31 de agosto de 2010

Alain Touraine.....

Matéria de: InfoWorld2012
http://e-south.blog.lemonde.fr/files/2008/07/alain_touraine_image.1215448056.jpg

Quem Foi ?


Alain Touraine tornou-se conhecido por ter sido o pai da expressão "sociedade pós-industrial". Seu trabalho é baseado na "sociologia de acção" e seu principal ponto de interesse tem sido o estudo dos movimentos sociais. Touraine acredita que a sociedade molda o seu futuro através de mecanismos estruturais e das suas próprias lutas sociais. Tem estudado e escrito acerca dos movimentos de trabalhadores em todo o mundo.
Touraine ganhou imensa popularidade na América Latina bem como na Europa Continental. No entanto, esse reconhecimento tem tardado a chegar dos países do mundo anglo-saxão. De cerca de vinte livros que publicou, menos da metade foi traduzida para a Língua Inglesa

Suas Obras


Em seus livros, Touraine aponta para as transformações pelas quais a sociedade moderna e industrial vem passando. Trava diálogos com os autores clássicos da sociologia como Durkheim e Marx - com este último, sobre as novas formas de conflitos sociais.

Touraine faz parte de uma linha teórica denominada pós-moderna, ainda que critique a mesma em alguns pontos e de fato não assuma todas as teses dessa vertente, como algumas asserções a respeito do fim da história, fim dos conflitos e principalmente da inviabilidade da compreensão racional dos mecanismo sociais. Para Touraine, a sociedade pós-industrial, longe de acabar com os conflitos, generaliza-os.

Em “A sociedade pós-industrial", afirma que a sociologia não é fruto da revolução industrial, mas somente se consolidou a partir da segunda metade do século XIX, quando a sociedade passa a ter um maior controle dos mecanismos econômicos surgidos com as revoluções industriais, os quais, no momento de seu surgimento, levaram às construções teóricas do início do século XIX que identificavam um desenvolvimento econômico intervindo na organização social. Com a retomada do controle social das mudanças econômicas é que, portanto, a sociologia pode se constituir numa ciência que não mais fetichizava o social, tal como o indivíduo da filosofia. Passa-se da identificação de uma natureza social para o reconhecimento da historicidade, ou seja, da ação social e da capacidade desta em direcionar o desenvolvimento do conjunto da sociedade.

É sob estas premissas que Touraine fala da sociologia de uma sociedade pós-industrial.

Com os primórdios do desenvolvimento industrial, a empresa capitalista e o proletariado eram de fato os elementos centrais na transformação social e política.

Porém na sociedade pós-industrial, segundo o autor, esta centralidade da indústria - e, portanto, do fator econômico produtivo - se perde. Nesta nova sociedade, o conhecimento e a informação passam a constituir elementos chaves na produção.

Os conflitos sociais, da mesma maneira, não se concentram mais no elemento econômico. Apesar dos conflitos de classe não desaparecerem (a indústria não desaparece), a relação trabalhador-patronato não detém mais a proeminência de outrora. Isto, principalmente, pelo fato destes conflitos de classes terem, de uma forma geral, se insitucionalizado, abrindo espaço para outras reivindicações sociais, agora não mais econômicas, mas destacadamente culturais: surgem os movimentos feministas, de homossexuais, estudantil, etc.

Os laços que unem estes novos movimentos são mais comunitários e localizados, apesar de uma abrangência socialmente ampla. Se permanecerem reivindicações localizadas e restritas não se constituem, segundo Touraine, em movimentos sociais propriamente ditos. Para tanto devem adquirir um destaque mais amplo e nacional. A direção para a qual devem caminhar tais movimentos são as instituições e, portanto, o âmbito das decisões políticas. A sociedade, segundo Touraine, deve lutar para democratizar o acesso aos mecanismos decisórios da política.

Daí a importância que este autor dá ao tema da alienação - esta, pautada pela participação dependente, ou seja, a integração dos indivíduos no jogo dos aparelhos dominantes que visam impor um modelo de desenvolvimento econômico sob um aspecto impessoal, de forma a aparecer como única alternativa possível e no interesse de toda a sociedade. Os termos de que Touraine se utiliza para descrever esta alienação são a integração, a manipulação e a sedução.


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InfoWorld:

Eu coloquei mais ou menos a história dele, porque achei interessante as idéia que ele têm sobre a nossa sociedade, fala sobre a alienação, ele acredita que o nosso mundo pode muito bem conviver sem líderes, políticos e etc.. [...] e eu também acredito nisso.
É claro que não são os políticos que mandam, eles são apenas mariontes, realmente quem manda são os banqueiros, praticamente os donos do dinheiro, a "elite"...
Vivemos em uma sociedade onde o dinheiro é o poder, ou seja, quem têm muito mais muito dinheiro é que é considerado uma pessoa poderosa... Essas pessoas que dizem que o dinheiro é que traz a felicidade, está errada, porque algumas pessoas, não são todas mas a grande maioria, é inseguro, não têm amor, acho que também é infeliz, só faz amigos interessado no seu dinheiro e etc...
É isso que eu acho, espero que vocês tenham gostado da história do Alain!
Obrigado

infoworldo2012.blogspot.com

30 de agosto de 2010

Vídeos: Bashar, sobre o "Eu" verdadeiro e as mudanças entre 2010 e 2012

Créditos do canal: avatarmarduk
Via: Wake Up!

InfoWorld2012:
Bashar é um Ser multi-dimensional que fala por meio do canal Darryl Anka daquilo que percebemos como o futuro.
Bashar explora uma vasta gama de assuntos com grande perspicácia, humor e uma profunda compreensão de como a criação da realidade ocorre.
Que tipo de relação vamos ter uns com os outros, daqui para frente ? Ninguém respeita ninguém, vejo isso com meus próprios olhos e vocês acho que devem ver também. Não é só a elite que querem nos matar, manipular [...] E nós estamos "colaborando" com isso.... Quando é que vocês vão parar para acordar ? Quando que vão parar e levantar e dizer NÃO, EU NÃO VOU OBEDECER VOCÊS!..
Que tipo de realidade estamos vivendo agora ? Que tipo de relação vocês querem vivenciar daqui a alguns anos ?
VAMOS ACORDAR!
RESISTEM A NOVA ORDEM MUNDIAL!
LIBERDADE!
ps: não digo só em termos de respeito e sim tudo em nossa sociedade e etc..






infoworld2012.blogspot.com

Vídeo: Eckhart Tolle - Qual é a minha responsabilidade ?

Créditos do video: universoconsciente
Via: Wake Up!

29 de agosto de 2010

India suspende programas de vacinação após a morte de quatro crianças

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

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Os programas de vacinação foram suspensos na Índia mais uma vez, quando quatro crianças morreram depois de terem recebido a vacina contra o sarampo em Lucknow. As quatro crianças desmaiaram logo após terem sido vacinados e testemunhas relataram ter visto os olhos das crianças revirarem à medida que começaram a ter convulsões. Todas as crianças tinham em torno de dois anos de idade, com a mais jovem de apenas seis meses. Infelizmente, as crianças morreram antes dos trabalhadores de assistência médica poderem alcançá-las.

Quando a notícia da morte se espalhou, as unidades de vacinação em 41 vilarejos foram interrompidas até que novas investigações sejam realizadas.

O jornal Indian Express afirma em seu artigo "4 crianças morrem em poucos minutos após a vacinação":

"O programa de imunização está sendo realizado como parte do governo Jachha Bachha Suraksha Abhiyan lançado em 15 de agosto. Minutos após a vacinação, as crianças começaram a ter respiração ofegante."

A NDTV informou que o Ministério da Saúde ordenou uma investigação depois que as quatro crianças, que agora já se acredita terem idades inferiores a nove meses, morreram após a vacina. A equipe de investigação ainda tem que chegar Uttar Pradesh, no entanto, o governo de Uttar Pradesh anunciou compensações para as famílias das vítimas.
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InfoWorld:
É uma pena que no Brasil não foi assim, mesmo eles sabendo que pessoas morreram, ficaram doentes, e etc.. Mesmo assim eles continuaram, até que boa parte da população brasilseira tomaram a vacina.

27 de agosto de 2010

Vídeo: Você cria sua realidade!

Video do canal: lhdchenrique
Via: Wake Up

InfoWorld: O vídeo nada mais mostra, que a maioria das pessoas têm medo de se expressar, medo de criar uma atitude, medo de expressar suas ideias, opiniões. Pra que ter medo ? Levanta sua cabeça e faça o que você acha que deve fazer, fala sua opinião sem medo... :)
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Bill Hicks: "A vida é uma escolha: entre medo e o amor", só resta á você escolher qual caminho você que seguir...

Finlândia suspende vacinação contra H1N1 após vacina ser associada com aumento de narcolepsia

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

O Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia(THL) suspendeu o uso da vacina H1N1 em meio a temores de que a vacina está relacionada com um aumento de 300 por cento nos casos de narcolepsia, doença neurológica em crianças e jovens ao longo dos últimos seis meses.

A notícia certamente irá desencorajar ainda mais pais e mães de vacinar seus filhos nos próximos meses, agora que a vacina da gripe suína será combinada com a vacina da gripe sazonal comum.

A narcolepsia é um distúrbio neurológico que pode ser desencadeado por um vírus. "Um paciente que sofre de narcolepsia pode adormecer de repente, por exemplo, enquanto fala ou come sem nenhum aviso prévio. Seus músculos também podem enfraquecer de repente, fazendo com que colapsem de repente. Não há nenhuma cura conhecida para a doença", relata o site de notícias. finlandesa YLE.

"O Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia decidiu nesta terça-feira recomendar para que a vacinação contra a gripe suína com a vacina Pandemrix, produzida pelo laboratório GSK, seja suspensa até que se prove ou não que a vacina é a causa do surto de casos de narcolepsia entre crianças e jovens", relata o maior jornal da Finlândia Helsingin Sanomat.

A narcolepsia é um distúrbio muito raro, mas 15 novos casos da doença surgiram em jovens e crianças desde Dezembro na Finlândia. "Há uma correlação clara entre o tempo os casos e as vacinas da gripe suína", relata o Helsingin Sanomat. O jornal reporta ainda que diversos casos não confirmados estão sendo estudados. Um número surpreendentemente elevado de casos de narcolepsia também surgiram na Suécia, na sequência do programa de vacinação H1N1.

