30 de maio de 2010

Ministério da Saúde utiliza 12 mercenários virtuais para negar os perigos da vacina na internet

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Já havíamos mencionado neste blog quanto aos mercenários virtuais que o Ministério da Saúde estaria empregando para refutar de forma mentirosa as informações reais sobre a gripe Já havíamos mencionado neste blog quanto aos mercenários virtuais que o Ministério da Saúde estaria empregando para refutar de forma mentirosa as informações reais sobre a gripe suína que a população está finalmente tendo conhecimento.

Com uma dúzia de respostas padrão em mãos, estes funcionários entram em toda e qualquer comunidade do orkut, blogs e twitters, onde dúvidas a respeito da segurança da vacina estejam sendo discutidas, e colam suas respostas pré-preparadas sem jamais levar em conta as centenas de evidências que mostram que a gripe H1N1 não é o bicho de sete cabeças que tentam dizem ser, que a vacina é desnecessária e até mesmo perigosa.

Em um artigo da agência "O Estado", é dado mais informações sobre este grupo de funcionários e suas ações. O artigo fala sobre como o Ministério da Saúde montou uma "operação de guerrilha" para "reagir aos e-mails com boatos sobre a vacinação contra a gripe suína e esclarecer a população". Dizem ainda que "entre 8 de março e 26 de maio, foram 41.361 intervenções". De acordo com este artigo, a equipe é composta por 12 pessoas.

Apesar de não sermos pagos para isto, como estes mercenários, temos que continuar nosso trabalho de esclarecer com a verdade, com fatos reais, que vão contra as informações providas pelo ministério da saúde.

Vimos dias atrás, que o próprio ministério da saúde pisou na bola e entrou em contradição, ao emitir a nota relativa à vacina H1N1 e o teste de HIV, reconhecendo que a vacina H1N1 é feita com um processo diferente do das vacinas de gripe comum, e que por isto não se conhece todos os efeitos adversos. Como então podem afirmar categoricamente que a vacina é segura? Como podem afirmar que as dezenas, ou até centenas de mortes, abortos e casos graves de reação não foram provocados pela vacina? Antes haviam dito inúmeras vezes que a vacina utilizava o mesmo processo das vacinas de gripe comum, e que por isto não necessitaria tanto tempo para testes.

Esta é uma guerra de informação, a mentira e enganação contra a verdade e fatos reais. De pessoas corrompidas contra cidadãos de bem. Pesquise bem e não demorará muito para você descobrir de qual lado está a verdade.

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MSN Notícias: Gripe suína: governo usa internet para esclarecimentos
O Ministério da Saúde montou uma 'operação de guerrilha' para reagir aos e-mails com boatos sobre a vacinação contra a gripe suína e esclarecer a população. Além de responder cada mensagem eletrônica a respeito do suposto perigo da vacina, o ministério criou perfis em redes sociais como Twitter, Facebook, Orkut e Formspring.me (site de perguntas e respostas) como forma de ampliar a comunicação.

Resultado: entre 8 de março e 26 de maio, foram 41.361 intervenções. E a equipe responsável pelo serviço passou a ser convidada para dar palestras em outros órgãos públicos, como Ministério Público Federal, sobre como ampliar a participação na rede mundial de computadores.

O trabalho na internet começou em 2007, durante uma campanha de doação de órgãos, quando comunidades sobre o tema foram contatadas e repassaram as informações do ministério. E foi intensificado com a vacinação contra rubéola - o boato da época era que a imunização seria uma campanha de esterilização em massa.

A participação na rede ganhou força com o início da vacinação contra a gripe suína. "Em março, recebi até 40 e-mails por dia de pessoas perguntando se as informações daquele e-mail eram verdade", diz Marcier Trombiere, chefe da assessoria de Comunicação Social do ministério. A estratégia foi responder cada mensagem, replicando para todos os destinatários do e-mail e pedindo que a informação "correta e científica" do ministério fosse retransmitida. "O ministério foi impelido a trabalhar de forma ostensiva na internet", afirma. Hoje, o ministério tem uma equipe de 12 pessoas para monitorar a internet. O tempo médio de resposta é de 15 a 30 minutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


28 de maio de 2010

Espiral no céu do Canadá

Pessoas viram, fotografaram e até filmaram um evento extraordinário: uma espiral criada por um OVNI. O vídeo parece bom demais para ser verdade. O autor do vídeo garante, no entanto que foi filmado por uma das suas quatro câmeras instaladas em sua casa para filmar meteoros, o outro de dentro de um avião, no entanto o “theweatherspace.com” garante que recebeu fotografias de três fotógrafos diferentes e vídeos.
Mesmo assim, a grande possibilidade de ser uma montagem.

