23 de junho de 2010

Cientista Prêmio Nobel afirma que futuras vacinas serão como "alimentos"

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Barry J. Marshall, Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2005 e professor clínico na Universidade da Austrália Ocidental, afirmou que as pessoas poderão, no futuro, ser vacinadas engolindo cápsulas ao invés de utilizar agulhas.

Ele fez seus comentários no fórum terceiro tema da Expo Mundial, que abriu neste domingo, em Wuxi, Jiangsu, leste da China.

"O projeto que eu venho trabalhando é para o desenvolvimento de vacinas que se parecem com produtos alimentares. Eu acho que é o futuro longe das agulhas, com vacinas que parecem mais com alimentos", disse.

"Eu me preocupo com a minha família. Eu tenho um neto. Recentemente, ele recebeu cinco agulhadas em um só dia. É muito estressante para crianças pequenas serem vacinadas com agulhas, e por isso seria muito melhor se pudéssemos ter as vacinas da mesma forma que medicamentos", disse ele. "Você não teria que ir ao hospital ou ao médico, talvez você possa ir a uma farmácia ou drogaria ou supermercado", disse ele.

"Provavelmente, daqui a 10 ou 20 anos, muitas vacinas serão assim, tornando muito mais fácil para tantas pessoas para que não tenham que se preocupar com a gripe, sarampo e catapora," afirmou Marshall.

"Por exemplo, um projeto em que estamos trabalhando no momento mostrou alguns sucessos iniciais em animais. O projeto trata de utilizar os os genes do vírus influenza, e colocá-los em bactérias de modo que as bactérias se pareçam um pouco com a gripe, e em seguida, dar estas bactérias para serem ingeridas por alguém", disse ele.

"Você poderia visualizar isto no futuro como sendo alguns produtos alimentares, bactérias em cápsulas. Mas quando você engole, ele vai começar a viver em seu estômago por algumas semanas. Durante esse tempo, o seu sistema imunitário é ativado, mas você também será vacinado contra a gripe", explicou.

Em 2005, Barry J. Marshall e J. Robin Warren ganharam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina, em reconhecimento de sua descoberta em 1982 de que a bactéria Helicobacter pylori, é uma das causas das doenças mais comuns e mais graves da humanidade, a úlcera péptica.
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InfoWorld:
ÉÉ claro, teremos um futuro perfeito se colocarem vacina nos alimentos, vamos todos ser felizes, fortes e saudáveis. [/ironia
Vamos divulgar, as pessoas tenque acordar, antes que seja tarde demais!
ACORDEM!

22 de junho de 2010

Folha UOL: O conto da vacina suína

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Marcelo Leite - Folha.com

O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

MARCELO LEITE é repórter especial da Folha, autor dos livros "Folha Explica Darwin" (Publifolha) e "Ciência - Use com Cuidado" (Unicamp) e responsável pelo blog Ciência em Dia (Ciência em dia).

Mais Informações:
Folha.com: O conto da vacina suína
Blog Ciencia em Dia

18 de junho de 2010

Vídeo - Nigel Farage: “Vocês ameaçam a paz e a democracia”

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração
Fonte Original: Prova Final

Nigel Farage no parlamento europeu – 16/06/2010 – Vídeo:



Se o vazamento de óleo continuar em 18 meses TODO O OCEANO pode ser contaminado

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração
Fonte Original:
Fimdostempos.net

A situação na Flórida é muito pior do que a mídia está relatando, aliás quase não se fala mais do pior desastre ambiental do planeta, essa tragédia pode resultar em mudanças geológicas, já se cogita a idéia de uma possível evacuação em massa na Florida, já que o petróleo contém substâncias tóxicas que contaminam tudo ao redor. Mas o problema não fica só na Florida ( o que já é triste e desastroso), mas as estimativas são de que se o vazamento continuar em 18 meses TODO O OCEANO pode estar contaminado. Infelizmente não podemos fazer nada mais do que espalhar essa notícia e nos preparar.

Ravena

Segue abaixo as informações retiradas do endereço:

http://www.rense.com/general91/oilor.htm
Crédito Estação Fraterna (obs: não fazemos apologia ao site Estação Fraterna, apenas se atenham a matéria postada aqui)

Foi estimado, por peritos, que a pressão a qual o petróleo é jogado nas águas do Golfo é entre 20.000 e 70.000 PSI (libras por polegada). Impossível de ser contido.
O que os cientistas americanos são proibidos de dizer ao público sobre o Golfo.
O que você vai ler aqui, é o que os cientistas nos USA não podem falar, com um grande medo da administração Obama.
Eles estão sob ameaça de severa repercursão ao máximo… Cientistas confirmando essas descobertas não podem ser mencionados dado ao que está escrito acima, mas o que eles acreditam, eles querem que todos saibam.
Pegue um mapa dos USA, abra e messa no mínimo 80,5 km a partir da destruição em volta do Golfo do México com o que você vai ler abaixo.
A carnificina dos USA é tão assombrosa que tirará o seu folego.
Se os cientistas estiverem certos no que eles estão tentando alertar… toda a Flórida será completamente destruída junto com todos e tudo.
Você decide!! Todos tem o direito de ler o que recém escrevi nesse artigo, tanto quanto lerem o que foi escrito abaixo pelos cientistas que a administração de Obama e BP estão tentando calar.
Por favor compartilhem com o maior número de pessoas que você conseguir.

Dr. James P. Wickstrom

RESUMO DOS ACONTECIMENTOS

A estimada super alta pressão liberando o petróleo embaixo da crosta terrestre está entre 80.000 e 100.000 barris por dia.
O fluxo de petróleo e gases tóxicos está trazendo junto areia e cascalho o que causa o fluxo a criar um efeito de jato de areia no que resta da cabeça do poço que atualmente de alguma forma restringe o fluxo, como também o buraco da perfuração.
Como a cabeça do poço se torna cada vez mais desgastada a passagem aumenta permitindo um fluxo ainda maior de petróleo. Mesmo que algum aparelho fosse colocado sobre a cabeça do poço existente, isso não tamparia e pararia o fluxo, porque o que ainda sobrou da cabeçado poço não conteria a pressão do fluxo.
A espessura original da cabeça do poço é de 5 cm. E agora deve estar menor que 2,5 cm e ficando a cada momento mais fina. O petróleo agora alcançou a corrente do Golfo e está entrando na corrente Oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte do que a do Golfo, a qual o carregará ao mundo todo em mais ou menos 18 meses.
O petróleo junto com os gases, incluindo a benzina e muitos outros tóxicos, esgotarão o oxigênio da água. Isso matará toda a vida marinha. Junto com o petróleo nas praias, haverá muito peixe morto e etc… que deverão ser jogados fora.
UM RESUMO DAS EXPECTATIVAS
Em algum momento o buraco da perfuração ficará muito grande, aumentando seu tamanho abaixo da cabeça do poço, deixando a área muito fraca onde poço está. A intensa então empurrará a cabeça do poço fora, permitindo um fluxo sem restrição de petróleo e etc…
O buraco continuará a aumentar de tamanho permitindo mais e mais petróleo fluir para o Golfo. Depois de muitos bilhões de barris de petróleo já terem sido derramados, a pressão da cavidade enorme a 8 km abaixo do solo do oceano começará a normalizar.
Isso então permitirá que a água, sob forte pressão a 1,6 km de profundidade, seja forçada para dentro da cavidade onde o petróleo estava. A temperatura a essa profundidade está perto de 200 graus centígrados, possivelmente mais.
A água evaporará, criando uma enorme quantidade de força , levantando o solo do Golfo. É difícil saber quanto de água entrará na crosta, também não é possível calcular o quanto o solo levantará.
As ondas do tsunami criado serão alguma coisa em torno 6 a 24 de altura, possivelmente maiores. Então o solo caírá dentro da cavidade vazia. É assim que a natureza fechará o buraco.
Dependendo da altura do tsunami, o cascalho do oceano, petróleo e estruturas existentes serão arrastadas pelas praias entrando terra a dentro, deixando uma área de 80,5 a 322 km desprovida de vida. Mesmo que os escombros sejam retirados, a contaminação do solo e da água impossibitará a re-população por um período desconhecido de anos.
(final da informação liberada pelos cientistas). De Tom Buyea Flórida News Service
(End of scientists information release.) From Tom Buyea FL News Service
Nesse vídeo o piloto mostra a situação da costa da Louisiana. É devastadora a situação. As praias de areia branca agora estão marrom claro. Praticamente não há nada sendo feito para prevenir a entrada do óleo até Saint Louis. O piloto, que é da região, se impressiona quando vê a grandiosidade do desastre e comenta que esse é só o começo. Se um leigo tem condições de ver isso, como não acreditar no aviso dos cientistas!

