do país, Amar Jesani, “não há cultura ética na profissão” na Índia. Foram necessárias três décadas, após a primeira formulação da idéia do consentimento informado – durante o julgamento dos médicos nazistas em Nuremberg nos anos 1940 –, para que os Estados Unidos lhe dessem força de lei. Levou mais duas décadas para que a instituição da pesquisa médica dos EUA incorporasse os novos padrões em seu licenciamento, ensino e práticas clínicas. Esse processo tinha que ser iniciado em países como a Índia, onde em 2003, nenhuma escola de Medicina dava cursos de ética médica. Para supervisionar testes clínicos patrocinados pela indústria, comitês de ética são devidamente organizados, mas de acordo com o ativista da saúde Sandhya Srinivasan, eles não funcionam para proteger voluntários e sim para “possibilitar a divulgação”.

Esterilizações involuntárias, doentes de lepra sem tratamento

Não é surpreendente que tenha havido uma série de escândalos na pesquisa e prática médica por todo o país. Nos anos 1970, a quinacrina, remédio contra a malária, foi distribuído para milhares de mulheres sem instrução, provocando-lhes a esterilização permanente. A droga tinha sido desaprovada para esse uso e muitas das mulheres disseram, posteriormente, que tinham sido enganadas para tomá-la. Nos anos 1980, um anticoncepcional injetável — já retirado do mercado — foi testado em aldeãs que declararam que “não faziam idéia de que estavam participando de um teste”. Num experimento com a lepra, patrocinado pelo governo em 1991-1999, voluntários disseram que não sabiam que o teste era com placebo.

No fim dos anos 1990, pesquisadores do governo realizaram tratamento de 1100 mulheres analfabetas com lesões pré-cancerosas nas vértebras cervicais para estudar a progressão da doença. Mais tarde, descobriu-se que as pessoas não tinham sido informadas e não tinham dado consentimento. Em 2001, um pesquisador da Johns Hopkins foi apanhado testando uma droga anti-câncer experimental em pacientes com câncer no estado indiano do Kerala, antes da droga ter sido experimentada em animais. Em 2003, um remédio experimental contra câncer foi administrado em mais de 400 mulheres que procuravam aumentar sua fertilidade. A droga era tóxica para os embriões [13].

Países ocidentais também tiveram suas próprias histórias de transgressões, e entre as mais infames delas está o estudo sobre a sífilis do Serviço de Saúde Pública norte-americano de Tuskegee. O tratamento para a sífilis foi negado a dezenas de negros pobres do Alabama rural. O estudo sobre sífilis, quando exposto, levou às primeiras proteções legais a pessoas estudadas em pesquisas nos Estados Unidos, em 1974. Nenhum dos escândalos de pesquisas na Índia, por mais que tenham sido publicizados na imprensa, levou a qualquer proteção legal para os voluntários. Esses fatos não são novidade para os reguladores do FDA, que demonstram uma grande confiança na habilidade dos voluntários em se auto-proteger, oferecendo ou retirando seu próprio consentimento informado voluntário.

Uma prática que solapa a legitimidade da medicina ocidental

Contudo, testes clínicos realizados de forma não-ética fazem mais do que minar os direitos humanos: solapam a legitimidade da medicina ocidental, de modo mais geral. A crise de confiança entre muitas pessoas no mundo em desenvolvimento e a medicina estilo ocidental aprofunda-se diariamente. O espectro de uma explosão de testes clínicos secretos pouco controlados inflama tais reações. Muitos fabricantes de drogas e pesquisadores clínicos concordam que a coerção e a falta de informação são problemas óbvios, mas alegam que as grandes esperanças com a pesquisa biomédica compensam os riscos e sustentam que, se a regulamentação for exagerada, os testes clínicos e o ritmo da inovação médica vão se reduzir e mais pessoas vão morrer.

Esse argumento é fraco, mas comum e poderoso. Pode ser verdade que a qualidade do atendimento nos testes clínicos seja freqüentemente superior ao tratamento normal e que os médicos encarregados dos ensaios tenham acesso à mais recente tecnologia, instrumentos e recursos que eles podem destinar ao cuidado dos pacientes. Esses são benefícios concretos dos testes clínicos. Mas os dados em si não podem significam automaticamente progresso da medicina (qualquer um que tenha visto as mais modernas vacinas apodrecendo em almoxarifados tropicais pode confirmar). O progresso da medicina requer a implementação da pesquisa, não apenas testes, e isso exige que governos, programas de saúde, pacientes e muitos outros atores tenham de fato algo a ver com os dados.