Kevin Martin, um morador da Califórnia do Sul, disse a TheWeatherSpace.com que ele era o fraudador. Ele até deu um exemplo de vídeo sobre como ele poderia fazê-lo. Alguns dizem que não é possível. Martin não estava muito certo sobre algumas perguntas que nós fizemos.

Martin tem negado a sua declaração.

"Eu vim até a mídia para acabar com isso, mas eu menti ao dizer que eu realmente criei a farsa", disse ele. "Algo aconteceu naquela noite. Se o vídeo é fake ou não as fotos pareçam convincentes. Ter o seu nome lá fora, é divertido às vezes, mas não é mais."

Martin está retraído, dizendo que ele foi coagido a ficar quieto por um visitante desconhecido na sua residência, na terça-feira à tarde e que ele não queria mais ser incluída no avistamento de OVNI sobre o oeste do Canadá.

Steven Murray contatado TheWeatherSpace após Martin ter vindo a publico.

"Alguém veio até mim no domingo e me disse para ficar quieto sobre o assunto. Eu não posso responder muito sobre o que eu vi, mas algo mais aconteceu no Canadá, isso não pode ser negado."

Murray pediu para não ser contatado por TheWeatherSpace.com sobre o assunto, a fim de protegê-lo e a sua família.

O que seja que ocorreu no Oeste do Canadá, na noite de 21 maio de 2010, nunca poderá ser resolvido, porém a verdade está lá fora.

Homem passa 18 meses vivendo sem dinheiro

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração


Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável.
Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental.
Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.
Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar.
"Foi o ano mais feliz da minha vida", disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, "e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro".
"Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto."
A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido "fantástico".

Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.
Ele também construiu um banheiro séptico - uma fossa - do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.
Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar - um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.
Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It ("Só por amor", em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples "bondade".
Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores.
Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que "a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje".
"Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela."
Sua mensagem, diz ele, é: "consuma um pouco menos".
"Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério."
"Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria."

27 de maio de 2010

O Império do Consumo

Matéria Retirada do Blog: A Conspiração

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O sistema fala em nome de todos, dirige a todos as suas ordens imperiosas de consumo, difunde entre todos a febre compradora; mas sem remédio: para quase todos esta aventura começa e termina no écran do televisor. A maioria, que se endivida para ter coisas, termina por ter nada mais que dívidas para pagar dívidas as quais geram novas dívidas, e acaba a consumir fantasias que por vezes materializa delinquindo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efémera, que se esgota como se esgotam, pouco depois de nascer, as imagens disparadas pela metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem tréguas, no mercado. Mas para que outro mundo vamos mudar-nos?

A explosão do consumo no mundo actual faz mais ruído do que todas as guerras e provoca mais alvoroço do que todos os carnavais. Como diz um velho provérbio turco: quem bebe por conta, emborracha-se o dobro. O carrossel aturde e confunde o olhar; esta grande bebedeira universal parece não ter limites no tempo nem no espaço. Mas a cultura de consumo soa muito, tal como o tambor, porque está vazia. E na hora da verdade, quando o estrépito cessa e acaba a festa, o borracho acorda, só, acompanhado pela sua sombra e pelos pratos partidos que deve pagar. A expansão da procura choca com as fronteiras que lhe impõe o mesmo sistema que a gera. O sistema necessita de mercados cada vez mais abertos e mais amplos, como os pulmões necessitam o ar, e ao mesmo tempo necessitam que andem pelo chão, como acontece, os preços das matérias-primas e da força humana de trabalho.

O direito ao desperdício, privilégio de poucos, diz ser a liberdade de todos. Diz-me quanto consomes e te direi quanto vales. Esta civilização não deixa dormir as flores, nem as galinhas, nem as pessoas. Nas estufas, as flores são submetidas a luz contínua, para que cresçam mais depressa. Nas fábricas de ovos, as galinhas também estão proibidas de ter a noite. E as pessoas estão condenadas à insónia, pela ansiedade de comprar e pela angústia de pagar. Este modo de vida não é muito bom para as pessoas, mas é muito bom para a indústria farmacêutica. Os EUA consomem a metade dos sedativos, ansiolíticos e demais drogas químicas que se vendem legalmente no mundo, e mais da metade das drogas proibidas que se vendem ilegalmente, o que não é pouca coisa se se considerar que os EUA têm apenas cinco por cento da população mundial.