Notícias reais sobre a gripe H1N1, a vacina e a toda corrupção envolvida na pandemia

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Esta é uma lista atualizada, com mais de 58 notícias com os links originais, que expoêm as mentiras que envolvem a gripe H1N1 e a suposta pandemia, os perigos da vacina e o envolvimento dos laboratórios farmacêuticos. Ajude a divulgar, não podemos descansar apenas porque a vacinação acabou. Muito em breve virão com um novo vírus, e uma nova vacina, e o povo vai cair direitinho novamente.

Casos de Mortes, abortos e reações advertas

- Paraná: Homem que tomou vacina contra H1N1 contrai gripe suína
http://tnonline.com.br/noticias/regiao/32,23369,18,05,homem-que-tomou-vacina-contrai-gripe-suina.shtml
- Belo Horizonte: Morte após reação adversa da vacina H1N1 - Família de jovem morta acusa Samu de omissão
http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/minas/familia-de-jovem-morta-acusa-samu-de-omiss-o-1.112864
- Assustador: Relato de reação adversa a vacina H1N1
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/assustador-relato-de-reacao-adversa.html
- Alagoas: Menina morre após tomar vacina
http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=163522
- [VIDEO] SBT Maranhão: Criança de 1 ano e 10 meses morre após receber a segunda dose da vacina H1N1
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/sbt-maranhao-crianca-de-1-ano-e-10.html
http://www.youtube.com/watch?v=zCwHliHTiAc&feature=player_embedded

- Ceará: Sogro do cantor Waldonys morreu depois de ser vacinado contra H1N1
http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&subacao=ler_noticia&cadernoID=22&noticiaID=26930
- [VIDEO] Rondônia: Grávida perde bebê após tomar vacina da gripe suína
http://www.jaruonline.com.br/noticiascapa/nubia.htm
http://www.youtube.com/watch?v=s3-yhlNz9is&feature=player_embedded
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/video-rondonia-gravida-perde-bebe-apos.html
- ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2887130.xml
- Urgente! Rapaz de 26 anos morre após vacinação
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/urgente-rapaz-de-26-anos-morre-apos.html
http://www.youtube.com/watch?v=b0hUG_Rs3Uo&feature=player_embedded
- Tanque Novo: Criança morre após tomar vacina H1N1
http://www.faroldacidade.com.br/?lk=4&id=16356
- Suécia: Gripe A: Homem morre após tomar vacina
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=8112C1BA-548F-4674-B311-6ED64019417C
- [VIDEO] Bebê é internado após tomar vacina contra gripe H1N1 em SP
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/31/brasil,i=183046/CRIANCA+DE+1+ANO+E+8+MESES+FOI+IMUNIZADA+CONTRA+O+VIRUS+A+E+PASSOU+MAL+NO+DIA+SEGUINTE.shtml
http://www.youtube.com/watch?v=OzsxhMAPWpU&feature=player_embedded
- [VIDEO] Grávidas perdem bebé depois de tomar vacina da Gripe A
http://www.ionline.pt/conteudo/33149-gravida-perde-bebe-depois-tomar-vacina-da-gripe-a
http://www.youtube.com/watch?v=bk4HOWPpA7o&feature=player_embedded
- Pará: Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A
http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?id=32386
- Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas
http://www.perthnow.com.au/news/was-free-influenza-vaccination-program-has-been-suspended-for-children-under-five/story-e6frg12c-1225857140885
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/australia-interrompe-vacinacao-h1n1.html
- China Reporta Problemas de Paralisia com a Vacina Contra a Gripe Suína / H1N1
http://mais.uol.com.br/view/f4d5g8hwtbxo/vacinados-contra-gripe-a-na-china-tem-reacoes-adversas-04023160E4B93366?types=A&
http://www.chinadaily.com.cn/cndy/2010-03/25/content_9638266.htm
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/china-reporta-problemas-de-paralisia.html
- Realidade - Vacinacao H1N1 nos EUA: 3.800 casos serios, 66 mortes, 96 Guillain-Barré e 102 abortos
http://alturl.com/5j2x


Opiniões de médicos especialistas:

- Carlos Reis, médico - Admirável Gado Novo
http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/10964-admiravel-gado-novo.html
- Celso Paoliello Pimenta, Médico, de Juiz de Fora
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/duas-criticas-a-vacinacao-contra-a-gripe-suina.html
- Dr. Alessandro Loiola: Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG)
http://dralessandroloiola.blogspot.com/2010/04/vacina-contra-h1n1-noticias-direto-do.html
- Stenio Guilherme Vernasque da Silva: Médico especialista em Ortopedia & Traumatologia e experiência em Medicina da Família e da Comunidade. 13 anos de experiência em trabalho com o SUS, nas mais diversas formas.
http://botecodasaude.blogspot.com/
- Philip Alcabes, PhD
Qualificações: PhD em epidemiologia de doenças infecciosas pela Universidade Johns Hopkins Mestrados em bioquímica e saúde pública. Professor na Universidade de Yale e na Universidade da Cidade de Nova York.

http://www.cbc.ca/health/story/2010/03/19/h1n1-fear.html
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/expert-em-epidemiologia-panico-do-h1n1.html

- Tom Jefferson, médico e epidemiologista, Formado pela Universidade de Pisa na Itália. Professor de Medicina Preventiva no Royal Defence Medical College em Gosport, Inglaterra e coordenador do instituto Cochrane Vaccines Field.

http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119,00.html
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/epidemiologista-afirma-que-oms-alterou.html

- Opinião de profissionais altamente qualificados sobre o vírus H1N1 e a vacina
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/opiniao-de-profissionais-altamente.html

- Especialista Australiano: Imunização em Massa contra o H1N1 inadequada / Riscos de contrair Hepatite e HIV
http://www.pharmacynews.com.au/article/mass-h1n1-immunisation-inappropriate/514894.aspx
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/especialista-australiano-imunizacao-em.html

Gripe suína e Vacinação H1N1

- OMS Confirma que Gripe sazonal mata 27 vezes mais que H1N1 - Mesmo assim segue com Pandemia nível 6
http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/oms-confirma-que-gripe-sazonal-mata-27.html
http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5jhyD8vUXzaqOcXBtG1VI8UuzrcOA
- Irlanda do Norte: O dinheiro gasto com a gripe suína não pode ser justificado
http://www.hc2d.co.uk/content.php?contentId=14711
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/irlanda-do-norte-o-dinheiro-gasto-com.html
- Canada: Vacina contra a gripe sazonal aumenta risco de contrair gripe suína, a vitamina D pode ajudar a combater o vírus
http://www.plosmedicine.org/article/info:doi/10.1371/journal.pmed.1000258
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/vacina-contra-gripe-sazonal-aumenta.html
- Documento de Estratégia de Vacinação Nacional Contra H1N1 Prevê Doenças Graves como Guillan Barre
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/documento-de-estrategia-de-vacinacao.html
- Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/danos-provocados-por-vacinas-sao.html
- BBC: Gripe Suína na Inglaterra : Das Manchetes à Notícia do Passado
http://www.bbc.co.uk/blogs/thereporters/ferguswalsh/2010/02/from_headline_news_to_hasbeen.html
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/bbc-gripe-suina-na-inglaterra-das.html
- Jun/2009: Polônia desconfiada da vacinação contra a gripe suína
http://www.etaiwannews.com/etn/news_content.php?id=1101680&lang=eng_news&cate_img=316.jpg&cate_rss=news_Health
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/jun2009-polonia-desconfiada-da.html
- EUA recusam vacina para gripe A usada na Europa (da GSK, mesma usada no Brasil)
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1403354


Ministério da saúde e Anvisa

- Reações adversas à vacina H1N1: Saiba porque a desculpa da alergia a ovo é falsa
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/reacoes-adversas-vacina-h1n1-veja.html
- Anvisa admite não saber todos os efeitos adversos possíveis da vacina contra H1N1 e que a tecnologia utilizada é nova
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/anvisa-admite-nao-saber-todos-os.html
- Vacina contra H1N1 pode gerar falso positivo em teste de HIV. Confirma desconhecimento de todos os efeitos adversos!
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/terra-vacina-contra-h1n1-pode-gerar.html
- Onde estão os contratos entre as fornecedoras da vacina H1N1 e o governo brasileiro?
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/como-e-o-contrato-das-fornecedoras-da.html
- Butantan nunca fabricou uma dose de vacina contra a gripe - Onde estão então os mais de 500 milhões de reais?
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2217869/butanta-nao-requereu-certificacao-de-vacinas
http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/butanta-nunca-fabricou-uma-dose-de.html