Devíamos exigir que os voluntários pelo menos tivessem acesso aos métodos comprovados nos seus testes, não apenas num futuro hipotético, mas aqui e agora. Com excessiva freqüência, novas drogas desenvolvidas com experimentos em habitantes dos países pobres não são licenciadas para uso nesses países, têm preços proibitivos, ou não são utilizáveis porque a droga não é importante de um ponto de vista clínico. Precisaríamos exigir, também, alguma forma de confirmação ou validação para que o consentimento informado fosse de fato informado e voluntário.

Tais medidas poderiam acabar com alguns testes. Mas como disse o bioético Jonathan Moreno, seria parte do preço que pagamos para reconhecer que há uma diferença entre um rato de laboratório – que não precisa ser consultado se quer participar de um experimento [14] – e um ser humano.

Tradução: Betty Almeida

Notas:
[1] Sonia perfect predator,” Orion magazine, November/December 2006
[2] Ler Jean-Philippe Chippaux, “As vítimas da Big Pharma”, Le Monde Diplomatique-Brasil, junho de 2005.
[3] A OMS foi criada em sete de abril de 1948, com o objetivo de que todos os povos atinjam o mais alto grau de saúde, definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença (N.T.).
[4] A chamada “transição nutricional” que originou novos padrões de doenças foi detalhada por completo em: Benjamin Caballero e Barry M. Popkin eds., The Nutrition Transition: Diet and Disease in the Developing World (Londres: Academic Press, 2002)
[5] A rapidez com que as listas são completadas e o grande número de inscritos são informados em sitesî das Organizações de Contratos de Pesquisa (CRO). Ver, por exemplo www.quintiles.com e, também, “Lifting India’s Barriers to Clinical Trials,” CenterWatch, agosto de 2003.
[6] Sweatshops, no original. Em 1850, os suadouros eram fábricas de roupas populares com péssimas condições e salários para os trabalhadores. Hoje, são estabelecimentos que não respeitam direitos dos trabalhadores, empregam trabalho infantil ou escravo e cometem violações graves de leis trabalhistas (N.T.).
[7] A primeira Declaração de Helsinki, que regula a pesquisa médica com seres humanos, data de 1964 e já foi atualizada em 1975, 1983, 1989 e 1996. A Associação Médica Mundial estabelece o compromisso do médico com as seguintes palavras: “A Saúde do meu paciente será minha primeira consideração”. Na versão de 1996, a declaração recomenda o respeito ao bem-estar dos animais utilizados e à integridade do meio ambiente (N.T.).
[8] O Código de Nuremberg, criado em 1947, durante os julgamentos de médicos nazistas que faziam experimentos com seres humanos em campos de concentração, impõe o consentimento dos seres humanos para participar de testes e pesquisas médicas (N.T.)
[9] Ver National Bioethics Advisory Commission, Ethical and Policy Issues in International Research: Clinical Trials in Developing Countries, abril de 2001.
[10] Quarraisha Abdul Karim et al, “Informed consent for HIV testing in a South African hospital: is it truly informed and truly voluntary?” American Journal of Public Health, 1º de abril de 1998, 637-40; e Niels Lynoe et al, “Obtaining informed consent in Bangladesh,” New England Journal of Medicine, 8 de fevereiro de 2001, 460-61
[11] Ken Getz, da consultoria de testes clínicos Center Watch, disse que foi recebido na Índia, como se fosse um chefe de estado. Ver também Narayan Kulkarni, “The trials leader,” Biospectrum, 10 de junho de 2003.
[12] Chandra Gulhati, editor da Monthly Index of Medical Specialties in India, descreve em detalhe as transgressões da indústria farmacêutica indiana. Ver, por exemplo, Chandra Gulhati, “Irrational fixed-dose combinations: a sordid story of profits before patients,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2003. Ver também Arindam Mukherjee, “Pills that kill,” Outlook, 22 de setembro de 2003, 52; e Daniel Pearl e Steve Stecklow, “Drug firms’ incentives fuel abuse by pharmacists,” Indian Express, 17 de agosto de 2001.
[13] Ver Alix M. Freedman, “Population bomb: two Americans export chemical sterilizations to the Third World,” Wall Street Journal, 8 de junho de 1998, A1; Sanjay Kumar, “Sterilization by quinacrine comes under fire in India,” The Lancet, 17 de maio de 1997; Laxmi Murthy, “Contraceptive research: need for a paradigm shift,” One India, One People, julho de 2001; M.D. Gupte e D.K. Sampath, “Ethical issues considered in Tamil Nadu leprosy vaccine trial,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2000; Amit Sen Gulpta, “Research on hire,” Indian Journal of Medical Ethics, outubro/dezembro de 2001; e Ganapati Mudur, “Johns Hopkins admits scientist used Indian patients as guinea pigs,” BMJ, 24 de novembro de 2001, 1204.
[14] Ver Libertar os animais, reumanizar a vida, Le Monde Diplomatique-Brasil. E, também, o Manifesto pela Libertação dos Animais, na edição de setembro do LMD, síntese das teorias do professor americano Garry Francione sobre a abolição da exploração animal (N.T.).