"Gente infeliz os que vivem a comparar-se", lamenta uma mulher no bairro do Buceo, em Montevideo. A dor de já não ser, que outrora cantou o tango, abriu passagem à vergonha de não ter. Um homem pobre é um pobre homem. "Quando não tens nada, pensas que não vales nada", diz um rapaz no bairro Villa Fiorito, de Buenos Aires. E outro comprova, na cidade dominicana de San Francisco de Macorís: "Meus irmãos trabalham para as marcas. Vivem comprando etiquetas e vivem suando em bicas para pagar as prestações".

Invisível violência do mercado: a diversidade é inimiga da rentabilidade e a uniformidade manda. A produção em série, em escala gigantesca, impõe em todo lado as suas pautas obrigatórias de consumo. Esta ditadura da uniformização obrigatória é mais devastadora que qualquer ditadura do partido único: impõe, no mundo inteiro, um modo de vida que reproduz os seres humanos como fotocópias do consumidor exemplar.

O consumidor exemplar é o homem quieto. Esta civilização, que confunde a quantidade com a qualidade, confunde a gordura com a boa alimentação. Segundo a revista científica The Lancet, na última década a "obesidade severa" aumentou quase 30% entre a população jovem dos países mais desenvolvidos. Entre as crianças norte-americanas, a obesidade aumentou uns 40% nos últimos 16 anos, segundo a investigação recente do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Colorado. O país que inventou as comidas e bebidas light, os diet food e os alimentos fat free tem a maior quantidade de gordos do mundo. O consumidor exemplar só sai do automóvel par trabalhar e para ver televisão. Sentado perante o pequeno écran, passa quatro horas diárias a devorar comida de plástico.

Triunfa o lixo disfarçado de comida: esta indústria está a conquistar os paladares do mundo e a deixar em farrapos as tradições da cozinha local. Os costumes do bom comer, que vêem de longe, têm, em alguns países, milhares de anos de refinamento e diversidade, são um património colectivo que de algum modo está nos fogões de todos e não só na mesa dos ricos. Essas tradições, esses sinais de identidade cultural, essas festas da vida, estão a ser espezinhadas, de modo fulminante, pela imposição do saber químico e único: a globalização do hamburguer, a ditadura do fast food. A plastificação da comida à escala mundial, obra da McDonald's, Burger King e outras fábricas, viola com êxito o direito à autodeterminação da cozinha: direito sagrado, porque na boca a alma tem uma das suas portas.

O campeonato mundial de futebol de 98 confirmou-nos, entre outras coisas, que o cartão MasterCard tonifica os músculos, que a Coca-Cola brinda eterna juventude e o menu do MacDonald's não pode faltar na barriga de um bom atleta. O imenso exército de McDonald's dispara hamburguers às bocas das crianças e dos adultos no planeta inteiro. O arco duplo desse M serviu de estandarte durante a recente conquista dos países do Leste da Europa. As filas diante do McDonald's de Moscovo, inaugurado em 1990 com fanfarras, simbolizaram a vitória do ocidente com tanta eloquência quanto o desmoronamento do Muro de Berlim.

Um sinal dos tempos: esta empresa, que encarna as virtudes do mundo livre, nega aos seus empregados a liberdade de filiar-se a qualquer sindicato. A McDonald's viola, assim, um direito legalmente consagrado nos muitos países onde opera. Em 1997, alguns trabalhadores, membros disso que a empresa chama a Macfamília, tentaram sindicalizar-se num restaurante de Montreal, no Canadá: o restaurante fechou. Mas no 98, outros empregados da McDonald's, numa pequena cidade próxima a Vancouver, alcançaram essa conquista, digna do Livro Guinness.