Gripe e Vitamina D

- Times Online: Vitamina D é Melhor que Vacinas na Prevenção da Gripe
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/scotland/article7061778.ece
http://www.ajcn.org/cgi/content/abstract/ajcn.2009.29094v1
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/times-online-vitamina-d-e-melhor-que.html
- Baixos Níveis de Vitamina D está Ligado com a Proliferação do H1N1
http://preventdisease.com/news/09/111609_H1N1_linked_vit_D_deficiency.shtml
http://www.anovaordemmundial.com/2009/11/baixos-niveis-de-vitamina-d-esta-ligado.html

OMS e Corrupção durante a Pandemia H1N1

- BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas
http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/10235558.stm
tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/europeus-querem-investigar-alerta-falso.html
- Europeus querem investigar "alerta falso" de pandemia da gripe suína
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5337745,00.html
- [VIDEO] Conselho da Europa: “A pandemia de gripe A nunca existiu”.
http://pt.euronews.net/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Conselho-da-Europa-critica-forma-como-OMS-geriu-gripe-A.rtp&headline=46&visual=9&article=350094&tm=35
http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5hkpSmyim5dcFO_aQbZSHK3y4MYNAD9G4I9KO1
- Bomba: Diário Digital de Portugal: Gripe A(H1N1): OMS e farmacêuticas acusadas de alarmismo
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=442790
http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=OMS-e--farmaceuticas-acusadas-de-alarmismo-em-relacao-a-pandemia.rtp&article=332017&visual=3&layout=10&tm=7
- Estadão: Para Conselho da Europa, OMS exagerou no alerta de gripe suína
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100330/not_imp531087,0.php - Ministra da saúde francesa duramente interrogada sobre os conflitos de interesse na vacinação contra o H1N1
http://www.lemonde.fr/planete/article/2010/03/23/roselyne-bachelot-rejette-les-critiques-sur-sa-gestion-de-la-grippe-a_1323578_3244.html
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/ministra-da-saude-duramenteinterrogada.html
- Polônia é elogiada pelo Conselho da Europa por sua estratégia de não vacinação durante a gripe suína
http://www.thenews.pl/national/artykul128545_poland-praised-for-anti-swine-flu-strategy-.html
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/polonia-e-elogiada-por-sua-estrategia.html

Vacinas

- Bill Gates admite que vacinas são usadas para depopulação humana
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/bill-gates-admite-que-vacinas-sao.html

16 de junho de 2010

Biodiversidade: o novo aquecimento global

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial


Com a ameaça do aquecimento global antropogênico desmascarada, as Nações Unidas se voltam em outra direção para amedrontar as pessoas e faze-las ceder mais poder, liberdade e dinheiro ao governo.

Mais uma vez, um modelo pseudo-científico foi escolhido: O fim das espécies.

Vindo das das Nações Unidas, eu automaticamente rejeito como disparate.

A narrativa é promissora. Certamente eles já aprenderam a dizer meias-verdades e manipular os dados até agora e os cientistas da ONU - burocratas em jalecos de laboratório - não vão cometer o mesmo erro de enviar e-mails uns aos outros e deixar um rastro digital como fizeram durante o climategate.

De acordo com o artigo da BBC:

"Um encontro internacional deu luz verde para a formação de uma painel de políticas científicas globais sobre a biodiversidade e eco-sistemas".

Os defensores dizem que o novo órgão vai "preencher o abismo" entre a investigação científica e ação política urgente necessária para parar a perda da biodiversidade.

Mais de 230 delegados de 85 países apoiaram a proposta em reunião da ONU de cinco dias em Busan, Coréia do Sul.

O painel internacional deverá ser formalmente aprovado em 2011.

Entre as principais funções da Science Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES), ou em português "Plataforma intergovernamental científica e política sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos", será a realização de avaliações "peer-review" da literatura científica, a fim de proporcionar aos governos relatórios com "padrões de ouro".

Espera-se que o IPBES será modelado no Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), que desempenha um papel importante na definição da política global do clima.

"O sonho de muitos cientistas de países desenvolvidos e em desenvolvimento virou uma realidade", disse Achim Steiner, diretor executivo do Programa Ambiental da ONU (Unep).

Já sabemos o que acontece quando deixamos a cargo dos painéis da ONU a criação de relatórios de "ouro" como no caso do IPCC: ignoram cientistas com opiniões contrárias, corrompem o processo de peer-review, se utilizam de relatórios pseudo-científicos para fazer previsões assustadoras, manipulam os dados, entre outras imoralidades.

Em janeiro, durante o lançamento do "Ano Internacional da Biodiversidade", a Chanceler da Alemanha Angela Merkel, ao defender a criação de um órgão nos moldes do IPCC, salientou: "A questão da preservação da biodiversidade está na mesma escala que a proteção do clima". No mesmo artigo, a BBC afirma que a ONU espera algum tipo de tratado legalmente vinculativo (obrigatório) para reduzir a perda de biodiversidade pode ser acordado na conferência da CDB, realizada no Japão em outubro."

Este era o mesmo propósito do Tratado de Copenhague, estabelecer um acordo que tornasse legalmente obrigatório aos países seguirem as políticas da ONU para "mudanças do clima", apenas um outro nome para aquecimento global. Graças a Deus, com o Climategate vindo a tona não houve como continuar a enganar a todos e levar adiante aquele absurdo.

A biodiversidade será mais um pretexto para implantação da Agenda 21 de Desenvolvimento Sustentável, que aparentemente é positivo, mas que na prática será apenas mais um pretexto para limpar os seres humanos da maior parte do planeta, estabelecer controle sobre a liberdade de ir e vir das pessoas e impor o racionamento de recursos naturais como a água. A Agenda 21 eleva a natureza acima do ser-humano e é inteiramente baseado em mecanismos de controle socialistas. Do plano de ação global ao local, o resultado é um governo global. Isto quer dizer, fim da soberania nacional, abolição da propriedade privada, o aumento da restrição de mobilidade e oportunidades individuais.

No mapa abaixo, criado por Michael Coffman, baseado em documentos secretos da ONU, mostra as áreas de reserva em vermelho, com pouco ou nenhum uso por humanos, áreas limítrofes em amarelo, que seriam altamente reguladas, sobrando muito pouco para nós, seres humanos.



Preocupações com a natureza e os animais eu concordo que são válidas, mas o sequestro do ambientalismo para nos forçar goela abaixo um governo global de elitistas, não muito obrigado.

O consenso do IPCC sobre aquecimento global era falso, diz especialista do IPCC

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

O Painel Inter-governamental da ONU sobre Mudanças do Clima enganou a imprensa e o público em fazê-los acreditar que milhares de cientistas apoiaram suas reivindicações sobre o aquecimento global causado pelo homem, de acordo com Mike Hulme, um proeminente cientista climático e um dos autores principais do IPCC. O número real dos cientistas que apoiaram esta a afirmação (sobre o consenso sobre o aquecimento global antropogênico) era "apenas uma dúzia de especialistas", afirma em um artigo para o Progresso da Geografia Física, com co-autoria com o estudante Martin Mahony.

"Afirmações como '2.500 dos principais cientistas do mundo chegaram a um consenso de que as atividades humanas estão tendo uma influência significativa no clima' são hipócritas", afirma o documento de forma inequívoca, acrescentando que eles deixaram desta forma o "o IPCC vulnerável às críticas externas."

Hulme, professor da Mudança do Clima na Escola de Ciências Ambientais da Universidade de East Anglia - a universidade no centro do Climategate - é o fundador e Diretor do Centro Tyndall para Pesquisas sobre Mudanças Climáticas e um dos mais proeminentes cientistas climáticos do Reino Unido. Entre suas muitas funções na comunidade dominante de alterações climáticas, Hulme foi o coordenador e autor principal do IPCC em seu capítulo sobre "a elaboração de cenários de clima" para o seu Terceiro Relatório de Avaliação e um autor de contribuição de vários outros capítulos.