Sonia Shah é Jornalista canadense, autora de The Body Hunters: Testing New Drugs on the World’s Poorest Patients, traduzido para o francês por Pierre Saint-Jean, a ser publicado em outubro pela editora Demopolis, de Paris; e de Crude: The Story of Oil (Seven Stories, 2004). Sonia Shah está escrevendo um livro sobre a história e a política da malária.




Mais Informações:

Via Ecocidio

Brasil Medicina: Retratos de um apartheid médico

A pagina original na UOL onde este artigo havia sido publicado foi removida. Nós todos imaginamos o porque,.

9 de junho de 2010

RT Today -Comentários de Willian Engdahl sobre bilderberg 2010

Video: Canal fimdostemposnet
Via: A Conspiração

Willian Engdahl comenta sobre a reunião dos Bilderbergs 2010. Engdahl é jornalista free-lancer e economista, autor do livro "O século americano: As políticas anglo-americanas do petróleo e a nova ordem mundial".



8 de junho de 2010

[VIDEO] G1: Aliança das Civilizações analisa Nova Ordem Mundial

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial


G1 (France Presse)

A reorganização da ordem mundial para solucionar problemas socioeconômicos centrou os debates na manhã deste sábado, no último dia do III Fórum da Aliança das Civilizações, realizado no Rio.

Em um dos painéis de debate organizados pelo Fórum, os participantes abordaram temas que foram desde um novo mapa global de poderes até o aproveitamento das crises como fatores de mudanças.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, alertou que a comunidade internacional perdeu uma oportunidade de se reorganizar após a crise suscitada pelo ataque às Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001.

"Em 2001 houve uma grande crise e surgiu uma oportunidade. Infelizmente, isso não ocorreu, ficou apenas nas palavras. As respostas foram bem contrárias. Houve a guerra no Iraque. Houve o recrudescimento das tensões em grande parte do mundo. E não houve solução alguma para a crise do Oriente Médio e para o conflito entre árabes e israelenses. Por isso, a oportunidade não foi aproveitada", considerou.

"Também não se conseguiu modificar a estrutura política mundial. Estou muito de acordo de que é completamente obsoleta", acrescentou.
"Alguns anos depois, tivemos uma segunda oportunidade, uma segunda crise, a crise econômica, a crise financeira. (...) E até certo ponto parecia que algo mais tinha sido aproveitado. Pelo menos, passamos do G8 para o G24", disse.

No entanto, prosseguiu, "não há nenhuma disposição em modificar a estrutura financeira e econômica internacional".

Apesar disso, o secretário-geral da OEA constatou que "depois de 2001 e depois da crise econômica, certamente surgiu uma nova realidade mundial, que não pode ser ignorada", mencionando os BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

A russa Alla Glinchikova, vice-diretora do Instituto Russo de Estudos sobre a Globalização e Movimentos Sociais, criticou a existência de uma "multiplicidade de monólogos, e não um diálogo, em que as partes mais fortes acabam vencendo".

Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, pediu novas instituições que evitem a ocorrência de grandes crises, citando como exemplo o tema que roubou a atenção do Fórum, a questão nuclear iraniana.
"Temos que ser pró-ativos para prevenir o surgimento de crises", considerou.

Davutoglu ressaltou que "as instituições econômicas, políticas e culturais existentes não são suficientes para criar novos horizontes".
Miguel Angel Moratinos, chanceler espanhol, encerrou os debates do evento, criado por iniciativa do presidente do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, ressaltando que "a Aliança é uma iniciativa plena que vale la pena".

O Irã esteve no centro dos debates entre o os líderes que participaram deste evento, já que estiveram presentes alguns dos principais protagonistas de um acordo para a troca de urânio iraniano por combustível nuclear que desencadeou fortes tensões entre Brasil e Turquia -que promoveram o pacto-, com os Estados Unidos e as potências nucleares européias, que desconfiam que Teerã tente obter a bomba atômica.

O próximo Fórum da Aliança das Civilizações será realizado no ano que vem no Qatar.




Acho interessante como o Brasil está sendo foco deste movimento pró-globalizacao e nova ordem mundial que está a todo vapor nas mais diversas áreas e níveis. Mês passado o Brasil sediou o "Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal", e entre a agenda estava combate ao terrorismo e ao cyber-crime. O Brasil sem dúvida está deretamente na rota da implantação da Nova Ordem Mundial, e não resta dúvidas que é por isto mesmo que "ganhamos" a copa do mundo de 2014 e olimpíadas de 2016.