Pekka Puska, diretor-geral da THL, disse que a suspensão permanecerá em vigor até que a potencial ligação entre a vacina e os casos de narcolepsia seja adequadamente investigada.

De acordo com a Kari Lankinen, médico-chefe da Agência de Medicina finlandesa, os médicos foram cúmplices em esconder a relação entre a vacina contra a gripe suína e narcolepsia e o fizeram para progredir em suas carreiras.

"Lankinen suspeita que o motivo para o silêncio era a preocupação dos médicos sobre os seus próprios objetivos profissionais - como terem seus artigos publicados em revistas médicas internacionais. Os médicos que fizeram as observações nos últimos meses agora trabalham com o Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar (THL)", relata YLE.fi.

No total, cerca de 750 finlandeses experimentaram efeitos colaterais após tomarem a vacina H1N1, de acordo com o Helsinki Times.

A notícia de ainda mais efeitos colaterais após a campanha de vacinação contra gripe suína deve enviar outro sinal de alerta para pais e mães de todo o mundo que estão planejando vacinar seus filhos contra a gripe sazonal neste outono (hemisfério norte).

Ambos a FDA e a OMS recomendaram que a vacina contra o H1N1 fosse incluída na próxima vacina sazonal, e departamentos de saúde dos EUA e na Europa, tanto quanto do Brasil, estão combinando as vacinas.

Como informamos no início deste ano, a investigação do presidente do sub-comitê de saúde do Conselho Europeu, Wolfgang Wodarg, sobre o surto de gripe suína de 2009, descobriu que a pandemia era um falso embuste fabricado por empresas farmacêuticas em conluio com a OMS para criar grandes lucros, pondo em perigo saúde pública.

Wodarg disse que os governos foram "ameaçados" por grupos de interesse especial dentro da indústria farmacêutica, bem como pela OMS para comprar as vacinas e injetar suas populações sem qualquer razão científica razoável para fazê-lo, e ainda em países como Alemanha e França, apenas cerca de 6% tomou a vacina, apesar de ter quantidade o suficiente para cobrir 90 por cento da população.

Wodarg disse que "não há outra explicação" para o que aconteceu fora o fato de que os que trabalhavam em conluio com a indústria farmacêutica fabricaram o pânico, a fim de gerar grandes lucros.

Ele também explicou como as autoridades de saúde já "estavam à espera que algo acontecesse" antes de a pandemia começar e depois explorou o vírus para seus próprios propósitos. Outro renomado epidemiologista, Tom Jefferson, é da mesma opinião.

Ambas as vacinas contra a gripe H1N1 e sazonais têm sido associadas com um número de diferentes efeitos colaterais em todo o mundo, incluindo a síndrome de Guillain-Barré, bem como a distonia, uma doença neurológica paralisante.

A vacina contra a gripe sazonal também tem sido associada com convulsões em menores de 5 anos. A vacina foi suspensa na Austrália para crianças menores de 5 anos.

No Brasil atê hoje não foram divulgados os dados sobre efeitos adversos associados a vacina, numa clara tentativa de burlar a população a acreditar que a vacina é segura.

Como divulgamos aqui meses atrás, a própria Anvisa reconheceu que não se conhecem até agora todos os efeitos adversos da vacina, em uma nota relacionada com a polêmica sobre o falso positivo para testes de HIV após vacinação contra o H1N1. Da mesma forma, até agora não foram divulgados o teor dos contratos com os laboratórios farmacêuticos, que possivelmente continham cláusulas isentando os laboratórios por quaisquer danos causados pela vacina.

Censura a vista: Lei autoritária exigirá registro de blogs e permitirá acusação criminal por comentários

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2010/07/tijoladas-sem-censura-twitter-tijoladas11-311x300.jpg

Uma proposta que foi apresentada no dia 14 de abril deste ano tem como objetivo cercear a liberdade de expressão no Brasil através de blogs, umas das poucas fontes de informação ainda não controladas.

Se você mantém um blog ou se simplesmente se importa com a sua liberdade de expressão e com a defesa e garantia de liberdades individuais e coletivas informe-se e faça algo a respeito antes que todos tenhamos que testemunhar o nascimento de uma nova e poderosa CENSURA.

A proposta de número 7.131 de autoria do deputado federal Gerson Peres (PP-PA), foi apresentada no dia 14 de abril e pretende instaurar mecanismos de censura sob o pretexto de regulamentação.

Este ofensivo projeto de lei, que não só inclui blogs, mas também fóruns e mecanismos similares de publicação na internet (termos muito convenientemente vagos), inclui basicamente três pontos principais:

  • Comentários de blogs (e semelhantes) terão que ser previamente moderados.
  • Crimes contra honra - calúnia, injúria e difamação - advindos dos comentários de blogs serão de responsabilidade de seus editores, proprietários ou autores. Ações civis poderão ser impetradas contra o dono do blog.
  • Todos os blogs (e semelhantes) terão que ser registrados no registro.br. Este registro inclui informações tais como: Nome Completo, Endereço completo, Bairro, Cidade, Estado, CEP, Telefone (fixo, celular ou os dois), CPF e RG.

Caso o blog ou similar não estiver em conformidade com estas regras terá que pagar uma multa de R$2.000 até R$10.000 reais!!! Por exemplo, o meu blog seria multado, porque meu registro não é no registro.br, e provavelmente nunca será!

O pretexto utilizado é que os blogs e afins, por mais que tenha aumentado as possibilidades de manifestação do pensamento e liberdade de expressão, não são passíveis de responsabilização civíl e penal no caso de ocorrência de crimes contra a honra.

O que vemos aqui é um dupla armadilha. A primeira será de manter a identificação e o registro de cada um de nós blogueiros. Não haverá mais anonimato, todos os blogueiros serão conhecidos, pelo menos para o governo. A segunda é que, quando bem entenderem, poderão cancelar o registro no registro.br. Alguém ousou criticar a nova campanha de vacinação do governo? Simples, cancele seu registro, afinal, onde já se ouviu tamanha calúnia! ;)

Em relação ao comentários anônimos, caso você não tiver habilitado moderação ou não tiver muito cuidado para não deixar passar um comentário calunioso, pessoas mal intencionadas (ou até mesmo empresas ou departamentos do governo que se sintam expostos pelo blog ou fórum) poderão simplesmente escrever algo que possa ser visto como calúnia para que o responsável seja processado de forma civil e penal.

Apesar do foco da lei ser nos comentários anônimos, no meu ver o real objetivo é identificar e registrar todos os blogueiros, além de criar burocracia e esta ameaça constante que com certeza fará com que menos pessoas se aventurem a abrir um blog.

No caso dos fóruns, esta lei irá torná-los totalmente ineficaz. Ou você terá que achar uma forma de identificar os usuários do fórum ou terá que moderar todas as mensagens. Quem irá usar um fórum assim?

Uma outra implicação serão nos blogs corporativos de jornais, ou até matérias de jornais que permitam comentários. Os veículos de mídia terão que se certificar da identidade dos autor dos comentǽrios ou arcar com a responsabilidade por processos. O resultado será que lamentavelmente irão remover quaisquer oportunidades de interação com os usuários. A internet simplesmente virará o que vemos hoje na TV, um total controle da mídia corporativa.

Não apenas seremos todos nós blogueiros identificados, dando oportunidade para retaliações e coações por parte do governo quando postarmos verdades inconvenientes, mas teremos nosso blog rapidamente retirado do ar quando bem entenderem.

De acordo com o site Terra, o projeto de lei (PL-7131/2010) tramita na Câmara em regime de urgência, e aguarda apreciação em plenário, ainda sem data definida.

Leis similares estão sendo criadas nos Estados Unidos, e não me surpreende que o Brasil está querendo ficar a frente em matéria de controle totalitário.

Por favor, passe esta mensagem adiante, ou leia esta lei e dê sua opinião.

Por gentileza repasse este texto, mobilize suas redes e vamos barrar este texto absurdo. A omissão pode trazer sérias consequências.

Clique aqui para mandar sua reclamação para o nosso nobre deputado. Seja educado mas faça valer sua opinião.

Relatório da CIA vazado pelo WikiLeaks diz que EUA "exportam" terrorismo

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

http://muslimdefenseforce.islamicink.com/files/2010/07/wikicia.jpg

Um relatório sigiloso sobre terrorismo vazado pela WikiLeaks e criado pela unidade especial "Red Cell", da CIA (agência de inteligência dos EUA), cita diversos casos em que cidadãos americanos financiaram atividades terroristas.

O documento também analisa os efeitos para Washington caso os Estados Unidos passassem a ser visto como um "exportador de terrorismo".

Datado de 5 de fevereiro de 2010, o relatório aponta que a própria CIA já admite que cidadãos americanos financiam, planejam ou participam ativamente de atentados terroristas e manifesta preocupação caso a comunidade internacional enxergue o país --que na última década lançou uma campanha global contra o terror-- como patrocinador de atividades terroristas.

"Ao contrário do senso comum, a exportação americana de terrorismo ou terroristas não é um fenômeno recente, e nem tem sido associado unicamente com radicais islâmicos ou pessoas de origens étnicas do Oriente Médio, África ou Sul da Ásia. Esta dinâmica desmente a crença americana de que nossa sociedade multicultural livre, aberta e e integrada diminui o fascínio dos cidadãos americanos pelo radicalismo e pelo terrorismo", diz o primeiro parágrafo do relatório da CIA.

A equipe do site WikiLeaks, que já anunciara na terça-feira à noite o vazamento de um relatório secreto da CIA para esta quarta-feira, diz que a agência de inteligência americana cita diversos casos em que ataques perpetrados por terroristas judeus, muçulmanos e ligados ao nacionalismo irlandês que eram baseados em território americano ou financiados por cidadãos dos EUA.

IMPACTOS

O texto da própria CIA nas primeiras páginas do relatório aponta graves consequências para Washington caso os EUA passem a ser vistos como um exportador de terrorismo. Entre elas:

Parceiros internacionais poderiam ter menos disposição em cooperar com os Estados Unidos em atividades envolvendo extradições jurídicas, incluindo a detenção, transferência e interrogatórios de suspeitos em outros países.
Alterando o status de "vítima de terrorismo" --o que concede aos EUA grande espaço de manobra para pressionar outras nações a extraditar cidadãos suspeitos-- para "exportador de terrorismo", outros países poderiam exigir uma política recíproca de Washington.
Outros países poderiam exigir que os EUA concedessem informações sobre supostos terroristas ou até extraditassem cidadãos ligados a atividades terroristas. Caso o governo americano se negasse a cooperar, tais nações poderiam se recusar a entregar suspeitos procurados por Washington, afetando alianças e relações bilaterais.