E a máscara cai um vez mais!!! Quanto tempo vai levar para as pessoas se darem conta que estão sendo enganadas?

Para mais informações:
National Post: The IPCC consensus on climate change was phoney, says IPCC insider
Artigo: "Climate Change: what do we know about the IPCC?"

13 de junho de 2010

Evidencias apontam que o vazamento de petroleo da BP foi um ataque de falsa-bandeira

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

Paul Joseph Watson & Alex Jones

No momento em que os noticiários divulgam que o vazamento deve ser pelo menos duas vezes maiores do que o que se pensava, começam a surgir informações que apontam que o vazamento talvez seria esperado, ou até mesmo pior, premeditado!

Pontos principais:

- Vendas de ações da BP em enorme quantidade dias e semanas de antes do vazamento


- Aquisição de empresa de limpeza de petróleo pela Halliburton dias antes da explosão


- Relatório cita BP em situação irregular com a adulteração de equipamentos de selagem poços de petróleo


- Governo usa desastre para alavancar taxa de carbono, e começa a discutir nacionalização de extração
de petróleo

Veja os detalhes abaixo:

Fatos inquietantes em torno da explosão da plataforma Deepwater Horizon em 20 de abril sugere que o incidente pode ter sido fabricado.

Em 12 de abril, pouco mais de uma semana antes da plataforma Deepwater Horizon explodir, a Halliburton, a segunda maior empresa do mundo no campo petrolífero de serviços, surpreendeu muitos adquirindo a Boots & Coots, uma empresa relativamente pequena, mas muito experiente no controle de poços de petróleo.

A empresa lida com incêndios e explosões em plataformas e poços de petróleo. Ela foi responsável por extinguir cerca de um terço do dos mais de 700 incêndios propositais em poços de petróleo no Kuwait, deixados por soldados iraquianos em retirada durante a Guerra do Golfo.

O negócio em si ainda está sob exame minucioso com a Boots and Coots enfrentando uma investigação sobre "eventuais violações do dever fiduciário e outras violações da lei estadual".

Onde esta informação se torna realmente interessante é em relação ao fato de que a Halliburton é acusada em grande parte de 20 processos arquivados desde a explosão da plataforma, impetrados por moradores da costa do golfo e empresas que afirmam que a Halliburton é a culpada pelo desastre.

A Halliburton foi forçada a admitir, em depoimento em uma audiência no Congresso no mês passado, que realizou uma operação de cimentação 20 horas antes da plataforma no Golfo do México arder em chamas. As ações alegam que quatro funcionários da Halliburton estacionados na plataforma fecharam indevidamente o poço de petróleo.

Como o jornal New York Times em 26 de maio noticiou, "os funcionários BP escolheram, em parte por razões financeiras, um tipo de invólucro para o poço petrolífero que a empresa tinha conhecimento que seria mais arriscado do que outras duas opções"

Trabalhadores da plataforma e os funcionários da empresa disseram que horas antes da explosão gases estavam vazando através do cimento, que havia sido fixado no local pelo contratante de serviços de petróleo, Halliburton. Investigadores disseram que estes vazamentos provavelmente foram a causa da explosão. "

De acordo com um estudo de 2007 da Minerals Management Service, cimento foi um fator em 18 de 39 rupturas em plataforma no Golfo, entre 1992 e 2006.

Outra conexão intrigante que a Boots e Coots tem com a explosão do Horizon Deepwater vem através de Pat Campbell, o homem que a BP contratou para tampar o poço abaixo da plataforma em ruínas. Campbell trabalhou para Boots e Coots como gerente geral por muitos anos.

A BP admitiu a compra de palavras-chaves no Yahoo e no Google em uma tentativa de controlar a informação disponível ao público na sequência da catástrofe. Parece que a empresa está tomando toda a má publicidade pelo derrame de petróleo enquanto a ligação com a Halliburton está sendo totalmente ignorado.

O resumo preparado para o testemunho da BP, que já vazou na internet, mostra de forma intrigante que o sistema de controle hidráulico no equipamento projetado para automaticamente selar o poço em caso de emergência foi alterado sem o seu conhecimento em algum momento antes da explosão.

"A extensão dessas alterações é desconhecida neste momento", afirma o relatório na página 37.

Possível conhecimento prévio da explosão Possível é também evidente através do enorme despejo de participações e ações na BP semanas e dias antes do incidente.

A Goldman Sachs vendeu 44% das suas ações na BP Oil durante o primeiro trimestre - ações que, posteriormente, perderam 36 por cento do seu valor, o que equivale a 96 milhões de dólares (174 milhões de reais).

Outras empresas de gestão de ativos também venderam grandes blocos de ações da BP no primeiro trimestre. Embora as quantidades sejam insignificantes em comparação com a Goldman Sachs, Wachovia, propriedade da Wells Fargo , vendeu 98% das suas ações na BP e o banco suíço UBS vendeu 97% das suas quotas da BP.
Além disso, conforme relatado pelo Telegraph de Londres em 05 de junho, Tony Hayward, executivo-chefe da BP, vendeu £ 1.4 milhões de suas ações da gigante de combustível nas últimas semanas antes do derrame.

Nos dias que antecederam a explosão da plataforma Deepwater, Obama anunciou um novo esforço para a exploração e locação de novos locais de perfuração em águas profundas no Golfo e no Alasca. Na sequência da catástrofe, estes planos foram cancelados e a BP está sendo duramente criticada publicamente.

Tudo tem sido aproveitado pelo governo Obama para revitalizar as discussoes de um imposto sobre o carbono e criou a oportunidade de reintroduzir a idéia de nacionalizar o petróleo, o que a liderança democrata procurado a muito tempo.

A história completa do que está acontecendo no Golfo do México ainda está para surgir, e há boatos de outros derrames de mais petróleo e encobrimento da real extensão do problema. O local representa uma fonte de 2.2 trilhões de dólares em riqueza e poder, um motivo juntamente com uma infinidade de atividades suspeitas que precisam ser investigadas.

Para mais informações:
A Nova Ordem Mundial
Estadao: Vazamento de petróleo pode ser o dobro de estimativas anteriores
Market Watch: Robbins Umeda LLP Announces an Investigation of the Acquisition of Boots & Coots, Inc. by Halliburton Co.
Estadao: BP compra palavras referentes a vazamento no Google e no Yahoo!
AP: BP, other companies point fingers in oil rig blast (Guardian) Nota: o artigo original foi misteriosamente removido do site da Associated Press.
New York TImes: BP Used Riskier Method to Seal Well Before Blast
Estadao: BP compra palavras referentes a vazamento no Google e no Yahoo!
Scribd: Deepwater Horizon Interim Incident Investigation (BP's Washington Briefing)
Raw Story: Goldman Sachs sold $250 million of BP stock before spill
Telegraph: BP chief Tony Hayward sold shares weeks before oil spill
Infowars: Evidence Points To BP Oil Spill False Flag

Observações: USE GOOGLE TRANSLATE PARA TRADUZIR OS ARTIGOS ACIMA

NASA diz que Sol poderá causar catástrofes até 2012 - Será pretexto para desligar eletricidade?

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Em oito de junho autoridades americanas realizaram uma reunião intitulada: "Fórum do Clima Espacial", onde foi discutido como o aumento da atividade solar nos próximos meses afetará a vida em nosso planeta e as opções para mitigar os possíveis danos causados. Este post explora a possibilidade de utilizarem as previsões destes eventos como uma ferramenta de manipulação e controle.

Richard Fisher, chefe da Divisão de Heliofísica da NASA, explica:

"O sol está acordando de um sono profundo e, nos próximos anos, esperamos ver níveis muito mais elevados de atividade solar. Ao mesmo tempo, a nossa sociedade tecnológica tem desenvolvido uma sensibilidade sem precedentes para as tempestades solares. A intersecção destas duas questões é o que estamos discutindo."

De acordo com o artigo da NASA, grande parte dos danos podem ser atenuados se os governantes souberem que uma tempestade solar está vindo. Colocando os satélites em 'modo seguro' e desligando os transformadores, pode-se evitar que estes equipamentos sejam danificados por picos de energia. Ação preventiva, porém, exige previsão exata, um trabalho que tem sido atribuído ao NOAA.

"Previsão do tempo espacial está ainda na sua infância, mas estamos fazendo progressos rápidos", diz Thomas Bogdan, diretor do Space NOAA Weather Prediction Center, em Boulder, Colorado.