E no congresso da "Aliança das Civilizações", tiveram a cara de pau de dizer que infelizmente não soubemos aproveitar da "crise" do 11 de setembro para mudar a estrutura política internacional, mostrando como se fosse normal a utililização da regra de três, ou dialética hegeliana, onde se cria um problema, se espera a reação e então apresenta a solução alegremente recebida que de outra forma jamais seria aceita.

[VIDEO] Conselho da Europa: “A pandemia de gripe A nunca existiu”.

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Euronews / Portugal

A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”.

A investigação, chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn, denuncia o "desperdício de fundos públicos na compra de vacinas" e as "ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos".

Um relatório publicado também ontem pelo British Medical Journal revela que as recomendações da OMS teriam sido redigidas por peritos, contratados como consultores por vários laboratórios farmacêuticos.

A OMS enfrenta assim uma nova vaga de críticas, um dia depois de ter decidido prolongar até Julho o nível máximo de alerta de pandemia, em vigor desde Julho de 2009.

Em um ano, a gripe A provocou mais de 18 mil mortos, um número distante das previsões iniciais, quando a gripe sasonal provoca anualmente mais de 500 mil mortes.

6 de junho de 2010

BILDERBERG 2010 - Mais fotos e vídeos

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Este parece ser sem dúvida o encontro do grupo Bilderberg que mais teve cobertura da imprensa.Na na Inglaterra tivemos cobertura dos principais jornais, algumas vezes com tom de pouco caso, mas o nome do grupo está nas ruas. Na Espanha, onde ocorre o encontro, TVs locais e até nacionais estão fazendo cobertura do evento. al jazeera e Russia TV tem uma equipe para cobrir o evento. Veja abaixo várias fotos e filmes feitos no local onde a polícia continua sua repressão autoritária. Veja também a reportagem da TVE espanhola.

Daniel Estulin:


Charlie Skelton (do Guardian) falando com um ativista local:



Membros da elite jogando golfe:






















Policiais catalaes agredindo manifestantes:

Direto da Espanha: Fotos da elite chegando ao hotel para o encontro do grupo Bilderberg

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Paul Dorneanu, que cobriu os encontros do grupo Bilderberg há vários anos, enviou fotografias para o site Infowars.com com os top Bilderbergers chegando ao exclusivo hotel em Sitges.

O website de Dorneanu irá realizar atualizações do encontro Bilderberg (aparentemente em romeno).




Veja abaixo as fotos:

Matthias Nass, Editor-adjunto do Die Zeit, um jornal nacional semanário alemão com uma orientação política centrista descrito como a social-democrata.





Craig Mundie, chefe de pesquisa e estratégia da Microsoft. Seu ex-chefe, o eugenista Bill Gates, confirmou sua participação no encontro.



Visconde Etienne Davignon, presidente doa Bilderberg, fundador da Associação para a União Monetária da Europa e membro da Comissao Trilateral.



James Wolfensohn, o nono presidente do Banco Mundial e membro do Council on Foreign Relations (CFR).



Eduardo Serra Rexach, político e empresário espanhol, serviu como ministro da Defesa entre 1996 e 2000, durante o governo de José María Aznar. De 1993 a 1996, ele foi o presidente do Instituto de Cuestiones Internacionales y Política Exterior



Kemal Dervis
, Economista e político turco, o ex-funcionário do Banco Mundial e, atualmente, administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.



Mais Informações:
Infowars: Exposing the Bilderbergers: Photos from Spain
Bilderberg 2010: Primele poze cu membrii Bilderberg

5 de junho de 2010

Butantan nunca fabricou doses da vacina h1n1 - Então, aonde foram parar os 500 milhões de reais?

Via: A Conspiração e Nova Ordem Mundial

Após receber mais de meio bilhão de reais para fabricação de vacinas, descobriu-se que o instituto Butantã nunca fabricou uma vacina sequer. Leia até o fim do post.

Em diligência no final da tarde de ontem (26/5), os deputados do PT, Antonio Mentor (líder da Bancada do PT) e Fausto Figueira (presidente da Comissão de Saúde e Higiene), foram ao Instituto Butantã para apurar a denúncia de que a fábrica de vacinas da gripe comum e H1N1 do local não funciona. Recebidos pelo diretor Otávio Mercadante, houve uma conversa preliminar para entrega de ofício solicitando informações, mas, na ocasião, já foi confirmado pelo diretor que a fábrica não está operando.

Reinaugurada várias vezes pelos sucessivos governos tucanos, conforme constam em notícias publicadas por jornais desde outubro de 1999, a fábrica de vacinas do Instituto Butantã ainda não produziu uma dose sequer de vacina da gripe até hoje.