25 de agosto de 2010

Eles estão nos vigiando: CIA e GOOGLE já que reconhecem que fazem espionagem conjunta na internet

As relações sempre existiram, mas agora CIA e Google reconhecem o início de uma colaboração baseada no controle da atividade na Internet, incluindo a espionagem com objetivos repressivos.

A empresa de monitoramento Recorded Future será a encarregada de estudar a informação coletada de maneira massiva na rede, com o objetivo de orientar a evolução futura de acontecimentos que a CIA achar de interesse para o Estado.

Para tal, a Recorded Future possui uma tecnologia “de análise temporal”, que realiza buscas analíticas em milhares de sites – incluindo blog, fontes de notícias online, portais governamentais, banco de dados de finanças e redes sociais – e compila as informações. Uma vez coletados os dados, a ferramenta extrai o quem, o quê, quando, onde e porquê de cada item. Isso inclui dados como entidades, eventos e tempo de duração de determinado evento.

Segundo as informações difundidas por alguns meios de comunicação, com esses dados a ferramenta mede o momento e o sentimento para cada item indexado para conseguir chegar a uma previsão razoável sobre o acontecerá na sequência. Esse processo permitiria que as pessoas explorem o passado, presente e futuro predicado de quase todas as coisas. O produto também oferece ferramentas de visualização para mostrar ligação entre informações e previsões, segundo a companhia.

Recorded Future afirma que faz análises sofisticadas com base na linguística e na estatística, ao serviço do que chamam “segurança nacional”. A CIA é um dos primeiros órgãos a adotarem essa tecnologia, em colaboração com Google.
Empresas de investimento e trading, grupos de monitoramento, relações públicas, gerenciamento de crise e agências de publicidade também estariam já utilizando a Recorded Future, segundo o site da firma.

Sediada na região de Boston, nos Estados Unidos, a Recorded Future conta com apenas 15 funcionários em todo o mundo, segundo a própria empresa, todos com ‘pedigrees’ distintos. Na equipe estão cientistas da computação, estatísticos e linguistas, alguns PhD.

Google já tinha investido capital no projeto a través da Google Ventures, departamento que se encarrega dos investimentos da empresa. Agora volta a fazê-lo só que com um sócio o In-Q-Tel, organismo através do qual a CIA investe em tecnologia.

A relação de trabalho entre os dois procura servir ao objetivo de entender os comportamentos de quem utiliza a Internet, estudá-los e prevê-los.
A Recorde Future afirma que já demonstrou que pode sim fazer previsões, se antecipando a um ataque do Hezzbollaz um mês antes de que o governo de Israel reagisse.

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
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InfoWorld:
Já uma idéia de como essa tecnologia será utilizada no futuro para justificar agressões e intervenções a outros países...
Eu já estava imaginando que eles estavam nos vigiando, com certeza, nós que pesquisamos e falamos a verdade já devemos ter no nosso próprio satélite

23 de agosto de 2010

Dicurso de David Icke: O Abuso e Sequestro Infantil por parte do Estado (2010)

Video Retirado do Canal: Fabiocomplejo
Ps: Legenda em espanhol, mas da para entender muito bem!

Alienação...

Autor: InfoWorld


http://2.bp.blogspot.com/_fYcYNUCWEiU/RvCr-52YutI/AAAAAAAAAAY/7tX-8x0bee4/s400/alienado.JPG
Vivemos em uma sociedade onde a maioria das pessoas, são alienadas ao sistema, se deixam ser manipuladas pelas televisão, filmes, telejornais..
Parece que a tvlesão, é a grande verdade em nosso mundo, pelo contrário, é a maior mentira que existe, tudo o que ela passa ao telespectador, principalmente em telejornais, é para você ficar com medo, para não questionar as "autoridades", para você respeitar os políticos, polícia, para você seguir as regras [...] A rede globo, é a grande manipuladora, na maioria das vezes é ela que passa medo para as pessoas. A televisão, foi criada para deixar você ocupado, enquanto o plano dos porcos da elite está em ação, para deixar sua mente ocupada demais, vendo novela, desenhos para as crianças, ou seja, VOCÊ NÃO É PAGO PARA PENSAR, CALE A BOCA E FAÇA SEU TRABALHO, TRABALHADOR ESTÚPIDO É TRABALHADOR FELIZ, NÃO PENSE, APENAS OBEDEÇA, é isso o que eles querem de você.
O trabalho também é uma forma de alienação nossa sociedade, é uma das formas de deixar sua mente muito ocupada, para você pensar só no seu trabalho e não pensar naquilo que realmente importa [...] Mas a cada dia que passa eu vejo que as pessoas estão acordando, estou fazendo de tudo para que elas vejam a verdade, por trás da TV, não só da tvlesão, e sim que veja a verdade por trás dos políticos, entre outros [...] Tudo isso é uma forma de alienar você, para deixar você mais "agressivo", "idiota", "burro".
Um grande exemplo é um menino da minha escola, ele é super inteligente, sabe a maioria das coisas, mas quando eu perguntei assim VOCÊ SABE QUEM REALMENTE GOVERNA O MUNDO ? QUEM SÃO OS ILLUMINATIS ? isso ele não soube me responder, ou seja, o que ele realmente tem de saber, ele não sabe.
Mas a minha parte estou fazendo, estou tentando acordar ele, está difícil RSRS, mais estou tentando, já acordei muitas pessoas, e quero acordar o máximo de pessoas possível...
Bem, espero que você tenham gostado do texto, e que você desliguem a sua tv, porque nada nela presta NADA!

http://1.bp.blogspot.com/_w4xSOdx6w6c/S9CuS06XYyI/AAAAAAAABG8/djTMJ5d2XIc/s1600/LixoTv.jpg
infoworld2012.blogspot.com

As mentiras sobre Hiroshima são as mentiras de hoje

Artigo Retirado do Site: Resistir.info
Tradução: Margarida Ferreira
'Little Boy', a primeira bomba atómica.


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Quando fui a Hiroshima pela primeira vez, em 1967, ainda ali se encontrava a sombra nos degraus. Era uma imagem quase perfeita de um ser humano descontraído: as pernas esticadas, as costas dobradas, uma mão na cintura, enquanto estava ali sentada à espera que o banco abrisse. Às oito e um quarto da manhã de 6 de Agosto de 1945, ela e a sua silhueta ficaram gravadas a fogo no granito. Fiquei a olhar para aquela sombra durante uma hora ou mais, depois desci até ao rio e encontrei um homem chamado Yukio, que ainda tinha gravado no peito o padrão da camisa que vestia quando caiu a bomba atómica.

Ele e a sua família ainda viviam numa cabana enterrada na poeira de um deserto atómico. Descreveu um gigantesco clarão sobre a cidade, "uma luz azulada, como um curto-circuito eléctrico", depois do que soprou um vento como um tornado e caiu uma chuva negra. "Fui atirado ao chão e só reparei que os pés das minhas flores tinham desaparecido. Estava tudo calmo e silencioso e, quando me levantei, as pessoas estavam todas nuas e não diziam uma palavra. Algumas delas não tinham pele, outras não tinham cabelo. Tive a certeza de que estava morto". Nove anos depois, quando lá voltei e o procurei, ele tinha morrido com leucemia.


Imediatamente depois da bomba, as entidades aliadas de ocupação proibiram qualquer referência ao envenenamento por radiações e afirmaram insistentemente que as pessoas tinham morrido ou sofrido danos apenas pela explosão da bomba. Foi a primeira grande mentira. "Não há radioactividade nas ruínas de Hiroshima", dizia a primeira página do
New York Times, um clássico da desinformação e da subserviência jornalística, que o repórter australiano Wilfred Burchett denunciou com o seu 'furo' do século. "Estou a escrever isto como um alerta a todo o mundo", noticiava Burchett no Daily Express, quando chegou a Hiroshima depois de uma perigosa viagem, o primeiro correspondente que se atreveu. Descreveu salas hospitalares cheias de pessoas que não tinham ferimentos visíveis mas que estavam a morrer duma coisa a que ele chamou "uma peste atómica". Por ter contado esta verdade, retiraram-lhe a credencial de imprensa, foi ridicularizado e caluniado – e inocentado.

A bomba atómica de Hiroshima foi um acto criminoso a uma escala épica. Foi um assassínio de massas premeditado que pôs à solta uma arma de criminalidade intrínseca. Por causa disso, os seus defensores refugiaram-se na mitologia da suprema "guerra boa", cujo "banho ético", conforme Richard Drayton lhe chamou, tem permitido ao ocidente não só desculpar o seu sangrento passado imperial mas promover 60 anos de guerra de rapina, sempre à sombra de A Bomba.


A mentira mais duradoura é que a bomba atómica foi lançada para acabar com a guerra no Pacífico e salvar vidas. "Mesmo sem os ataques das bombas atómicas", concluiu o Strategic Bombing Survey dos Estados unidos, em 1946, "a supremacia aérea sobre o Japão podia ter exercido pressão bastante para provocar uma rendição incondicional e evitar a necessidade de invasão. Com base numa investigação pormenorizada de todos os factos, e apoiada pelo testemunho dos lideres japoneses sobreviventes envolvidos, é opinião do Survey que … o Japão se teria rendido mesmo que não tivessem sido lançadas as bombas, mesmo que a Rússia não tivesse entrado na guerra e até mesmo se não tivesse sido planeada ou contemplada qualquer invasão".