Através de um satélite lançado em 1997, o Advanced Composition Explorer (ACE), que se situa entre a terra e o sol, pode-se detectar rajadas de vento solar e as tempestades de radiação em até 30 minutos antes de chegarem ao nosso planeta. Além deste, o STEREO (Observatório da relação terrestre-solar) e o SDO (Observatório da Dinâmica Solar) auxiliariam os cientistas a estudarem os eventos solares e fazerem as esperadas previsões.

Fisher conclui: "Acredito que estamos no limiar de uma nova era em que o clima espacial pode ser tão influente na nossa vida diária como o clima terrestre normal. Nós levamos isso muito a sério."

Em abril deste ano, após a erupção do vulcão Eyjafjallajökull na Islândia, vimos como o órgão de previsão climáticas MetOffice utilizou de modelos computacionais para fazer uma promoção exagerada dos eventuais danos que as cinzas causariam nas turbinas dos aviões. O MetOffice, que é praticamente parte do governo britânico, é uma das principais ferramentas do para espalhar desinformação sobre o aquecimento global antropogênico e atacar os céticos. Mesmo após o escândalo do Climategate vir a tona e desmascarar grande parte da ciência climática por trás do chamado consenso sobre o aquecimento global antropogênico, o MetOffice continua em sua missão de desinformação.

O NOAA (National Climate Data Center) é um outro órgão com o mesmo perfil do MetOffice, mas localizado nos EUA. O NOAA, um dos órgãos por coletar temperaturas globais, esteve também envolvido em escândalos que mostravam que a temperatura de milhares de estações meteorológicas haviam sido manipuladas e eliminadas para mostrar um aumento na temperatura global.

Tendo em vista a reputação deste órgão que poderá nos próximos anos decidir o desligamento de satélites e da energia elétrica em escala planetária, eu pergunto se o mesmo que aconteceu com o MetOffice e as cinzas do vulcão não iria ocorrer novamente, em uma escala global.

Se não conseguem acertar a previsão de como será o próximo inverno ou verão (o metoffice errou feio nos últimos anos), como esperam prever de forma mais precisa o clima espacial? Seria apenas mais uma ferramenta de controle e criação de terror? Veremos nos próximos 2 anos...

Mais Informações:
NASA: As the Sun Awakens, NASA Keeps a Wary Eye on Space Weather
BBC:The Big Question: Should the BBC drop the Met Office as its official weather forecaster?
Lembra da nuvens de cinzas do vulcão? Novas evidências mostram que ela nunca existiu!
Space Weather Enterprise Forum

11 de junho de 2010

BigPharma/Farmáfia exposta – Como os remédios são “testados”

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

A Face Oculta da Indústria Farmacêutica, da Medicina e da Ciência
Por: Sonia Shah


A indústria multinacional farmacêutica gasta quase 40 bilhões de dólares por ano para desenvolver novos medicamentos. Para isso, mobiliza uma crescente parcela dos cientistas mais experientes do mundo e a mais sofisticada tecnologia médica.

Com tal investimento maciço poderia se esperar um aumento do número de medicamentos de impacto dirigidos para os flagelados da humanidade. No entanto, esse ano, só a malária atingirá 500 milhões de pessoas no mundo, e matará cerca de três milhões. Os remédios mais modernos de que os médicos dispõem para tratá-los são anti-diluvianos: um medicamento chinês de mil anos, que substitui uma droga desenvolvida há mais de 50 anos [1].

A indústria famacêutica não desprezou as partes do mundo assoladas por doenças como a malária. Pelo contrário: nunca antes os fabricantes de remédios deram tanta atenção aos pobres do mundo. Os grandes laboratórios estão realizando milhares de ensaios clínicos nos países em desenvolvimento — Bulgária, Zâmbia, Brasil e Índia, por exemplo. Aninhado contra as favelas enegrecidas de fuligem em Mumbai ergue-se o reluzente prédio branco da Novartis, onde os pesquisadores franzem as sobrancelhas na busca de novas drogas. Ao redor das que se espalham cercando a Cidade do Cabo, ficam os cintilantes laboratórios de teste da Boehringer Ingelheim. Recentemente, a Pfizer, a Glaxosmithline (GSK) e a Astrazeneca instalaram centros globais de testes clínicos na Índia. Ano passado, a GSK realizou mais da metade dos seus testes de drogas novas fora dos mercados ocidentais, escolhendo em particular países de “baixo custo” para os testes “deslocalizados” [2].

As empresas não estão lá para curar os males dos doentes pobres que fazem fila em suas reluzentes clínicas de pesquisa. Os fabricantes de drogas foram aos países em desenvolvimento para fazer experimentos com as multidões de doentes miseráveis. Utilizam-se deles para produzir os remédios destinados às pessoas cada vez mais saudáveis em outros lugares, em particular ocidentais ricos que sofrem os desgastes da idade, como doenças cardíacas, artrite, hipertensão e osteoporose. Essa tendência — desenvolver drogas para os ricos globais testando-as nos pobres globais — além de não ser um investimento de recursos científicos preciosos, ameaça os direitos humanos e a saúde pública global.

Num mercado de bilhões, 100 mil “voluntários” para cada droga

Os Estados Unidos são o maior mercado de remédios do mundo. O norte-americano médio leva para casa dez receitas médicas por ano. Desde 2000, a indústria farmacêutica cresceu 15% por ano, triplicando o lançamento de drogas experimentais entre 1970 e 1990. Isto se deve, em grande parte, a mudanças nos regulamentos dos EUA sobre remédios. Em 1984, a agência norte-americana de medicamentos e alimentação (Food and Drug Administration, FDA) estendeu as patentes dos fabricantes para novas drogas; em 1992, começou a aceitar pagamentos de fabricantes em troca do exame e liberação mais rápida de suas drogas novas e, em 1997, suprimiu as regras que baniam anúncios de televisão para os remédios novos. Essa mudança bastou para trazer uma grande transformação na indústria. Pela primeira vez, permitiu-se aos fabricantes de remédios dirigir as propagandas mais atraentes dos remédios novos diretamente a um grande número de consumidores, sem a mediação cética de um médico.

Há muito dinheiro a ganhar vendendo remédios para norte-americanos: a indústria de medicamentos é uma das mais lucrativas do mundo. O problema é que quanto mais apreciam remédios, menos pessoas estão dispostas a se inscrever nos testes clínicos exigidos para desenvolver os novos. Cada droga nova exige cerca de quatro mil voluntários para os testes clínicos, o que por sua vez significa que 100 mil pessoas têm de ser atraídas para os ensaios iniciais. Por que tantos? Porque não é fácil desenvolver novos remédios para doenças do coração, artrite, hipertensão e outras condições crônicas não contagiosas.

dependence on prescription drugs BigPharma/Farmáfia exposta   Como os remédios são testadosApesar do máximo esforço da indústria, a maioria das novas drogas destinadas a tratar dessas doenças tem eficácia apenas marginal. Algumas são similares a uma pílula de placebo. “Você sempre tem que batalhar para encontrar uma diferença” entre os pacientes tratados e não-tratados, diz um pesquisador clínico veterano. Não é preciso testar muitos pacientes para provar a eficácia, por exemplo, da insulina para pessoas em coma diabético, porque o efeito da droga é muito visível. Mas provar que drogas de baixa ação, como antialérgicos, medicamentos para o coração ou pílulas antiinflamatórias têm uma eficácia real exige um grande número de pessoas testadas.

A necessidade da indústria encontrar voluntários para experimentos é imensa. Entretanto, pouco mais de um em vinte norte-americanos estão dispostos a participar de testes clínicos. A razão é óbvia. Por que se expor a compostos experimentais, não testados, quando o leque de alternativas comprovadas está ao alcance das mãos?

Quanto mais doenças e “eventos”, mais fáceis e rápidos os testes

Para resolver o problema, os fabricantes das drogas fazem testes para comparar o efeito dos seus remédios novos com o de um placebo. Basta provar à FDA que um medicamento novo funciona melhor do que nenhum. É um padrão simples que dá um resultado mais claro em menos tempo. O único problema com os testes de placebo é que exigem um número suficiente de pessoas que queiram participar de um experimento em que podem não receber tratamento algum – uma tarefa cada vez mais impossível, especialmente no Ocidente mergulhado em remédios.

Como resultado, 80% dos testes clínicos da indústria farmacêutica falham em cumprir os prazos de recrutamento. Para cada dia de atraso no desenvolvimento de uma droga, as companhias perdem cerca de um milhão de dólares em vendas, enquanto seus concorrentes ganham mercado.