“Em várias ocasiões, saíram matérias assim na imprensa: ‘mês que vem a fábrica começa a produzir a vacina para dengue’, depois repetiam a mesma história em outro mês. É inaceitável o Butantan não fabricar vacina”, critica Mentor. Segundo o parlamentar, o diretor confirmou que o instituto apenas envasa as vacinas, e não as fabrica.

A produção de vacinas estava prevista para iniciar a produção em 2005, foi adiada para setembro de 2008, passou para março de 2009, depois para setembro, dezembro, março de 2010 e, agora, setembro de 2010. Em 2006, diversos funcionários foram contratados para a produção de vacinas, contudo tiveram de ser realocados para outros setores, tendo em vista que as vacinas não estavam sendo produzidas.

Prejuízos

Os parlamentares relataram denúncias de que diariamente centenas de milhares de ovos de galinha que deveriam servir para fabricação de vacinas da gripe vão para o lixo. Segundo Mentor, ao menos 160 mil ovos chegavam a ser entregue por dia. “Isso pode ter causado grandes prejuízos para o instituto”, alerta o líder da bancada.

Os deputados também questionaram sobre as denúncias de que 14 milhões de doses da vacina H1N1 foram jogadas fora por contaminação durante o processo de envase e que dois lotes da vacina da gripe comum foram inutilizados por não passarem no teste de pirogênio (teste do sistema de água WFI).

Fausto Figueira explicou que também estão sendo aguardadas informações sobre os problemas que ocasionaram o incêndio do último dia 15; números da produção de vacinas de dengue, hepatite B e leishmaniose.

O diretor do instituto, Otávio Mercadante, disse que discutirá o caso com o secretário estadual de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, e prometeu dar uma resposta rápida do porquê a fábrica não está operando.

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Nesta outra notícia informa que o Butantã nem ao menos solicitou a avaliação para a fábrica de vacinas:

”A informação do Butantã de que sua nova unidade de fabricação de vacinas ainda não produz vacinas por falta de autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não é verdadeira”. Esta afirmação é do diretor da agência, Dirceu Barbano, em correspondência enviada ao líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa paulista, Antonio Mentor.

Segundo Barbano, “o Butantã nunca requereu processo de avaliação para a nova fábrica para a Certificação das Boas Práticas de Fabricação - CBPF”.

A questão surgiu, porque em 26 de maio, os deputados Antonio Mentor e Fausto Figueira (presidente da Comissão de Saúde e Higiene) estiveram no Instituto Butantã para apurar denúncia de que a fábrica de vacinas da gripe comum e H1N1 do local nunca funcionou, apesar de ter sido inaugurada em abril de 2007, pelo ex-governador de São Paulo, José Serra. Durante a visita, os deputados obtiveram a confirmação da não operação da fábrica pelo diretor do instituto, Otávio Mercadante, que se comprometeu a enviar mais informações por escrito aos parlamentares.

Em repercussão ao assunto, o jornal Folha de S. Paulo, em 28/5, publicou reportagem na qual afirma que: “A fábrica está parada porque o Butantã ainda não obteve as certificações da Anvisa e da Sanofi Pasteur, multinacional que detém a tecnologia de produção da droga” e “O Butantã justificou a demora para colocar a iniciar a fabricação afirmando que "o processo de validação e certificação de uma unidade produtiva é sempre complexo".

O diretor da Anvisa explica na correspondência ao deputado Antonio Mentor que a “certificação se dá por meio de inspeções que serão realizadas apenas mediante solicitação do laboratório do Butantã, o que até o momento não ocorreu”. E mais: “Ainda que tal certificação fosse obtida e tudo já estivesse pronto, nesse momento nada poderia ser produzido no local, pois o Butantã ainda não pediu o registro, ou mesmo alteração do local de fabricação de nenhum produto para a nova unidade”.

Com relação à unidade já existente, que fabrica outras vacinas, a Anvisa aguarda as adequações necessárias para a concessão definitiva da CBPF, pois há pendências em três linhas de produção.

O prédio e os equipamentos da fábrica de vacina do Instituto Butantã custaram R$ 70 milhões.

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Quando pesquisei anteriormente sobre os misteriosos contratos com os laboratórios farmacêuticos, encontrei algumas informações que vieram a calhar neste momento. De acordo com o diário da união (veja as páginas 139 e 140), o Instituto Butantã recebeu 105 milhões de reais para produção de vacina sazonal e 439 milhões para produção de vacina contra o vírus H1N1. Se nenhuma vacina foi produzida, eu me pergunto: PARA ONDE FOI TODO ESTE DINHEIRO???

Aos poucos vamos percebendo o porque de terem valorizado e exagerado tanto este vírus, criando a necessidade desta vacina. Como dizem: "Siga o dinheiro"!!!