Os Arquivos Nacionais de Washington contêm documentos do governo dos EUA que representam em gráfico as tentativas de paz japonesas já em 1943. A nenhuma delas foi dado seguimento. Um telegrama enviado em 5 de Maio de 1945 pelo embaixador alemão em Tóquio e interceptado pelos EUA dissipa todas as dúvidas de que os japoneses estavam desesperados para suplicar a paz, incluindo "capitulação mesmo que as condições sejam pesadas". Em vez disso, o secretário americano da Guerra, Henry Stimson, disse ao presidente Truman que tinha "receio" de que a força aérea americana "bombardeasse" o Japão de tal modo que a nova arma não pudesse "mostrar a sua força". Posteriormente reconheceu que "não tinha sido feita nem considerada qualquer tentativa para conseguir a rendição apenas para não ter que utilizar a bomba". Os seus colegas da política externa estavam ansiosos "por intimidar os russos com a bomba que trazíamos bastante ostensivamente à cintura". O general Leslie Groves, director do Projecto Manhattan que fez a bomba, testemunhou: "Nunca tive qualquer ilusão de que o nosso inimigo era a Rússia e que o projecto foi orientado nessa base". Um dia depois de Hiroshima ter sido arrasada, o presidente Truman manifestou a sua satisfação pelo "êxito esmagador" da "experiência".


Desde 1945, pensa-se que os Estados Unidos estiveram à beira de usar armas nucleares pelo menos três vezes. Ao travar a sua fictícia "guerra contra o terrorismo", os actuais governos de Washington e de Londres declararam estar preparados para fazer ataques nucleares "preventivos" contra estados não nucleares. A cada avanço para a meia-noite de um Armagedão nuclear, as mentiras de justificação são cada vez mais escandalosas. O Irão é a actual "ameaça". Mas o Irão não tem armas nucleares e a desinformação de que está a planear um arsenal nuclear provém sobretudo de um grupo da oposição iraniana, o MEK, patrocinado por uma CIA desacreditada – tal como as mentiras sobre as armas de destruição maciça de Saddam Hussein tiveram origem no Congresso Nacional Iraquiano, montado por Washington.


O papel do jornalismo ocidental em levantar este espantalho é fundamental. Que a Defence Intelligence Estimate da América tenha dito "com toda a confiança" que o Irão desistiu do seu programa de armas nucleares em 2003, foi remetido para o buraco do esquecimento. Que o presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, nunca tenha ameaçado "varrer Israel do mapa" não tem qualquer interesse. Mas tamanha tem sido a mística lenga-lenga dos meios de comunicação deste "facto" que, na sua recente representação subserviente perante o parlamento israelense, Gordon Brown aludiu a isso, quando mais uma vez ameaçou o Irão.


Esta progressão de mentiras conduziu-nos a uma das mais perigosas crises nucleares desde 1945, porque a ameaça real mantém-se quase impossível de referir nos círculos governamentais ocidentais e portanto nos meios de comunicação. Há apenas uma potência nuclear desenfreada no Médio Oriente e é Israel. O heróico Mordechai Vanunu tentou alertar o mundo em 1986 quando forneceu provas de que Israel estava a construir 200 ogivas nucleares. Desafiando as resoluções das Nações Unidas, Israel está actualmente ansiosa por atacar o Irão, com receio de que uma nova administração americana possa, apenas possa, efectuar genuínas negociações com uma nação que o ocidente tem caluniado desde que a Grã-Bretanha e a América derrubaram a democracia iraniana em 1953.


No
New York Times de 18 de Julho, o historiador israelense Benny Morris, outrora considerado um liberal e actualmente consultor da instituição política e militar do seu país, ameaçou "um Irão transformado num deserto nuclear". Isso seria um assassínio de massas. Para um judeu, é uma ironia gritante.

Impõe-se a questão: vamos nós todos ser meros espectadores, afirmando, como fizeram os bons alemães, que "nós não sabíamos"? Vamos esconder-nos cada vez mais por detrás do que Richard Falk designou por "uma cortina legal/moral, beata, de uma só face" [com] imagens positivas de valores e inocência ocidentais, apresentada como estando ameaçada, validando uma campanha de violência ilimitada"? Está outra vez na moda apanhar criminosos de guerra. Radovan Karadzic está no banco dos réus, mas Sharon e Olmert, Bush e Blair não estão. Porquê? A memória de Hiroshima exige uma resposta.

22 de agosto de 2010

Google planeja acabar com a internet nos EUA

Prison Planet.com
Via: A Nova Ordem Mundial


O acordo para o fim da neutralidade da internet do Google com a Verizon é apenas o início dos planos do Google para exterminar o Internet aberta e livre como parte de sua agenda pública de aquisição para controlar completamente a world wide web e terminar de uma vez por todas os sites de mídia independente, rádios e programas de TV.

O acordo do Google com a Verizon para acelerar certos conteúdos da Internet aos usuários abre a porta para a esterilização completa da rede mundial de computadores como uma força de mudança política. Segundo o plano do Google, a internet se assemelharia a TV a cabo, vozes independentes seriam silenciadas e toda a Internet seria comprada por gigantes de mídia multi-nacionais.

As pessoas que quiserem manter um simples blog enfrentarão preços proibitivos, TV on-line e programas de rádio deixarão de existir enquanto a internet é engolida pela mídia corporativa.

A verdadeira neutralidade da internet significa que sites de mídia independente que atraem sua audiência divulgando a verdade podem competir competir de igual para igual com os gigantes corporativos, como a ABC, CBS e CNN. O pacto da Google com a Verizon irá acabar com esta igualdade e por sua vez, eliminar tudo o que está fora do mainstream.

"A Internet não-neutra significa que empresas como a AT&T, Comcast, Verizon e Google podem transformar a internet em TV a cabo e escolher os vencedores e perdedores do mundo online", escreve Josh Silver. "Um problema apenas para os nerds da Internet? Muito pelo contrário. Todos os vídeos, rádio, telefone e outros serviços em breve serão entregues através de uma conexão Internet. Acabar com a neutralidade da internet acabaria com o potencial revolucionário de qualquer site pode funcionar como uma televisão ou uma rádio na rede. Isso significaria o fim da nossa oportunidade de arrancar o acesso ea distribuição de conteúdo de mídia de um punhado de corporações de mídia de massa que atualmente controlam a televisão e o rádio. "

O acordo também vai dividir a Internet em um sistema de duas camadas, um forma de pedágio digital, onde a velocidade e serviços satisfatórios podem apenas ser obtidos por aqueles dispostos a pagar taxas substanciais.

O pacto também dá ao Google e provedores de internet uma enorme margem para bloquear determinados sites em redes para celulares, ou seja, vários sites independentes, como este blog, seriam desligados para milhões de pessoas.

Uma vez que os críticos do Google forem silenciados para sempre a empresa poderá então levar a cabo a implementação de seus programa apoiado pela CIA de de conscientização total da informação, que irá vasculhar contas de Twitter, blogs e sites de todos os tipos de informações deixadas por usuários individuais, com o objetivo de utilizar esses dados para "prever o futuro" e dirigir e controlar completamente a vida e o comportamento das pessoas.

Eric Schmidt, o CEO do Google, anunciou que o Google, em conjunto com a CIA, está programado para se tornar um verdadeiro Big Brother e que a entidade "vai saber tanto sobre seus usuários que o site de busca será capaz de ajudá-los a planejar suas vidas" através do constante monitoramento de sua localização através dos celulares e dizendo-lhes para onde ir e o que fazer.

A muito tempo tem-se reportado as íntimas e longas conexões do Google com as redes de espionagem do governo americano.

Também não há dúvida de que o Google é uma das empresas na vanguarda do esforço do governo para usar a segurança cibernética como um pretexto para acabar com a Internet livre, tendo anteriormente trabalhado com a NSA e da CIA.

O recente escândalo com o Google no qual os veículos que tiram fotos para o google street acessavam os detalhes das redes wi-fi mapeando as atividades online levantou sérias questões sobre ligações do google com serviços de inteligência e sobre o abuso de leis de privacidade.
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InfoWorld:
Bem, vamos ver quanto tempo levará para que um acordo seja para que isso ocorra no Brasil, espero que isso não aconteça aqui, porque esse é um dos poucos modos de acordar as pessoas...

20 de agosto de 2010

Vídeo: A realidade é a matrix

Video retirado do canal: universoconsciente
Via: Wake Up

O que é realidade? Quem somos nós? Atualmente filósofos, cientistas e pesquisadores estão explorando uma nova teoria em torno da idéia de que toda matéria é energia vibrante manifestada pela nossa consciência coletiva infinita.




"Quando eu percebo que não sou nada,
isso é sabedoria.
Quando eu percebo que eu sou tudo,
isso é amor.
E entre estes dois, flui minha vida. "
Nisargadatta Maharaj

Grant Morrisson, David Lynch, David Icke e Bill Hicks.

InfoWorld:

A matrix ? O que ela seria para você ? A matrix está em todos os lugares, ela está onde você mora, quando você olha na janela, quando paga suas contas, quando você vai ao trabalho, escola e etc..[...] A matrix é uma prisão, na qual você não consegue sentir ou tocar.... É UMA PRISÃO! UMA PRISÃO PARA SUA MENTE, algumas coisas eu não posso falar sobre o que realmente é a matrix, você tenque ver por si próprio, VOCÊ TENQUE TIRAR SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE O MUNDO ONDE VOCÊ VIVE!. Tudo a nossa volta é uma ilusão, nossas comidas são ilusões, muitas coisas são..... Vou parar por aqui porque se eu continuar a explicar o que é a matrix, vou ficar aqui a minha vida toda.. RSRS

ACORDEEEEM!

infoworld2012.blogspot.com

18 de agosto de 2010

Quão próxima da morte está a América?

Matéria Retirada do Site: Resistir.info

por Paul Craig Roberts
O fim do US dólar.
Está a acabar o tempo para os Estados Unidos colocarem os seus défices orçamental e comercial sob controle. Apesar da urgência da situação, o ano de 2010 tem sido desperdiçado em alardes acerca de uma recuperação não existente. Ainda recentemente, em 2 de Agosto, o secretário do Tesouro Timothy F. Geithner assinou uma coluna no New York Times intitulada "Bem vindo à recuperação".

Como John Williams ( shadowstats.com ) deixou claro em muitas ocasiões, foi criada uma aparência de recuperação pela super-contagem do emprego e a sub-contagem da inflação. Advertências de Williams, de Gerald Celente e de mim próprio não foram ouvidas, mas as nossas advertências recentemente tiveram ecos entre Laurence Kotlikoff e David Stockman, da Universidade de Boston, que criticaram o Partido Republicano por se tornar grande gastador como os democratas.

É encorajador ver um bocado de percepção de que, desta vez, Washington não pode tirar a economia para fora da recessão. Os défices já são demasiado grandes para o dólar sobreviver como divisa de reserva e o gasto deficitário não pode por outra vez os americanos a trabalharem em empregos que foram deslocalizados para o exterior.