Se as pessoas nos países em desenvolvimento estivessem sofrendo apenas de malária e doença do sono, é claro que não interessaria fazer testes nesses lugares. Mesmo que cada doente de malária tivesse um dólar para gastar com remédios – o que não acontece – esse mercado não seria grande o bastante para deslocar pesquisadores da indústria para laboratórios. Um mercado de 200 milhões de dólares, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) [3], é o mínimo necessário para despertar o interesse da indústria.

Não importa. Atualmente, além de malária e tuberculose, as pessoas dos países em desenvolvimento sofrem das doenças nas quais os fabricantes de drogas dos mercados ocidentais estão mais interessados. De acordo com a OMS, 80% das mortes por doenças crônicas não contagiosas, como males cardíacos e diabetes, agora ocorrem nos países em desenvolvimento. Há mais diabetes tipo II na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Em alguns lugares da África, uma em cada cinco pessoas sofre de diabetes e 20 milhões de africanos padecem de hipertensão [4].

África do Sul: “um país ótimo para a AIDS”…

De acordo com a OMS, as implicações desse fenômeno para a saúde pública “são inquietantes e já estão aparecendo”. Por serem pobres e sofrerem incômodos de saúde mais prementes, poucos pacientes são tratados. Inevitavelmente, sofrem mais complicações do que os pacientes bem tratados do Ocidente. Isto oferece uma oportunidade para os testes industriais. Para provar que um remédio para o coração funciona, por exemplo, é preciso mostrar que quem não toma esse remédio sofre mais “eventos” — sejam ataques cardíacos ou mortes — do que quem toma o remédio. Os testes nos países pobres podem completar-se muito mais depressa. Como observou um executivo de uma companhia de testes clínicos, durante uma conferência sobre a adequação dos países pobres para testes clínicos: “se não houver eventos suficientes, você nunca vai terminar seu teste”.

Outro executivo de companhia de testes clínicos afirmou: “A África do Sul é um país ótimo [para AIDS]”, por causa do grande número de pacientes infectados pelo HIV ainda não tratados com drogas anti-virais. Com freqüência os fabricantes de drogas ficam frustrados em suas tentativas de provar que as novas drogas funcionam nos corpos impregnados de medicamentos dos ocidentais testados. Há tantas drogas em seus organismos que é cada vez mais difícil observar o efeito do composto experimental. Assim, os pacientes-virgens – pessoas doentes pobres demais para obter tratamento médico – são altamente valorizados nos testes clínicos.

Mas o grande atrativo para a localização dos testes em países mais pobres é a rapidez. Na indústria farmacêutica de hoje, onde os fabricantes de remédios manobram para ser os primeiros do mercado com a última insulina aspirada ou o novíssimo anti-depressivo, a velocidade é essencial. Nos países ocidentais, recrutar um número suficiente de voluntários para testes pode levar meses e até anos. Nos países em desenvolvimento, o recrutamento é rápido. Na África do Sul, a Quintiles alistou três mil pacientes para testar uma vacina experimental em nove dias. Em doze dias, recrutou 1.388 crianças para outro teste. Além do mais, no Ocidente, de 40 a 60% dos inscritos são instáveis e acabam largando os testes clínicos, incomodados por efeitos colaterais desagradáveis ou pelo inconveniente de se deslocar até a clínica. Em lugares como a Índia, as companhias de testes clínicos dizem que conservam 99,5% dos voluntários inscritos [5].

big pharma campus BigPharma/Farmáfia exposta   Como os remédios são testadosNão é fácil para os fabricantes de drogas ocidentais levarem seu negócio de testes clínicos para os países pobres. Muitas vezes, eles precisam traduzir documentos, equipar clínicas e hospitais sem recursos, treinar os médicos locais e lidar com uma burocracia estrangeira e freqüentemente corrupta. Mas, apesar desses desafios, para a maior parte dos grandes fabricantes de drogas, realizar os experimentos em países em desenvolvimento tornou-se uma necessidade. Empresas que oferecem consultoria sobre como realizar testes nesses países floresceram, tornando-se uma indústria secundária.

Grandes empresas de testes multiplicam filiais no Sul do planeta

As companhias de testes clínicos (também chamadas organizações de contratos de pesquisa, ou CROs) como a Quintiles e a Covance ostentam escritórios e consultórios por toda parte dos países em desenvolvimento. A Quintiles tem clínicas no Chile, México, Brasil, Bulgária, Estônia, Romênia, Croácia, Letônia, África do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Tailândia. A Covance alardeia que pode fazer testes em 25 mil centros médicos, em uma dezena de países. A imprensa comercial da indústria dos testes clínicos exalta-se com entusiásticos artigos como “Sucesso com testes na Polônia” e “Oportunidades de um bilhão de dólares em pesquisa clínica na Índia”. “Descubra a Rússia”, diz uma manchete de uma revista de propaganda, que lembra estranhamente a exuberância de um guia turístico, “para fazer pesquisa clínica”. “Vá esquiar onde existe neve”, recomenda outro anúncio de uma companhia que vende serviços de testes clínicos em países pobres. “E vá fazer testes clínicos onde existem doentes”.

E então, qual é o problema? Os testes clínicos oferecem por toda a parte melhor tratamento do que as clínicas regulares, que fazem os pacientes esperar o dia inteiro em seus consultórios quase vazios. Os pacientes pobres poderiam considerar-se com sorte por participar de testes clínicos – e a alegria com que eles acorrem sugere que sabem disso. Ainda por cima, as clínicas e hospitais nos países pobres têm acesso a tecnologia avançada e freqüentemente capitalizam-se com o novo equipamento que os fabricantes de drogas trazem para que realizem os testes. “Recebemos alguns equipamentos”, lembra um pesquisador clínico da Índia, “e eles não os pediram de volta”.

Ser uma cobaia humana pode ser um papel que os ocidentais não querem mais fazer, mas isso não quer dizer que não é um bom negócio para os pobres. Por que não mandar os testes para lá, do mesmo jeito que mandamos as fábricas tóxicas e as sweatshops? [6] É melhor do que nada. “Disseram [que eu] estava levando vantagem!”, queixou-se um pesquisador industrial criticado por fazer testes em países pobres. “Mas sem o teste, aquelas crianças morreriam!” Na incansável análise custo-benefício tão popular nos Estados Unidos, exportar desagradáveis testes clínicos para países pobres faz sentido. “Acho que em geral é bom para as pessoas participar de testes clínicos”, diz o diretor médico da FDA, Robert Temple. “Metade das pessoas recebe medicamentos ativos e melhor tratamento”, diz ele. “A outra metade…[recebe] melhor tratamento”.

Entretanto, oferecer o corpo à ciência não é o mesmo que dar um dia de trabalho numa fábrica. Mesmo o emprego superexplorado no sweatshop, seja como for, oferece benefícios palpáveis ao indivíduo, ainda que magros: trabalho, um pequeno contracheque. O teste clínico não garante nada. Na escala da comunidade, os pesquisadores podem equilibrar os riscos e benefícios. Mas não há garantia de que um voluntário será mais beneficiado do que prejudicado num experimento (O fato de que existe uma incerteza, naturalmente, é parte da razão pela qual uma experiência é realizada).

Eles têm mais disposição para ser cobaias”

O pré-requisito absoluto à procura ética sobre os seres humanos – como está codificado em inúmeros documentos, inclusive na Declaração de Helsinki [7], da Associação Médica Mundial e no Código de Nuremberg [8] – pressupõe que os recrutados para a pesquisa sejam informados e consintam voluntariamente. A condição de voluntário significa que a pessoa pode entrar ou sair: não pode haver coerção, ainda que sutil — seja sob a forma de um pacote de compensações excessivamente generoso ou do acesso a cuidados médicos de outro modo inatingíveis, para influenciar indevidamente a decisão potencial do voluntário de expor-se a um teste experimental (Quando ativistas contra a AIDS pediram que os pesquisadores garantissem tratamento por toda a vida para os voluntários que fossem infectados durante o teste de alguma vacinas, os pesquisadores argumentaram que tal exigência violaria o princípio do consentimento voluntário. O negócio ficaria bom demais: até gente não infectada poderia inscrever-se só para conseguir remédio de graça).