Mais Informações:
Blog Vi O Mundo: Butantan nunca fabricou uma dose de vacina contra a gripe
Diretório Estadual do PT de SP: Confirmado: fábrica de vacinas do Butantã não funciona
Alesp: Butantã nunca requereu certificação da Anvisa para fábrica de vacinas
JusBrasil: Butantã não requereu certificação de vacinas
Interfarma: Instituto afirma que fabricará vacinas em 2011
Diário oficial da União com os contratos de pagamento para o Instituto Butantã

Americano morto por Israel durante ataque a flotilha levou 4 tiros na cabeça

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Uma das nove pessoas mortas no ataque israelense de uma flotilha de auxílio segunda-feira foi um homem de 19 anos, com cidadania norte-turco dupla, um oficial do Departamento de Estado americano informou, relata a CBS News.

O funcionário identificou a vítima como Furkan Dogan, que se acreditava que estaria residindo na Turquia.
O oficial falou na condição do anonimato porque o assunto não tenha sido confirmada oficialmente pelo governo americano.

O funcionário disse que a vítima havia sido baleado, mas não estava claro quem atirou nele. Ele foi um dos oito dos mortos sendo velados no funeral em Istambul, nesta quinta-feira.

A rede ABC News acrescenta: "Um relatório forense disse que ele foi baleado à queima-roupa, com quatro tiros em sua cabeça e uma no peito, segundo a agência de notícias Anatolian.

Dogan era um estudante do ensino médio estudando ciências sociais na cidade de Kayseri, na parte central da Turquia . Ele nasceu nos Estados Unidos e se mudou para a Turquia com 2 anos de idade. Ele será enterrado em sua cidade natal amanhã.

O corpo de Dogan foi devolvido para a Turquia hoje, juntamente com outros oito corpos, todos de cidadãos turcos, que estavam a bordo da Marmara Mavi.

As nacionalidades dos mortos foram determinadas após exames post mortem em um instituto de medicina legal, em Istambul, onde os corpos foram levados nesta quinta-feira.

Mais Informações:

ABC News: American, 19, Among Gaza Flotilla Dead
Furkan Dogan Was Shot Five Times, Including Four Times in Head

CBS News: U.S. Citizen Among Dead From Israeli Flotilla Raid

4 de junho de 2010

Eugenista Bill Gates comparece na reunião dos bilderbergs 2010

Fonte Original: Prison Planet.com
Tradução: Revelatti


Eugenicist Bill Gates To Attend 2010 Bilderberg Conference  040610top2

O fundador da Microsoft, Bill Gates, vai aderir aos seus companheiros elitistas pela primeira vez, na conferência de Bilderberg 2010 em curso em Sitges, Espanha, depois que ele aparentemente tentou dar uma despistada, fingindo participar de um outro evento antes de ser forçado a admitir aos jornalistas que ele vai dar um discurso no conselho globalista.

Gates deixou escapar que ele iria fazer sua estréia no Bilderberg após ser perguntado por jornalistas do "20 Minutos", um jornal gratuito espanhol que é publicado diariamente em várias cidades espanholas, bem como outros ao redor do mundo.

Segundo o relatório, disse Gates aos repórteres: "Eu sou um daqueles que estarão presentes", acrescentando que ele vai participar de um debate com os colegas globalistas sobre os temas de "6 Energia e as 6 Necessidades dos mais 6 Pobres", como bem como as alterações climáticas, energias renováveis e à crise econômica.

Indicando que ele também dará uma palestra para os elitistas da Bilderberg, Gates disse: "Espero não faltar".

Parece que Gates inicialmente tentou jogar fora os muitos repórteres, alegando que ele estava em Barcelona para participar de uma conferência Global do Health Institute, que foi então misteriosamente "cancelada".

A tradução do relatório espanhol pode ser lido aqui.

A presença de Gates no clubinho da elite também foi confirmada pela agência de notícias alemã DPA.

O relatório também confirma que o primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, assistirá à conferência esta tarde, onde será acompanhado pela rainha Beatrix da Holanda, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, bem como ex-secretário de Defesa Americano, Donald Rumsfeld.

Rumsfeld tem esporadicamente participado nas reuniões Bilderberg no passado, mas ele é um visitante regular às reuniões anuais. Para Gates, essa é sua primeira vez na conferência, embora sua esposa Melinda é um participante regular.

Tanto Gates e presença de Rumsfeld no evento deste ano indica que houve uma evolução muito importante sobre a agenda planejada para se desdobrar ao longo dos próximos 12 meses, em particular no que diz respeito ao Irã, bem como a agenda do aquecimento global, que tem sido nas cordas desde o escândalo Climategate e da Reunião de Copenhague em Dezembro.