Contudo, as soluções apresentadas por aqueles que agora começam a reconhecer que há um problema são desencorajadoras. Kotlifoff pensa que a solução são cortes maciços na Segurança Social e no Medicare ou aumentos maciços de impostos ou hiper-inflação para destruir as dívidas maciças.

Talvez falte imaginação aos economistas, ou talvez não queiram ficar isolados da Wall Street e dos subsídios corporativos, mas a Segurança Social e o Medicare são insuficientes aos níveis actuais, especialmente considerando a erosão das pensões privadas pelas bolhas do dot.com, dos derivativos e do imobiliário. Cortes na Segurança Social e no Medicare, pelo qual as pessoas pagaram 15% dos seus rendimentos durante toda a sua vida, resultariam em fome e mortes por doenças curáveis.

Aumentos de impostos fariam ainda menos sentido. É amplamente reconhecido que a maioria das famílias não pode sobreviver com um só emprego. Mas marido e esposa trabalham e muitas vezes um dos dois tem dois empregos a fim de conseguirem sustentar-se. Elevar impostos torna mais difícil sustentarem-se – portanto mais arrestos, mais selos alimentares, mais desabrigados. Que espécie de economista ou pessoa humana pensa que isto é uma solução?

Ah, mas nós tributaremos os ricos. A idiotice habitual. Os ricos já têm bastante stock de dinheiro. Eles simplesmente cessarão de ganhar mais.

Vamos ser realistas. Eis o que é provável que o governo faça. Uma vez que os idiotas de Washington percebam que o dólar está em risco e que não podem mais financiar as suas guerras contraindo empréstimos no estrangeiro, o governo ou lançará um imposto sobre pensões privadas com a argumentação de que as pensões acumularam impostos adiados, ou o governo exigirá aos administradores de fundos de pensões que comprem dívida do Tesouro com as nossas pensões. Isto dará ao governo um pouco mais de tempo enquanto as contas de pensão são carregadas com papéis sem valor.

O último défice orçamental de Bush (2008) estava entre os US$400 e US$500 mil milhões, o que equivale à dimensão dos excedentes comerciais chinês, japonês e da OPEP com os EUA. Tradicionalmente, estes excedentes comerciais têm sido reciclados para os EUA e financiam o défice do orçamento federal. Em 2009 e 2010 o défice federal saltou para US$1.400 mil milhões, um aumento total um milhão de milhões (trillion) de dólares. Não há excedentes comerciais suficientes para financiar um défice desta magnitude. De onde vem o dinheiro?

A resposta vem de indivíduos a fugirem do mercado de acções para os "seguros" Títulos do Tesouro e també do salvamento dos banksters [1] , não tanto com o dinheiro do TARP como a permuta do Federal Reserve de reservas bancárias por papel financeiro questionável tais como derivativos subprime. Os bancos utilizaram o seu excesso de reservas para comprar dívida do Tesouro.

Estas manobras de financiamento são truques que se fazem uma só vez. Uma vez que as pessoas fugiram das acções, aquele movimento para os Títulos do Tesouro está acabado. A oposição ao salvamento dos banksters provavelmente impediu um outro. Assim, de onde virá o dinheiro da próxima vez?

O Tesouro foi capaz de descarregar um bocado de dívida graças à "crise grega", a qual os banksters de Nova York e os hedge funds multiplicaram na "euro crise". A imprensa financeira serviu como um braço financeiro do US Treasury ao criar pânico acerca da dívida europeia e do euro. Bancos centrais e indivíduos que se haviam refugiado do dólar com os euros foram levados ao pânico com os seus euros e correram outra vez para os dólares com a compra de dívida do US Treasury.

Este movimento dos euros para os dólares enfraquecer a divisa de reserva alternativa ao dólar, para o declínio do dólar e financiou o maciço défice do orçamento dos EUA um pouco mais.

Possivelmente o jogo pode ser reencenado com a dívida espanhola, a dívida irlandesa e a de qualquer outro infeliz país varrido para isso pela imprudente expansão da União Europeia.

Mas quando não houver mais quaisquer países que possam ser desestabilizados pelos banksters de investimento da Wall Street e dos hedge funds, o que então financia o défice do orçamento dos EUA?

O único financiador remanescente é o Federal Reserve. Quando títulos do Tesouro trazidos a leilão não se vendem, o Federal Reserve deve comprá-los. O Federal Reserve compra os títulos criando novas exigências de depósitos, ou conferindo contas, para o Tesouro. Como o Tesouro gasta o dinheiro apurado das vendas de nova dívida, a oferta monetária dos EUA expande-se no montante da compra do Federal Reserve de dívida do Tesouro.

Será que bens e serviços se expandem na mesma proporção? As importações aumentarão quando empregos estado-unidenses foram deslocalizados e dados a estrangeiros, piorando portanto o défice comercial. Quando o Federal Reserve compra as novas emissões de dívida do Tesouro, a oferta monetária aumentará mais do que a oferta de bens e serviços produzidos internamente. Os preços provavelmente ascenderão.

Quão alto eles ascenderão? Quanto mais dinheiro for criado a fim de que o governo possa pagar as suas contas, mais provavelmente o resultado será a hiper-inflação.

A economia não se recuperou. No fim do ano será óbvio que a economia em colapso significa um défice orçamental para financiar maior do que os US$1,4 milhões de milhões. Será de US$2 milhões de milhões? Será mais alto?

Seja qual for a dimensão, o resto do mundo verá que o dólar está a ser impresso em tais quantidades que não pode servir como divisa de reserva. Naquele ponto o despejo maciço de dólares virá quando bancos centrais estrangeiros tentarem descarregar uma divisa sem valor.

O colapso do dólar empurrará para cima os preços das importações e dos bens deslocalizados dos quais os americanos estão dependentes. Os compradores do Wal-Mart pensarão que entraram por engano no Neiman Marcus. [2]

Os preços internos também explodirão quando uma oferta monetária crescente expulsa a oferta de bens e serviços ainda feita na América por americanos.

O dólar como divisa de reserva não pode sobreviver à conflagração. Quando o dólar se for os EUA não poderão financiar o seu défice comercial. Portanto, as importações cairão drasticamente, acrescentando-se assim à inflação interna e, como os EUA são dependente de energia importada, haverá rupturas nos transportes que provocarão rupturas no trabalho e nas entregas aos armazéns.

O pânico estará na ordem do dia.

Será que as propriedades agrícolas serão atacadas? Será que os aprisionados em cidades recorrerão a tumultos e saqueio?

Será este o provável futuro que o "nosso" governo e as "nossas patrióticas" corporações criaram para nós?

Para tomar uma frase emprestada de Lenine: "O que fazer?"

Eis o que pode ser feito. As guerras, as quais não beneficiam ninguém excepto o complexo militar-segurança e a expansão territorial de Israel, podem ser imediatamente finalizadas. Isto reduziria o défice do orçamento dos EUA em centenas de milhares de milhões de dólares por ano. Mais centenas de milhares de milhões de dólares podiam ser poupados cortando o resto do orçamento militar, o qual na sua actual dimensão excede os orçamentos somados de todas as potências militares sérias sobre a terra.

O gasto militar dos EUA reflecte o insustentável, inatingível e enlouquecido objectivo neoconservador do Império estado-unidense e da hegemonia mundial. Quem louco em Washington pensa que a China vai financiar a hegemonia dos EUA sobre a China?

O único meio de os EUA terem outra vez uma economia é trazerem de volta os empregos deslocalizados. A perda destes empregos empobreceu americanos enquanto produzia ganhos super-avantajados para a Wall Street, accionistas e executivos corporativos. Estes empregos podem ser trazidos para a casa a que pertencem tributando corporações de acordo com o lugar onde é acrescentado valor ao seu produto. Se o valor aos seus bens e serviços fosse acrescentado na China, as corporações teriam uma taxa fiscal elevada. Se o valor aos seus bens e serviços fosse acrescentado nos EUA, as corporações teriam uma taxa fiscal baixa.

Esta mudança na tributação corporativa compensaria o trabalho barato estrangeiro que tem sugado empregos para fora da América e reconstruiria as escadas da mobilidade ascendente que fizeram da América a sociedade da oportunidade.

Se as guerras não forem travadas imediatamente e os empregos trazidos de volta para a América, os EUA estão relegados ao caixote de lixo da história.

Obviamente, as corporações e a Wall Street utilizariam o seu poder financeiro e as contribuições de campanha para bloquear qualquer legislação que reduzisse rendimentos e bónus a curto prazo ao trazer empregos de volta para americanos. Os americanos não têm maiores inimigos do que a Wall Street, as corporações e os seus prostitutos no Congresso e na Casa Branca.

Os neocons aliados com Israel, os quais controlam ambos os partidos e grande parte dos media, viciados no ecstasy [3] do Império.

Os Estados Unidos e o bem-estar dos seus 300 milhões de habitantes não podem ser restaurados a menos que os neocons, a Wall Street, as corporações e os seus escravos servis no Congresso e na Casa Branca possam ser derrotados.

Sem uma revolução, os americanos serão história.


Ver também: O ano da dissolução da América
Mais Informações:
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=20650

17 de agosto de 2010

Discurso de Bernhard Schaub em Teerã

Matéria Retirada do Site: Inacreditável

É uma luta entre a verdade e a mentira

Discursou no segundo dia da Conferência sobre o Holocausto Judeu promovida pelo governo iraniano, o suíço Bernhard Schaub, primeiro Diretor da VRBHV - Verein zur Rehabilitierung der wegen Bestreitens des Holocaust Verfolgten - Associação para reabilitação dos perseguidos por questionar o Holocausto.



Bernhard Schaub


Em seu discurso, Bernhard Schaub deixou claro a todos a importância em promover um debate democrático sobre o questionável genocídio durante a Segunda Guerra.

Itálico

Primeiramente ele abordou a importância do local da Conferência:


"Nós nos recordamos do ano de 1943, quando Teerã foi obrigada a abrigar uma Conferência para Roosevelt, Churchill e Stalin, ou seja, os representantes daqueles poderes que emanavam a repressão da liberdade e soberania dos povos, a saber, o capitalismo anglo-americano e o bolchevismo soviético - ambos sob a inspiração do sionismo internacional."