E ainda assim, um crescente conjunto de evidências sugere que os voluntários em países em desenvolvimento não consentem espontaneamente em ser testados. Especialistas em bioética rastreiam o número de pessoas que se recusam a participar ou que desistem dos testes como uma espécie de indicador a posteriori. Nessas duas ocasiões, mostram que entendem que sua participação nos testes é voluntária. As taxas de recusa e desistência nos testes ocidentais podem atingir 40% ou mais. Mas, quando a Comissão Consultiva Nacional de Bioética da França realizou um estudo anônimo com os pesquisadores clínicos atuantes nos países em desenvolvimento, 45% deles disseram que os voluntários nunca se recusavam a participar dos testes.

A grande velocidade de recrutamento nestes testes – três mil voluntários para um teste de vacina, em nove dias, ou mil e trezentas crianças para um teste, em 12 dias – sugere, do mesmo modo, que não há desistências ou recusas. Eram muito poucos, se é que havia, os que diziam “não”. [9]

Num estudo sobre a qualidade do consentimento de voluntários alistados em testes de prevenção contra o HIV, na África do Sul, mais de 80% dos voluntários disseram que não sabiam que podiam desistir do teste se quisessem. Resultados similares foram obtidos num teste em Bangladesh [10]. Essa prova de coerção seria motivo para realizar poucos testes nessa população, mas está sendo usada para realizar mais testes. O fato de que os potenciais recrutados não dizem “não” é um aspecto vendável para as companhias de testes clínicos em atividade nos países em desenvolvimento. De acordo com um artigo no Applied Clinical Trials, os voluntários russos “não faltam às consultas, tomam todas as pílulas necessárias e só muito raramente voltam atrás. Os russos fazem o que os médicos mandam. Que fenômeno!”. Uma história de Centro de Vigilância sobre Testes, na China notou, do mesmo modo, que “os chineses não estão completamente emancipados como nos EUA. Eles têm mais disposição para serem cobaias”.

Agências de supervisão fecham os olhos para testes em países pobres

A supervisão européia e norte-americana destes testes é mínima. Quando um fabricante de drogas decide lançar uma experiência clínica nos Estados Unidos ou na Europa, primeiro precisa alertar as autoridades reguladoras e enviar todos os dados pré-clínicos – dados de laboratório e de testes com animais, junto com planos detalhados de como planeja usar a droga experimentalmente em seres humanos. Dados de testes no exterior são aceitos pelas autoridades reguladoras norte-americanas e européias, mas nenhuma exige que os fabricantes de drogas alerte-as antes de iniciarem os experimentos no exterior. Para esses testes, a única exigência é que a Declaração de Helsinki ou regras locais que por acaso garantam mais proteção sejam observadas. Se falharem – e 90% das drogas que entram nos testes clínicos falham em obter a aprovação regulatória – e não forem usados para apoiar o lançamento no mercado, então não há de fato controle norte-americano ou europeu sobre os experimentos. Sem descrição em parte alguma, os testes que fracassam nos países pobres simplesmente desaparecem sem deixar traços.

Nesse caso, a Declaração de Helsinki é suficiente? Poderia ser. O principal mecanismo de força da Declaração de Helsinki está nos comitês independentes – comitês de ética – que devem aprovar e supervisionar testes clínicos para assegurar que os direitos dos voluntários sejam protegidos. Seria ótimo se a infraestrutura ética e regulatória nesses países estivesse à altura da tarefa. Mas há provas indicando que em pelo menos alguns desses países, provavelmente não é assim. A Índia é um exemplo.

Funcionários do governo na Índia estão interessados na expansão dos testes clínicos, pois vêem uma possibilidade de lucro. Vários funcionários dizem que esperam expandir testes patrocinados pela indústria – de U$ 70 milhões para U$ 1 bilhão por ano. Eles instituíram várias mudanças em suas regras para facilitar os testes clínicos. As drogas experimentais não precisam demonstrar nenhum “valor especial” para a Índia, como antes. E as companhias que investem em pesquisa e desenvolvimento gozam de isenções de impostos por 10 anos [11]. A indústria dos testes clínicos é vista como um bom negócio para a Índia. De acordo com o Economic Times, o principal jornal de negócios do país, “as oportunidades são grandes, as multinacionais estáo ávidas, as companhias da Índia estão querendo. Temos as competências, as pessoas e temos uma vantagem que a China não tem e provavelmente nunca terá. O melhor é que esse é um tipo de deslocalização contra a qual os trabalhadores americanos não estão inclinados a protestar.”

O conflito de interesses dos reguladores do governo indiano não é insuperável. Uma possível abordagem seria aumentar a supervisão sobre os voluntários de testes. Mas, ao contrário, em quase todas as áreas de prática e pesquisa médica da Índia existe uma clara lacuna de regulamentos.

Índia, o laboratório ideal: não há código de ética médica

O ensino médico é pouco regulamentado. Escolas de Medicina foram flagradas contratando professores falsos para tapear inspetores, vendendo matrículas e leiloando títulos. Uma vez diplomados, os médicos, na Índia, não precisam demonstrar competência.

A prática clínica é insuficientemente normatizada. A Associação Médica Indiana não adota código de ética algum, de modo que quando três quartos dos médicos em Surat fugiram da cidade, durante um surto de peste – que poderia ser tratada por antibióticos se houvesse médicos para receitá-los –, as autoridades médicas nacionais ficaram em silêncio.

O mercado farmacêutico é notoriamente sub-regulamentado. Há cerca de 70 mil marcas de remédios disponíveis, com apenas 600 inspetores. Em um estudo, descobriram-se cerca de 70 combinações de remédios ineficazes ou perigosas no mercado (continuam a ser vendidas sob mais de mil marcas diferentes). Vendem-se remédios para indicações mal definidas como “queda intelectual”, “desajuste social” e “deterioração do comportamento”. Uma pesquisa de uma revista, em 2003, descobriu que um em cada quatro dos remédios que estavam disponíveis eram falsos ou abaixo dos padrões. Numa batida em 2003, na cidade de Patna, sete entre nove farmácias estavam operando sem licença. Pelo país afora, receitas de remédios são rotineiramente conseguidas por cima do balcão [12].

No entanto, de acordo com o conhecido perito em drogas Chandra Gulhati, editor do Monthly Index of Medical Specialties in Índia, “mesmo que uma companhia faltosa seja apanhada com a boca na botija em atividades ilegais, é liberada, por razões melhor conhecidas pelos reguladores, com uma ligeira advertência”.

De acordo com o principal bioeticista do país, Amar Jesani, “não há cultura ética na profissão” na Índia. Foram necessárias três décadas, após a primeira formulação da idéia do consentimento informado – durante o julgamento dos médicos nazistas em Nuremberg nos anos 1940 –, para que os Estados Unidos lhe dessem força de lei. Levou mais duas décadas para que a instituição da pesquisa médica dos EUA incorporasse os novos padrões em seu licenciamento, ensino e práticas clínicas. Esse processo tinha que ser iniciado em países como a Índia, onde em 2003, nenhuma escola de Medicina dava cursos de ética médica. Para supervisionar testes clínicos patrocinados pela indústria, comitês de ética são devidamente organizados, mas de acordo com o ativista da saúde Sandhya Srinivasan, eles não funcionam para proteger voluntários e sim para “possibilitar a divulgação”.

Esterilizações involuntárias, doentes de lepra sem tratamento

Não é surpreendente que tenha havido uma série de escândalos na pesquisa e prática médica por todo o país. Nos anos 1970, a quinacrina, remédio contra a malária, foi distribuído para milhares de mulheres sem instrução, provocando-lhes a esterilização permanente. A droga tinha sido desaprovada para esse uso e muitas das mulheres disseram, posteriormente, que tinham sido enganadas para tomá-la. Nos anos 1980, um anticoncepcional injetável — já retirado do mercado — foi testado em aldeãs que declararam que “não faziam idéia de que estavam participando de um teste”. Num experimento com a lepra, patrocinado pelo governo em 1991-1999, voluntários disseram que não sabiam que o teste era com placebo.

No fim dos anos 1990, pesquisadores do governo realizaram tratamento de 1100 mulheres analfabetas com lesões pré-cancerosas nas vértebras cervicais para estudar a progressão da doença. Mais tarde, descobriu-se que as pessoas não tinham sido informadas e não tinham dado consentimento. Em 2001, um pesquisador da Johns Hopkins foi apanhado testando uma droga anti-câncer experimental em pacientes com câncer no estado indiano do Kerala, antes da droga ter sido experimentada em animais. Em 2003, um remédio experimental contra câncer foi administrado em mais de 400 mulheres que procuravam aumentar sua fertilidade. A droga era tóxica para os embriões [13].