Apresentação de Gates nos Bilderberg provavelmente também incluem informações sobre seus projetos eugenistas para reduzir números da população global.

Durante uma recente conferência no "TED", uma organização que é patrocinada por um dos maiores poluidores resíduos tóxicos no planeta, Gates disse ao público que as vacinas devem ser utilizados para reduzir os números da população mundial, a fim de resolver o aquecimento global e reduzir as emissões de CO2 em quase zero.

Afirmando que a população mundial se dirigia para 9 bilhões, Gates disse: "Se nós fizermos um trabalho muito bom sobre novas vacinas, cuidados de saúde, serviços de saúde reprodutiva (aborto), poderíamos, talvez, diminuir em 10 ou 15 por cento".

Completamente como uma melhoria nos cuidados de saúde e vacinas que salvam vidas supostamente levaria a uma redução na população mundial é uma clara intenção de genocídio, a menos que Gates esteja se referindo às vacinas que esterilizam as pessoas, que é precisamente o mesmo método preconizado na Casa Branca, pelo conselheiro John P. Ecoscience Holdren nos livros didáticos de 1977, que apela a um "regime ditatorial planetário" para aplicar medidas draconianas de redução da população através de todos os tipos de técnicas opressivas, inclusive a esterilização".

O zelo do eugenista Gates é compartilhado por seus colegas elitistas de Bilderberg, muitos dos quais têm defendido as políticas draconianas de controle da população em seus próprios discursos públicos e escritos. Na verdade, a família Rockefeller financiou a pesquisa de eugenia na Alemanha através do Instituto Kaiser Wilhelm, em Berlim e Munique. A Fundação Rockefeller elogiou o programa de esterilização de Hitler na Alemanha nazista. David Rockefeller participou da primeira reunião de Bilderberg em 1954 e é agora o chefe da comissão de Bilderberg de direção ".

Um programa de inoculação em massa, em conjunto com a (DES)Organização Mundial de Saúde, de Rockefeller contra o tétano na Nicarágua, México e Filipinas no início de 1990 foi, de fato, um julgamento secreto sobre o uso de vacinas para médicos abortar bebês das mulheres.

"Comite Pró Vida de México, uma organização católica romana laica, ficou desconfiada dos motivos por trás do programa da OMS e decidiu testar vários frascos da vacina e descobriram que eles contêm hormônio gonadotrófico humano, ou hCG," escreve o historiador F. William Engdahl. Em seu artigo, Bill Gates e a neo-eugenia: Vacinas para reduzir a população. "Isso foi um componente curioso para uma vacina para proteger as pessoas contra fechamento da mandíbula, decorrente de uma infecção de feridas prego enferrujado ou outro contato com certas bactérias encontradas no solo. A doença foi de fato o tétano, também bastante raro. Também foi curioso, porque foi o hormônio hCG, necessários naturalmente para manter uma gravidez. No entanto, quando combinada com um portador toxóide tetânico, estimulou a formação de anticorpos contra o hCG, tornando uma mulher incapaz de manter uma gravidez, fazendo uma forma de aborto escondido. Relatos semelhantes de vacinas atado com hormônios hCG vieram do Brasil e Nicarágua ".

Gates anunciou recentemente que ele estaria financiando um programa de esterilização que utilizria ultra-som de explosões direcionados contra órgãos reprodutores de um homem para torná-lo infértil durante seis meses. "A fundação financiou uma nova vacina contra suor excessivo" programa baseado em nanopartículas que penetram a pele humana(seria a mesma tecnologia da misteriosa doença de morgellons??). A tecnologia é descrita como uma forma de "... desenvolver nanopartículas que penetram na pele através de folículos pilosos e explodiu ao entrar em contato com o suor humano a liberar as vacinas", escreve o pesquisador Mike Adams saúde.

Gates provavelmente será requisitado por outros Bilderbergers para recolocar a agenda do imposto sobre o carbono do aquecimento global de volta aos trilhos depois de uma forte queda drástica na credibilidade dos alarmistas da mudança climática desde que o escândalo Climategate estourou.

Parte da agenda de Bilderberg para embarcar em uma "revolução pós-industrial" gira em torno da obrigatoriedade dos países ocidentais a adotar uma economia "desastrosa verde" iniciativas que, como a Espanha tem dolorosamente experimentado em primeira mão, custou mais de 2,2 postos de trabalho para cada 1 trabalho verde criado.