Logo após ele abordou a situação da Alemanha nos últimos 60 anos.


A intensa propaganda de guerra, a qual está submetida a população alemã, não tem paralelo na história conhecida da humanidade.


"Meus caros presentes, vocês todos sabem: nós nos encontramos em uma intensa discussão política que ao mesmo tempo é uma luta espiritual de dimensões históricas e globais. É uma luta entre a verdade e a mentira.
Em todas as culturas e religiões, a verdade é o maior dos valores. A busca pela verdade tem a maior das prioridades, seja na religião e na ciência, assim como nos tribunais. Quem reprime a busca pela verdade e lança à fogueira aqueles que a procuram, tem algo a esconder, tem uma consciência pesada.
E vocês podem estar certos, meus prezados senhoras e senhores: a democracia ocidental tem uma consciência pesada e tem algo a esconder. Caso ela fosse um verdadeiro "Governo Popular", como ela se auto-rotula, ela não temeria a pesquisa revisionista. A verdade não machuca ninguém, a não ser o mentiroso."


Com um discurso desses, não é de se estranhar que Bernhard Schaub seja intitulado um radical criminoso da direita, ou seja, um "nazista"...


Herr Schaub continua


"E por isso mesmo o fato de que o Ocidente, através da mídia, difame os revisionistas, arruíne-los economicamente e, finalmente, jogue-los na prisão, é um sinal claro de que algo não está correto com as câmaras de gás e com o número de mortos. Caso os defensores da teoria do Holocausto tivessem melhores argumentos ao seu lado, eles iriam se apresentar a uma discussão científica pública e sair dela vitoriosos."


Mas como explicar esse poder da mídia. Por que ela protege tanto algo que não conhece? Estaria a mídia a serviço de terceiros, dos verdadeiros manipuladores do teatro mundial: o grande capital apátrida?


Bernhard Schaub tem sua versão:


"O Porrete Auschwitz (Auschwitzkeule por Martin Walser) serve para amedrontar ou abater aquele que descobre a atuação e o poder das altas finanças judaicas, por exemplo, quando ele pergunta por que Benjamin Schalom Bernanke, o sucessor do judeu Greenspan como chefe do Banco Central Norte-Americano, é novamente um judeu."


Por que não se pode debater livremente sobre este tema? A quem interessa manter o mito do Holocausto? E mais: uma vez desbaratado este possível engodo, o que aconteceria?


"O sistema político ocidental entra literalmente em pânico ante a possibilidade do Holocausto vir a emergir como uma ficção, e a estrutura de poder euro-americana se defende com dentes e garras contra o debate público.

Por quê?

Quem descobre uma mentira logo pergunta pelo mentiroso e pela motivação e intenção. Se as câmaras de gás, e com isso os milhões de assassinatos através das câmaras, venham um dia a se revelar como mentira, então teremos indiscutivelmente a pergunta: Que mente arquitetou tal abominável e bestial mentira? E qual grupo de monstros se assegurou do poder em derrotar uma grande cultura - os alemães e seu império - não somente militarmente, mas também prendê-los moralmente por toda a eternidade?"


Finalizando, um apelo à consciência das pessoas de bem:


"Como grande passo podemos constatar que há pouco o Ministro da Justiça da Suíça, Dr. Christoph Blocher, anunciou que o ato de negar o genocídio deve ser retirado do Código Penal, e que pouco depois, seu partido, o SVP (Schweizerische Volkspartei), decidiu analisar uma iniciativa popular para abolir totalmente o artigo 261 do Código Penal, a conhecida lei Antiracismo. Estes são sinais animadores - mesmo sendo apenas uma declaração de intenções.

Não esqueçamos nunca: o ser humano, se ele realmente for humano, quer em sua essência saber a verdade. Ele repugna a mentira. E sobre isso podemos construir, mesmo que inicialmente tenhamos péssimas experiências.

Mas naturalmente precisamos de apoio. Nós precisamos de colegas corajosos, nós precisamos de dinheiro, nós precisamos conhecer pessoas influentes, e nós precisamos toda a sorte de proteção direta ou indireta, também do estrangeiro.

Por isso consideramos uma dádiva de Deus, que o sábio e corajoso presidente do Irã e com ele um grande número de políticos e religiosos do Irã, entraram na guerra contra o Mito do Holocausto.

Nós, guerreiros europeus, pela justiça e pela verdade, gostaríamos de fazer um apelo em território islâmico: nós temos o mesmo inimigo! É o destruidor dos povos, o qual com a ajuda do elefante de luta americano submete todo o mundo ao capital judaico e quer eliminar todos os povos, culturas e religiões soberanos, até que reste uma massa amorfa de espíritos inferiores escravizados, que trabalhem para Sião.

Isso não pode acontecer! Nós lutaremos contra o inimigo e suas mentiras e nos livraremos deles - assim seja com a ajuda de Deus!"

Discurso feito em 18/12/2006

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InfoWorld:

Realmente gostei muito desse discurso, espero que gostem dele também, e que continuem divulgando as notícias, videos do Alex Jones, David Icke entre outros para que o plano da elite não de certo, e eu acredito sim que nós vamos vencer está guerra!

Vamos lutar pela nossa liberdade, temos o poder de fazer isso mas precisamos de toda a humanidade, vamos nos unir contra a elite!

LIBERDADE!

16 de agosto de 2010

Texto: Que vencedor, que nada.

Texto Retirado do Blog: Observar e Absorver



Diante de uma sociedade que me obriga a coexistir com situações de extrema fragilidade e sofrimento, em que se aceita como "naturais" ou "inevitáveis" realidades como a fome, a miséria e a ignorância, se aponta como valores principais a propriedade, o consumo, a ostentação e se impõe a competição como forma de relacionamento vivencial entre as pessoas, só posso colocar minha vida em contraposição às correntes dominantes. Tanto em valores, quanto em comportamento e em objetivos de vida.
É preciso revelar dentro de nós os valores induzidos pelos meios de comunicação de massa, pelo massacre publicitário, pela propaganda ideológica, psicológica, inconsciente, sub-liminar ou não. Pela pressão social daqueles que aderem aos valores artificiais e, na falta de convicção, precisam impor aos demais, compor grupos e discriminar os que não lhes apóiam valores que, por si, não se sustentam. Temos em nós estes condicionamentos, em maior ou menor grau. São valores-causas do desequilíbrio social - a cultura da competição, em que todos são adversários potenciais, e a do consumo, em que o objetivo principal da vida é consumir, possuir, desfrutar, alcançar o máximo da fartura material, entre a ostentação e o desperdício. São enormes e estratégicas mentiras.
Não há competição onde há desigualdade de condições. Há covardia.
A massa dos "derrotados" aumenta, os "vencedores" se empilham em pirâmides de poder e privilégios ascendentes. No topo, o pequeno grupo. Os donos das mega-empresas transnacionais, dos grandes bancos e corporações financeiras, interferindo e controlando as políticas públicas e a mídia para os favorecer e encher, mais ainda, de poder e privilégios, em prejuízo dos direitos básicos da população e das obrigações principais do Estado.
Este é o sentido das minhas ações, do meu trabalho, da minha vida. Não tenho a ingenuidade de esperar ver o mundo conforme eu gostaria. Também não me é possível aderir a esses valores planejados e implantados como "a realidade", que fazem de irmãos, adversários e do objetivo da vida, o consumo excessivo, a posse, o conforto físico. Perdemos o contato direto com as necessidades abstratas, as principais do ser, o sentimento de integração, a sensação de utilidade ao coletivo, o eqüilíbrio emocional, as relações afetivas, a solidariedade, o senso de justiça, o desenvolvimento da consciência.
Existe em mim a necessidade incontrolável de plantar idéias, valores, questões, sentimentos. Denunciar as mentiras em que tantos acreditam, os valores falsos, as necessidades artificiais, a mediocridade da vida e a mesquinharia dos objetivos oferecidos. Apregoar os valores do espírito, solidariedade, integração, consciência. Denunciar o egoísmo da mentalidade competitiva, a crueldade - ou indiferença - das minorias dominantes.
Não espero colher os frutos das árvores que planto. E isso não diminui minha necessidade de seguir plantando, de trabalhar em direção contrária às correntes, aos valores vigentes, nocivos à grande maioria, embora - e por isso mesmo - a submetendo.
A discriminação, a perseguição dos organismos repressivos da administração pública, o desprezo dos convencionais são, por outro lado, elogios a quem não se submete. Eu teria vergonha de aderir aos valores dessa sociedade perversa. De ostentar riqueza como falso símbolo de vitória. Não estou aqui pra competir. Privilégios me constrangem, desperdícios me dão repulsa e entristecem. Superioridade social é uma encenação ridícula, subalternidade humana é uma ilusão triste.
Não compartilho dos valores vigentes. Não tenho como andar com as correntes. Sigo somente minha própria consciência. Minha "pobreza" é minha riqueza, minha "derrota" é minha vitória. Teria vergonha, neste mundo, de ser um "vencedor".

Autor: Eduardo Marinho
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InfoWorld:
Bem resolvi pegar esse texto porque achei interessante e realmente fala da situação que estamos vivendo não só no Brasil como no mundo inteiro.
Espero que vocês gostem do texto....
infoworld2012.blogspot.com

Identifique-se

Créditos do Blog desconecte-se da sombra da ilusão
Via: Wake Up

1. A pessoa não se contenta em viver simplesmente em busca de objetivos efêmeros.

2. Para ela, não basta apenas ter um trabalho estável, uma condição material satisfatória e o lado afetivo preenchido.
3. Para ela o ser humano é muito mais do que isso, é um ser que precisa sentir intensamente cada vez mais sua vida e a vida daqueles que o cercam.
4. Ela não é uma pessoa isolada, preocupa-se muito com a felicidade dos outros.
5. É como se quisesse participar de uma felicidade coletiva, de uma harmonia entre as pessoas.
6. Muitas vezes ela se choca ao perceber a maldade humana e ver o quanto poderíamos ser felizes mas, devido ao egoísmo, à agressividade, a mágoas, a vaidades e orgulhos, não somos.
7. Ela sente que não pertence a este mundo, que não se enquadra nas leis deste mundo. É como se ela lembrasse, mas ao mesmo tempo não conseguisse visualizar, suas recordações de um lugar muito diferente deste.
8. Ela estranha a maneira com que as pessoas vivem aqui.
9. Muitas vezes ela gosta de ficar sozinha, pensando, tentando adaptar-se a este mundo, tentando compreender porque as pessoas vivem dessa maneira, e passam algum tempo assim.
Livro recomendado para leitura: Mensageiros do Amanhecer

Música: Gamma Ray - No World Order

Créditos pelo Vídeo: Canal TormentedStatue
Via: Wake Up



Tradução da letra

Illuminati
Vocês vieram para tomar o controle
Vocês podem fazer o meu coração parar
Mas vocês nunca poderão destruir minha alma!
Todos nós seremos livres!