Países ocidentais também tiveram suas próprias histórias de transgressões, e entre as mais infames delas está o estudo sobre a sífilis do Serviço de Saúde Pública norte-americano de Tuskegee. O tratamento para a sífilis foi negado a dezenas de negros pobres do Alabama rural. O estudo sobre sífilis, quando exposto, levou às primeiras proteções legais a pessoas estudadas em pesquisas nos Estados Unidos, em 1974. Nenhum dos escândalos de pesquisas na Índia, por mais que tenham sido publicizados na imprensa, levou a qualquer proteção legal para os voluntários. Esses fatos não são novidade para os reguladores do FDA, que demonstram uma grande confiança na habilidade dos voluntários em se auto-proteger, oferecendo ou retirando seu próprio consentimento informado voluntário.

Uma prática que solapa a legitimidade da medicina ocidental

Contudo, testes clínicos realizados de forma não-ética fazem mais do que minar os direitos humanos: solapam a legitimidade da medicina ocidental, de modo mais geral. A crise de confiança entre muitas pessoas no mundo em desenvolvimento e a medicina estilo ocidental aprofunda-se diariamente. O espectro de uma explosão de testes clínicos secretos pouco controlados inflama tais reações. Muitos fabricantes de drogas e pesquisadores clínicos concordam que a coerção e a falta de informação são problemas óbvios, mas alegam que as grandes esperanças com a pesquisa biomédica compensam os riscos e sustentam que, se a regulamentação for exagerada, os testes clínicos e o ritmo da inovação médica vão se reduzir e mais pessoas vão morrer.

Esse argumento é fraco, mas comum e poderoso. Pode ser verdade que a qualidade do atendimento nos testes clínicos seja freqüentemente superior ao tratamento normal e que os médicos encarregados dos ensaios tenham acesso à mais recente tecnologia, instrumentos e recursos que eles podem destinar ao cuidado dos pacientes. Esses são benefícios concretos dos testes clínicos. Mas os dados em si não podem significam automaticamente progresso da medicina (qualquer um que tenha visto as mais modernas vacinas apodrecendo em almoxarifados tropicais pode confirmar). O progresso da medicina requer a implementação da pesquisa, não apenas testes, e isso exige que governos, programas de saúde, pacientes e muitos outros atores tenham de fato algo a ver com os dados.

Devíamos exigir que os voluntários pelo menos tivessem acesso aos métodos comprovados nos seus testes, não apenas num futuro hipotético, mas aqui e agora. Com excessiva freqüência, novas drogas desenvolvidas com experimentos em habitantes dos países pobres não são licenciadas para uso nesses países, têm preços proibitivos, ou não são utilizáveis porque a droga não é importante de um ponto de vista clínico. Precisaríamos exigir, também, alguma forma de confirmação ou validação para que o consentimento informado fosse de fato informado e voluntário.

Tais medidas poderiam acabar com alguns testes. Mas como disse o bioético Jonathan Moreno, seria parte do preço que pagamos para reconhecer que há uma diferença entre um rato de laboratório – que não precisa ser consultado se quer participar de um experimento [14] – e um ser humano.

Tradução: Betty Almeida

Notas:
[1] Sonia perfect predator,” Orion magazine, November/December 2006
[2] Ler Jean-Philippe Chippaux, “As vítimas da Big Pharma”, Le Monde Diplomatique-Brasil, junho de 2005.
[3] A OMS foi criada em sete de abril de 1948, com o objetivo de que todos os povos atinjam o mais alto grau de saúde, definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença (N.T.).
[4] A chamada “transição nutricional” que originou novos padrões de doenças foi detalhada por completo em: Benjamin Caballero e Barry M. Popkin eds., The Nutrition Transition: Diet and Disease in the Developing World (Londres: Academic Press, 2002)
[5] A rapidez com que as listas são completadas e o grande número de inscritos são informados em sitesî das Organizações de Contratos de Pesquisa (CRO). Ver, por exemplo www.quintiles.com e, também, “Lifting India’s Barriers to Clinical Trials,” CenterWatch, agosto de 2003.
[6] Sweatshops, no original. Em 1850, os suadouros eram fábricas de roupas populares com péssimas condições e salários para os trabalhadores. Hoje, são estabelecimentos que não respeitam direitos dos trabalhadores, empregam trabalho infantil ou escravo e cometem violações graves de leis trabalhistas (N.T.).
[7] A primeira Declaração de Helsinki, que regula a pesquisa médica com seres humanos, data de 1964 e já foi atualizada em 1975, 1983, 1989 e 1996. A Associação Médica Mundial estabelece o compromisso do médico com as seguintes palavras: “A Saúde do meu paciente será minha primeira consideração”. Na versão de 1996, a declaração recomenda o respeito ao bem-estar dos animais utilizados e à integridade do meio ambiente (N.T.).
[8] O Código de Nuremberg, criado em 1947, durante os julgamentos de médicos nazistas que faziam experimentos com seres humanos em campos de concentração, impõe o consentimento dos seres humanos para participar de testes e pesquisas médicas (N.T.)
[9] Ver National Bioethics Advisory Commission, Ethical and Policy Issues in International Research: Clinical Trials in Developing Countries, abril de 2001.
[10] Quarraisha Abdul Karim et al, “Informed consent for HIV testing in a South African hospital: is it truly informed and truly voluntary?” American Journal of Public Health, 1º de abril de 1998, 637-40; e Niels Lynoe et al, “Obtaining informed consent in Bangladesh,” New England Journal of Medicine, 8 de fevereiro de 2001, 460-61
[11] Ken Getz, da consultoria de testes clínicos Center Watch, disse que foi recebido na Índia, como se fosse um chefe de estado. Ver também Narayan Kulkarni, “The trials leader,” Biospectrum, 10 de junho de 2003.
[12] Chandra Gulhati, editor da Monthly Index of Medical Specialties in India, descreve em detalhe as transgressões da indústria farmacêutica indiana. Ver, por exemplo, Chandra Gulhati, “Irrational fixed-dose combinations: a sordid story of profits before patients,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2003. Ver também Arindam Mukherjee, “Pills that kill,” Outlook, 22 de setembro de 2003, 52; e Daniel Pearl e Steve Stecklow, “Drug firms’ incentives fuel abuse by pharmacists,” Indian Express, 17 de agosto de 2001.
[13] Ver Alix M. Freedman, “Population bomb: two Americans export chemical sterilizations to the Third World,” Wall Street Journal, 8 de junho de 1998, A1; Sanjay Kumar, “Sterilization by quinacrine comes under fire in India,” The Lancet, 17 de maio de 1997; Laxmi Murthy, “Contraceptive research: need for a paradigm shift,” One India, One People, julho de 2001; M.D. Gupte e D.K. Sampath, “Ethical issues considered in Tamil Nadu leprosy vaccine trial,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2000; Amit Sen Gulpta, “Research on hire,” Indian Journal of Medical Ethics, outubro/dezembro de 2001; e Ganapati Mudur, “Johns Hopkins admits scientist used Indian patients as guinea pigs,” BMJ, 24 de novembro de 2001, 1204.
[14] Ver Libertar os animais, reumanizar a vida, Le Monde Diplomatique-Brasil. E, também, o Manifesto pela Libertação dos Animais, na edição de setembro do LMD, síntese das teorias do professor americano Garry Francione sobre a abolição da exploração animal (N.T.).

Sonia Shah é Jornalista canadense, autora de The Body Hunters: Testing New Drugs on the World’s Poorest Patients, traduzido para o francês por Pierre Saint-Jean, a ser publicado em outubro pela editora Demopolis, de Paris; e de Crude: The Story of Oil (Seven Stories, 2004). Sonia Shah está escrevendo um livro sobre a história e a política da malária.




Mais Informações:

Via Ecocidio

Brasil Medicina: Retratos de um apartheid médico

A pagina original na UOL onde este artigo havia sido publicado foi removida. Nós todos imaginamos o porque,.

9 de junho de 2010

RT Today -Comentários de Willian Engdahl sobre bilderberg 2010

Video: Canal fimdostemposnet
Via: A Conspiração

Willian Engdahl comenta sobre a reunião dos Bilderbergs 2010. Engdahl é jornalista free-lancer e economista, autor do livro "O século americano: As políticas anglo-americanas do petróleo e a nova ordem mundial".