A agenda de imposto sobre o carbono é também de impor um imposto sobre o consumo, que irá reduzir drasticamente o nível de vida e deixar as pessoas mais preocupadas com a alimentação de suas famílias com pouco tempo para se preocupar com Bilderberg é antidemocrático, planejando, algo que a hierarquia Bilderberg está interessada em fiscalizar, em um esforço para esmagar a crescente tomada de consciência global de Bilderberg e da nova ordem mundial, porque eles vêem "as pessoas com renda" como "uma ameaça" para os seus planos do governo mundial.

Veja comentários de Bill Gates sobre o uso de vacinas para reduzir a população global no clipe abaixo:

BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Os principais cientistas por trás dos conselhos da OMS sobre estocar de medicamentos contra a gripe H1N1 tinham vínculos financeiros com empresas fabricantes de tais medicamentos, concluiu uma investigação.

O BMJ - Jornal Britânico de Medicina - diz que os cientistas tinham declarado abertamente esses interesses em outras publicações e ainda assim a OMS não fez qualquer menção sobre estas ligações.

Esta notícia vem ao mesmo tempo que um relatório do Conselho da Europa criticando a falta de transparência em torno do tratamento da pandemia da gripe suína.

Um porta-voz da OMS disse que a indústria farmacêutica não influencia as suas decisões sobre a gripe suína.

Orientações recomendando governos sobre o estoque de medicamentos anti-virais foram emitidas pela OMS em 2004.

Esta recomendação levou muitos países ao redor do mundo a comprar grandes estoques de Tamiflu, fabricado pela Roche, e o Relenza, fabricado pela GlaxoSmithKline.

Um ano após a pandemia de gripe suína ter sido declarada, os estoques estão sem utilização nos armazéns e os governos estão a tentando cancelar os contratos.

Conflito de interesses

O BMJ - British Medical Journal (Jornal Britânico de Medicina), em uma investigação conjunta com o Departamento de Jornalismo Investigativo, constatou que três cientistas envolvidos em desenvolver as orientações de 2004 haviam sido pagos pela Roche e pela GSK para ministrar palestras e trabalhos de consultoria, além de estar envolvidos em pesquisas para estas mesmas empresas.

Embora os cientistas envolvidos haviam declararado livremente as ligações em outros lugares e disseram que a OMS solicitou informações sobre conflitos de formas de interesse em formulário antes das reuniões dos peritos, as relações não foram publicamente declaradas pela OMS.

Não está claro se esses conflitos de interesse foram notificados de forma privada pela OMS aos governos ao redor do mundo, o BMJ disse, e este teve recusado um pedido para averiguar as declarações de conflito de interesse.

Além disso, a lista de membros do "comitê de emergência", que aconselhou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na declaração da pandemia de gripe H1N1 foi mantida em segredo.

Isso significa que os nomes dos 16 membros da comissão são conhecidos apenas por pessoas de dentro da OMS e assim também os seus eventuais conflitos de interesses com as empresas farmacêuticas são desconhecidas.

Em seu site, a OMS informa que: "Potenciais conflitos de interesse são inerentes a qualquer relação entre uma agência de desenvolvimento normativo e de saúde, como a OMS, e uma indústria com fins lucrativos. "
"Considerações similares são aplicáveis quando os especialistas que aconselham a OMS tem ligações profissionais com as empresas farmacêuticas. "
"Inúmeras são as garantias para gerir eventuais conflitos de interesses ou a sua percepção."

3 de junho de 2010

OMS Confirma que Gripe sazonal mata 27 vezes mais que H1N1 - Mesmo assim segue com Pandemia nível 6

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Não que esteja surpreso, mas achei interessante que apenas ao final da campanha no hemisfério sul que a OMS confirmou que a gripe A causou 27 vezes mais mortes que a gripe H1N1:



"A OMS confirmou que o vírus AH1N1 é o que continua circulando de maneira predominante no mundo, menos nefasto do que se temia e com uma taxa de mortalidade menor inclusive que a da gripe estacional.
A gripe A causou algo mais de 18 mil mortes em um ano. No mesmo período, a gripe estacional causou 500 mil mortes."
mas de qualquer forma, a OMS insistiu em continuar com o estado de pandemia, alegando que "continua sendo crítico que os países mantenham a vigilância em relação à pandemia". A diretora geral da OMS, Margaret Chan, decidiu hoje não suspender o alerta e convocar uma nova reunião do Comitê de Emergência para meados de julho, "quando já estiver disponível as informações sobre a gripe no inverno do hemisfério Sul".

E assim podem continuar por anos, sempre utilizando o medo como arma e na possibilidade de uma piora na pandemia no próximo inverno de cada hemisfério. Se não fosse trágico seria cômico.

Fontes:
Agência EFE: OMS adia decisão sobre manter ou levantar alerta de pandemia
Estadão: OMS adia mais uma vez decisão sobre status de pandemia da gripe suína

Estadão: OMS mantém alerta de pandemia de gripe A