Illuminati
Vocês nunca tomarão o controle!
Sua nova ordem mundial
Não irá liderar ninguém!
Nós estamos unidos à sua frente
O paraíso é para todos!
Serem livres da escuridão!

15 de agosto de 2010

Vacina que engole cérebro Injeção de nanotecnologia Lobotomia

Video Retirado do Canal: luish06




InfoWorld:
Tudo o que ele disse nesse vídeo é verdade, porque eu tenho percebido isso, algumas pessoas que eu conheço e que tomaram a vacina seja do H1N1 ou outra qualquer, as atitudes delas não são as mesmas, parece que estão mais idiotas, retardadas, não estão sendo as pessoas legais que eu conhecia, e pode ter certeza se você conhece alguém que tomou essa vacina, ou outra qualquer e está mudando de atitude, estão mais retardadas e etc..., é por causa da vacina! eu acredito nisso sim!
Por favor repassem esse video para o máximo de pessoas que vocês conhecem!
Obrigado!
infoworld2012.blogspot.com

13 de agosto de 2010

"O nosso século é facista"

Artigo Retirado do Site: Resistir.info

O título, entre aspas, é aquele que o historiador Manuel Loff escolheu para capa da edição do seu monumental e conclusivo trabalho de investigação sobre o eurofascismo, em geral, e, em especial, sobre os fascismos ibéricos, salazarismo e franquismo. A frase traduz a assumida convicção político/ideológica dos dois ditadores peninsulares, Salazar e Franco, veemente afirmada/saudada no período áureo das vitórias militares do nazifascismo germânico; a "época fascista" como o autor designa os anos de 1936 até ao fim da II Guerra Mundial, em 1945. Na realidade, o intervalo de tempo coberto pela investigação de M. Loff estende-se, principalmente a jusante, quase até aos dias da publicação das mais de 900 páginas da obra, em Abril 2008; após 13 anos de exaustivas pesquisas por arquivos e academias europeias. De igual modo, o espaço geográfico extravasa a Península Ibérica e vai cobrir experiências de regimes fascistas/colaboracionistas na França, Hungria, Noruega, Croácia, etc.

Noutra perspectiva, pode dizer-se que o autor revela, logo com o título escolhido, o escopo fundamental do seu trabalho; ou seja, demonstrar que Franco e Salazar foram confessos e fervorosos fascistas desde a primeira hora; ambos saudaram a Nova Ordem nazi-fascista como o advento de um futuro radioso, de um novo mundo, governado por regimes autoritários/totalitários; no qual eles teriam a glória de inscrever o franquismo e o salazarismo como regimes fundadores da nova era.

Para demonstrar a sua tese (postulado axiomático, hipótese de trabalho, como se queira), M. Loff reuniu um enorme acervo documental, asserções dos próprios ditadores e respectivos núcleos de acólitos fanáticos, menções (des)honrosas de fuheres e intelectuais da extrema-totalitária europeia, etc.. Provas irrefutáveis. QED – quod erat demonstrandum.

Posto isto, pareceria que uma obra desta importância – académica e cientificamente irrecusável – estivesse destinada a ser uma referência obrigatória para estudiosos e outros apaixonados pela época e pelo tema. A edição é de Abril 2008, recorde-se; dois anos são passados; estamos a meio das solenes comemorações da centenária República. E, no entanto, exceptuando os círculos de estudo e investigação histórica não-alinhados com o "politicamente correcto", pode dizer-se ser quase nula a atenção mediática relativa ao ensaio/tese de M. Loff. Em flagrante contraste com o alvoroço que saúda a menor produção historiorista desde que exiba chancela liberal/reaça. Veja-se o entusiasmo da "independente" comunicação social em relação à medíocre/facciosa História Contemporânea , da autoria de Rui Ramos (ver Alentejo Popular, números 331 e 332).

São centenas/milhares os "especialistas" do fascismo português. Particularmente, "daquele que nunca existiu". Ora é esse numeroso bando de contrafactores da história contemporânea quem dispõe, em virtual exclusivo, dos palcos mediáticos e abusa da nossa paciência nas colunas da imprensa. Enfim, isso diz o suficiente sobre uma sociedade civil, onde a corrupção intelectual é a causa/produto do sucesso.

Manuel Loff não tem dúvidas quanto aos anti-corpos que a tese mestra do seu trabalho iria provocar. No capítulo final da sua obra, "Várias Conclusões e Um Epílogo", diz ele: "Existe uma coerência global no conceito e no projecto na Nova Ordem nazi-fascista. Essa coerência tem um valor de análise muito importante nas experiências históricas do Salazarismo e do Franquismo. Tornou-se (por isso) necessariamente incómoda e intolerável no mundo pós-1945 (...) os próprios dignitários das duas ditaduras ibéricas passaram, desde então, a negar e a renegar a evidência ofuscante das afinidades político/ideológicas dos respectivos Estados Novo/Nuevo, com os criminosos regimes da Alemanha nazi e da Itália fascista. Essas desesperadas e patéticas tentativas em limpar e rescrever um passado próximo indigno continuaram nas décadas seguintes". Sublinha o autor: "(...) levantadas por investigadores, mas também por dirigentes políticos, opinadores mediáticos e cidadãos comuns, sobretudo nos últimos trinta anos".

Eis aqui onde dói, o ponto nevrálgico, a chave para a decifração da causa/causadora que condenou ao ostracismo o trabalho de investigação de M. Loff: a ter concluído e demonstrado, que na contrafacção e branqueamento do passado histórico fascista, está também implicada a democracia vigente.

Sabe-se, sabemos todos, que não é apenas o historiador Manuel Loff quem está votado ao ostracismo neste regime hipócrita que venho, há muito, apelidando de filofascista. Além disso – que é tudo – trata-se de um investigador probo, um analista honesto, não enfeudado ao poder e à ideologia dominante. Ora isso é considerado intolerável, pelo "tolerante regime bífido" que governa o país vai para demasiado tempo.

A classe política burguesa que se apoderou da II República Democrática não tolera (sabe-se cá muito bem porquê) que a investigação levada a cabo pelo autor estabeleça de forma insofismável a existência de uma irmandade ideológica amarrando ao mesmo pelourinho da história, nazis, fascistas, franquistas e salazaristas... confessos partícipes numa Nova Ordem, que se auto-descreviam como revolucionários, condenando violentamente a América plutocrática, etc. Foram "autênticos camaleões políticos, recorrendo ao mais despudorado pragmatismo, cujo objectivo único era a sua sobrevivência" (pág. 904). Os democratas acidentais da 25.ª hora de Abril, mais os da 1.ª hora de contra-revolução novembrista, não perdoam ao autor, esse e outros comentários de lesa-salazarismo.

O camaleão/campeão, Salazar de seu nome, em 1945, logo depois de consumada a derrota nazi, passou a definir o Estado Novo como a "verdadeira democracia"! É preciso muita lata e falta de vergonha! Esse era o mesmo homem que durante quinze anos, reiteradamente, declarava morta a democracia! Mas então não querem lá ver que é desses mesmos camaleões oportunistas/pragmáticos que é feita a elite política que por aí se governa, desgovernando-nos? E que o chefe em exercício almeja igualar o "saudoso" no oportunismo da sobrevivência no mando político?

A obra que estamos compulsando oferece campo vasto e fértil para cotejar situações e atitudes actuais (II República Democrática) com o período da "República Corporativa e Anti-Democrática", conforme recente definição do fascismo salazarento, em publicação comemorativa do Centenário.

Está hoje consolidado o aforismo de que "toda a história é história contemporânea". Na mesma linha de pensamento, poder-se-ia acrescentar que "toda a história é história comparada". O tratado de M. Loff cumpre essas duas consignas; deliberadamente, ou por ter ido acontecendo, tanto importa. O facto é que são inúmeras as pistas comparativas que surgem ao longo do texto; umas apenas curiosas, outras merecendo atenção mais cuidada. Observemos algumas, de passagem, a título de exemplo.

2.1 – O "novo" (cap. 2, alínea 1, pág.115):

A obsessão nazi/fascista pelo "novo" permite interessantes considerações, reminiscências e paralelismos. Era a Nova Ordem, o Estado Novo, a Nação Nova, a Nova Era, o Homem Novo, o Novo Mundo, etc.; a transformação redentora, a batalha ente o velho e o novo, etc., etc.. Todo o discurso/propaganda nazi/fascista – Hitler, Mussolini, Franco, Salazar – repete até à exaustão a miragem de um mundo novo, a mudança totalitária irreversível, o fim das democracias; enfim, o da História.

Mas então, não é que esta rapaziada demo-modernaça do séc. XXI também tem a boca cheia do novo! (Na cabeça só têm uma grande ignorância e no coração uma imensa ganância). Ele foi – ainda estarão nessa? – o neo-liberalismo, os neos (velhos) conservadores, a nova liberdade global, a nova ordem mundial (Outra? Ou sempre a mesma?). Sócrates torna-se um cromo, uma imitação de fancaria da eterna mudança (incluindo a marcha atrás), com a sua obsessão nas novas tecnologias, novas oportunidades (Novas roubalheiras?), na inovação como panaceia para os défices da competência e da inteligência. Mas antes dele, já houve Cavaco e Soares, qual deles o mais re-novador da velha receita do antigamente: o povo dos brandos costumes que pague a crise e aperte o cinto, pois a isso já vem acostumado desde a Nova Era do Manholas de Santa Comba.