As massas consumidoras recebem ordens num idioma universal: a publicidade conseguiu o que o esperanto quis e não pôde. Qualquer um entende, em qualquer lugar, as mensagens que o televisor transmite. No último quarto de século, os gastos em publicidade duplicaram no mundo. Graças a ela, as crianças pobres tomam cada vez mis Coca-Cola e cada vez menos leite, e o tempo de lazer vai-se tornando tempo de consumo obrigatório. Tempo livre, tempo prisioneiro: as casas muito pobres não têm cama, mas têm televisor e o televisor tem a palavra. Comprados a prazo, esse animalejo prova a vocação democrática do progresso: não escuta ninguém, mas fala para todos. Pobres e ricos conhecem, assim, as virtudes dos automóveis último modelo, e pobres e ricos inteiram-se das vantajosas taxas de juro que este ou aquele banco oferece. Os peritos sabem converter as mercadorias em conjuntos mágicos contra a solidão. As coisas têm atributos humanos: acariciam, acompanham, compreendem, ajudam, o perfume te beija e o automóvel é o amigo que nunca falha. A cultura do consumo fez da solidão o mais lucrativo dos mercados. As angústias enchem-se atulhando-se de coisas, ou sonhando fazê-lo. E as coisas não só podem abraçar: elas também podem ser símbolos de ascensão social, salvo-condutos para atravessar as alfândegas da sociedade de classes, chaves que abrem as portas proibidas. Quanto mais exclusivas, melhor: as coisas te escolhem e te salvam do anonimato multitudinário. A publicidade não informa acerca do produto que vende, ou raras vezes o faz. Isso é o que menos importa. A sua função primordial consiste em compensar frustrações e alimentar fantasias: Em quem o senhor quer converter-se comprando esta loção de fazer a barba? O criminólogo Anthony Platt observou que os delitos da rua não são apenas fruto da pobreza extrema. Também são fruto da ética individualista. A obsessão social do êxito, diz Platt, incide decisivamente sobre a apropriação ilegal das coisas. Sempre ouvi dizer que o dinheiro não produz a felicidade, mas qualquer espectador pobre de TV tem motivos de sobra para acreditar que o dinheiro produz algo tão parecido que a diferença é assunto para especialistas.

Segundo o historiador Eric Hobsbawm, o século XX pôs fim a sete mil anos de vida humana centrada na agricultura desde que apareceram as primeiras culturas, em fins do paleolítico. A população mundial urbaniza-se, os camponeses fazem-se cidadãos. Na América Latina temos campos sem ninguém e enormes formigueiros urbanos: as maiores cidades do mundo e as mais injustas. Expulsos pela agricultura moderna de exportação, e pela erosão das suas terras, os camponeses invadem os subúrbios. Eles acreditam que Deus está em toda parte, mas por experiência sabem que atende nas grandes urbes. As cidades prometem trabalho, prosperidade, um futuro para os filhos. Nos campos, os que esperam vêem passar a vida e morrem a bocejar; nas cidades, a vida ocorre, e chama. Apinhados em tugúrios, a primeira coisa que descobrem os recém chegados é que o trabalho falta e os braços sobram. Enquanto nascia o século XIV, frei Giordano da Rivalto pronunciou em Florença um elogio das cidades. Disse que as cidades cresciam "porque as pessoas têm o gosto de juntar-se". Juntar-se, encontrar-se. Agora, quem se encontra com quem? Encontra-se a esperança com a realidade? O desejo encontra-se com o mundo? E as pessoas encontram-se com as pessoas? Se as relações humanas foram reduzidas a relações entre coisas, quanta gente se encontra com as coisas? O mundo inteiro tende a converter-se num grande écran de televisão, onde as coisas se olham mas não se tocam. As mercadorias em oferta invadem e privatizam os espaços públicos. As estações de auto-carros e de comboios, que até há pouco eram espaços de encontro entre pessoas, estão agora a converter-se em espaços de exibição comercial.