A semântica era para os gregos a "arte da significação". Para nazis, euro-fascistas, filofascistas, neo-democratas, neo-socialistas, novíssimos conservadores, economistas da Wall Street e da Opus Dei, etc., a semântica converteu-se no "malabarismo do significado". A cambalhota semântica de Salazar em 1945, transfigurou o Estado Novo em "verdadeira democracia"; já antes, a ditadura fora mascarada de "revolução nacional". Mas "atão" não é que o Soares re-inventou a "verdadeira democracia" depois da conspirata com o imperialismo mais a ralé fascio/pidesca? E não é que chamou "verdadeira revolução" à contra-revolução de Novembro, em que foi peão de brega do Carlucci!? Eles aí estão na II República, os malabaristas da semântica, sementes da mesma raça do neo-velho séc. XX dos regimes autoritários/conservadores (definição do regime salazarista, por J. Sampaio em 2004).

3.1 – Revisão historicista da História (pág. 205):

Em ambos os regimes ibéricos reinava o acordo quanto à manipulação do passado histórico como instrumento político. O autor demora-se em evidenciar a assumida postura revisionista da história passada e a manipulação do presente vivido, através de documentos oficiais, correspondência, de declarações dos próprios chefes das nações fascistas triunfantes na década de 30.

Em Portugal, Salazar e o salazarismo assumiam a função doutrinadora da história. Por decreto! (n.º 21103 de 15.4.32), onde se estipulava "competir ao Estado fixar as normas a que deve obedecer o ensino da História" (...) "a finalidade não é ensinar todas as verdades, mas apenas as que servem a Pátria". Os cronistas do regime excediam-se na bajulação: "a contra-ofensiva revisionista prossegue até à vitória final" (J. Ameal, 1941.) O historiador oficial, António Mattoso, impunha a sua mal-afamada História de Portugal, que fez lei nos liceus e faculdades até vésperas do 25 d'Abril. No "Diário de Notícias" pontificava Augusto de Castro, vendendo o génio do Manholas em pagelas beatificadas.

"Atão" não é que me vem à lembrança a homenagem prestada (nos anos 90, da era cavaquista), a essa glória do jornalismo nacional/fascista, pelo neo-director Bettencout Resendes? O homem foi buscar o busto do salazarista ao lixo (para lá atirado pela revolução) e foi, solenemente, re-entronizá-lo no átrio do jornal. Lá está, novo monumento ao revisionismo historicista, homenagem do jornalismo da Nova Democracia.

Ainda lembro o neo-historiador José Mattoso, muito acarinhado pelos media neo-democratas. É filho do acima citado António. Tal como o pai escreveu uma História de Portugal (em 7 volumes!); tal como o pai comunga na tese historicista: "sobre os factos (...) pode ser que seja melhor esquecê-los que lembrá-los".

As pistas de reflexão que M. Loff abre, projectam nos dias de hoje a sombra cinzenta da evolução na continuidade. A revisão de História continua a ser assunto do Estado? Ou, pior ainda, fica sob controlo do partido no poder, como parece ser agora o caso do ensino oficial da História Contemporânea Portuguesa?

5.5 – Guerra de Espanha, "derrota das democracias" (pág. 417):

Ambos os ditadores ibéricos rejubilaram com "a derrota das democracias", proclamando essa interpretação para a vitória das hostes fascistas, em solo espanhol. "(...) as democracias tinham sofrido uma tripla e formidável derrota estratégica, política e moral" (Franco, 1940). Salazar descrever-se-ia (discurso na Assembleia Nacional, 22.5.39), como vencedor: "Dispendemos esforços, perdemos vidas, corremos riscos, partilhámos sofrimentos... Vencemos, eis tudo".

Ora eu – autor pouco lido – escrevi sobre a Guerra de Espanha em 1987 (2.ª edição, em 2006). Aí tomei partido pelo campo republicano e glorifiquei os portugueses que nas suas fileiras combateram e se sacrificaram pela honra de todos nós. Jamais qualquer deles foi alguma vez lembrado nesta novíssima democracia reaça/burguesa. Em contrapartida (lógica), para fascistas do antigamente e do presentemente, não têm faltado as homenagens e munificências dos sucessivos governos constitucionais. Recordando/comparando: Numa enxurrada de 54 pensões vitalícias concedidas a "cidadãos por serviços excepcionais e relevantes prestados ao País" ("Diário da República", n.º 239/87 e n.º 10/88, governo Cavaco), entre militares heróis da guerra colonial, da repressão fascista, etc., noto o nome de um oficial que sabia já falecido (para pensão vitalícia não estava mal!). Informei-me. A pensão era concedida à viúva do coronel M. Santos, por 50 anos antes (em 1937/8) ter participado em Espanha, integrado no exército de Franco, na vitória do fascismo sobre as democracias. A modernaça democracia portuguesa mostra a sua raça. Como queda demonstrado!

Capítulo 8: Perante a Colaboração e a Resistência:

São 195 páginas (da 705 à 898) procurando identificar a posição dos fascismos europeus nos anos 40, perante o colaboracionismo com o ocupante nazi e a resistência armada antifascista que o combatia. O autor dedica especial atenção à "posição colaborante" das duas ditaduras fascistas ibéricas; mas inclui no seu estudo os muitos países europeus invadidos e ocupados em 1940/42 pelos exércitos do Eixo nazi-fascista.

Resultou numa massa impressionante de documentação analisada, de dados e informações inéditas suficientes para diversas publicações autónomas. Todavia, o objectivo do autor é mais directo: fundamentalmente, pretende amarrar governos e facções fascistas, respectivos chefes e mentores, a uma ideologia nefasta e criminosa, responsável pela maior tragédia humana do séc. XX. Em simultâneo, tentar exorcizar o seu legado/memória que permanece entranhado na mentalidade de alguns sectores dominantes das sociedades contemporâneas. Como é o caso da classe burguesa na nossa centenária República. Tenho-o dito e repetido, antes e depois de Abril 1974.

O Portugal salazarista foi aliado fiel, retaguarda segura do levantamento fascista em Espanha. Salazar rejubilava com a derrota das democracias em solo ibérico, auto proclamava-se vencedor! A diplomacia salazarenta esteve sempre alinhada pela Nova Ordem nazi; foi das primeiras a reconhecer as anexações alemãs e os governos fantoches colaboracionistas. O mútuo embevecimento entre Lisboa/Salazar e a França Nova/Pétain ainda hoje mete nojo, ao reler as páginas documentadas de M. Loff sobre essas relações de comunhão ideológica. O embaixador português em Vichy (Caeiro da Matta, íntimo de Salazar) insultava pela rádio os resistentes da França Livre, apelidado-os de terroristas cobardes. Para o governo salazarista, o desembarque na Normandia foi designado de "invasão", até as forças aliadas estarem prestes a entrar em Paris. Depois da capitulação do nazi/fascismo, em 1945, a Península Ibérica tornou-se o porto de abrigo de milhares de criminosos de guerra, desprezíveis despojos humanos, acarinhados e protegidos durante dilatados anos por Salazar e Franco e suas pandilhas de fascistas. Consoante conclui o autor (pág.780): "Nada de essencial opunha o Salazarismo, no campo da ideologia e da visão da guerra, à ideia da colaboração (...) O ditador estava convencido de ser possível encontrar colaboradores na elite portuguesa". (Mais que certo, comento eu).

A primeira realização da Nova Ordem europeia imposta pelo Eixo, foi a Croácia nazi (ustacha), proclamada independente em Zagreb, em 16 de Abril 1941. Foi decerto, a este modelo de protectorado colaboracionista que Salazar estava disposto a acomodar-se, pois acreditava estar assistindo ao primeiro passo da instauração da Nova Ordem Mundial nazi/fascista. Com efeito, sucessivos regimes de idêntico formato iam surgindo pela Europa fora ao ritmo do avanço das botas conquistadoras da Wehrmacht, perante o entusiasmo dos ditadores ibéricos e respectivas elites católico/conservadoras. Além da Nova França de Pétain, a Noruega de Quisling, Dinamarca, Bélgica e Holanda, Hungria, Checo-Eslováquia, Roménia, Bulgária, Grécia, vários retalhos nuns Balkans desmembrados, até uma efémera Ucrânia colaboracionista/nazi! A mundovisão do Manholas Salazar e do compadre Paco Franco parecia estar nascendo para a eternidade.

Manuel Loff fornece na sua monumental investigação, informação aterradora sobre o que foram as experiências da Nova Ordem Mundial, nos Estados Novos nazi/fascistas. E contudo, numa perspectiva hodierna, aquilo que de mais aterrador se pode constatar e concluir é que a Nova Ordem Global Demo-Capitalista – que, efectivamente, impera e domina em todo o mundo – apresenta inúmeros laços de hereditariedade ideológica e comportamental com esse (por suposto) tempo de trevas... Mas, para cujo branqueamento trabalham afanosamente governos ditos democráticos, respectivos meios de comunicação, mais as ditas sociedades civis. Eles cá pelo sítio, até conseguiram eleger Salazar, em concurso televisivo, "como o maior português da todos os tempos"! Os filofascistas lusitanos mostram a sua raça!

A tese desculpabilizante da "inevitabilidade do fascismo" terá algo que ver com o bombardeamento de Belgrado em 1999 pela NATO, com o ressurgimento dos ustachis na Croácia, após o neo-desmembramento da Yougoslávia, com outros movimentos neo-fascistas por toda a Europa, pelo palhaço Berlousconi na Itália, o palhaço Alberto João na Madeira, pelo paranóico Sócrates e sua pandilha de boys em Portugal? Sim, tem tudo a ver. Setenta anos depois é a mesma gente, fervendo em ódio ao povo trabalhador, com ganância e desonestidade ilimitadas. A história repete-se, sempre se repetiu. É "o eterno retorno", na expressão desesperançada de F. Nietzsche.


Deve ler-se (e reler) o último capítulo de O Nosso Século é Fascista . São só 30 páginas, onde Manuel Loff deixa transparecer um aviso inquietante às gerações próximo/futuras do chamado mundo livre sob tutela americana: a Nova Ordem Global Demo-Capitalista, cada dia que passa, cada ano que finda, mais se assemelha à (velha) Nova Ordem Nazi-Fascista, do século XX

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InfoWorld:

Bem, eu não li o livro, mas deve ser muito bom, pelo que o artigo diz :)

É mais acho que discordo que a cada dia que passa vem sendo a Nova Ordem Nazi-Facista, pelo que eu estou vendo as pessoas estão acordando, a atitude delas vem mudando, claro que algumas pessoas ainda são muito alienada [...] Mas não vamo desistir, vamo continuar lutando, para vencermos os porcos da elite!

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