O shopping center, ou shopping mall, vitrina de todas as vitrinas, impõe a sua presença avassaladora. As multidões acorrem, em peregrinação, a este templo maior das missas do consumo. A maioria dos devotos contempla, em êxtase, as coisas que os seus bolsos não podem pagar, enquanto a minoria compradora submete-se ao bombardeio da oferta incessante e extenuante. A multidão, que sobe e baixa pelas escadas mecânicas, viaja pelo mundo: os manequins vestem como em Milão ou Paris e as máquinas soam como em Chicago, e para ver e ouvir não é preciso pagar bilhete. Os turistas vindos das povoações do interior, ou das cidades que ainda não mereceram estas bênçãos da felicidade moderna, posam para a foto, junto às marcas internacionais mais famosas, como antes posavam junto à estátua do grande homem na praça. Beatriz Solano observou que os habitantes dos bairros suburbanos vão ao center, ao shopping center, como antes iam ao centro. O tradicional passeio do fim de semana no centro da cidade tende a ser substituído pela excursão a estes centros urbanos. Lavados, passados e penteados, vestidos com as suas melhores roupas, os visitantes vêm a uma festa onde não são convidados, mas podem ser observadores. Famílias inteiras empreendem a viagem na cápsula espacial que percorre o universo do consumo, onde a estética do mercado desenhou uma paisagem alucinante de modelos, marcas e etiquetas. A cultura do consumo, cultura do efémero, condena tudo ao desuso mediático. Tudo muda ao ritmo vertiginoso da moda, posta ao serviço da necessidade vender. As coisas envelhecem num piscar de olhos, para serem substituídas por outras coisas de vida fugaz. Hoje a única coisa que permanece é a insegurança, as mercadorias, fabricadas para não durar, resultam ser voláteis como o capital que as financia e o trabalho que as gera. O dinheiro voa à velocidade da luz: ontem estava ali, hoje está aqui, amanhã, quem sabe, e todo trabalhador é um desempregado em potencial. Paradoxalmente, os shopping centers, reinos do fugaz, oferecem com o máximo êxito a ilusão da segurança. Eles resistem fora do tempo, sem idade e sem raiz, sem noite e sem dia e sem memória, e existem fora do espaço, para além das turbulências da perigosa realidade do mundo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efémera, que se esgota como esgotam, pouco depois de nascer, as imagens que dispara a metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem tréguas, no mercado. Mas a que outro mundo vamos nos mudar? Estamos todos obrigados a acreditar no conto de que Deus vendeu o planeta a umas quantas empresas, porque estando de mau humor decidiu privatizar o universo? A sociedade de consumo é uma armadilha caça-bobos. Os que têm a alavanca simulam ignorá-lo, mas qualquer um que tenha olhos na cara pode ver que a grande maioria das pessoas consome pouco, pouquinho e nada, necessariamente, para garantir a existência da pouca natureza que nos resta. A injustiça social não é um erro a corrigir, nem um defeito a superar: é uma necessidade essencial. Não há natureza capaz de alimentar um shopping center do tamanho do planeta.

Belo Horizonte: Morte após reação adversa da vacina H1N1 - Família de jovem morta acusa Samu de omissão

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Parentes de Fernanda Carlos alegam que socorro precisou ser feito pelos Bombeiros


Uma acusação de omissão de socorro e a suspeita de que a morte tenha sido provocada por complicações após a aplicação da vacina contra a gripe suína marcaram, nesta segunda-feira (3), o sepultamento da eletricista Fernanda Martinha Carlos, 27 anos.

Segundo a família da jovem, que não possui laudos médicos que comprovem que a morte tenha sido provocada pela vacina, ela sentia fortes dores nas costas, febre alta e enrijecimento de um dos braços quando faleceu, na manhã do último domingo, no Pronto-Socorro Risoleta Neves, em Belo Horizonte.

No atestado de óbito foi registrada “causa desconhecida” para a morte de Fernanda. O corpo foi autopsiado no Instituto Médico-Legal (IML) e o laudo deve ficar pronto em 30 dias. A Secretaria de Saúde de Contagem informou que vai aguardar o laudo do IML sobre a causa da morte para determinar quais providências serão tomadas a respeito da vacina. Parentes de Fernanda prometem acionar a Justiça.

O tio da eletricista, o sargento do Corpo de Bombeiros Fábio Hermógenes, acusa o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de omissão de socorro. Ele conta que, por volta de 1 hora de domingo, Fernanda, que morava com os pais no Bairro Xangri-lá, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), apresentou agravamento dos sintomas que vinha sentindo há vários dias, segundo ele, desde que ela foi vacinada, no dia 12.

“Meus pais ligaram para o Samu várias vezes pedindo que mandassem uma ambulância, mas a médica que atendeu disse que era apenas uma virose e receitou Paracetamol ou Dipirona”, afirmou Hermógenes. Fernanda foi socorrida por uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, mas sofreu complicações a caminho do Risoleta Neves, onde morreu.

Segundo o diretor do Samu em Contagem, Luiz Braun, os parentes de Fernanda não solicitaram ambulância, mas pediram apenas orientações sobre o que fazer. A conversa foi gravada.

Um dia antes, a eletricista chegou a ser internada no Hospital Municipal Odilon Behrens, na capital, com febre e dor torácica. “Ela era saudável, mas começou a passar mal depois que tomou a vacina”, afirmou Laudelino Carlos Filho, tio de Fernanda.

Em nota, a assessoria do Odilon Behrens informou que a eletricista recebeu alta após avaliação médica e exames de raio X e ecocardiograma. A avaliação do quadro clínico, informa a nota, não constatou, naquele momento, qualquer alteração que apresentasse risco de morte.

Reações adversas à vacina H1N1: Saiba porque a desculpa da alergia a ovo é falsa

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
Temos ouvido toda vez que ocorre uma reação adversa a mesma ladainha: "esta pessoa provavelmente tinha alergia a ovo".

Esta história de alergia a ovo é para tentar desviar todas as reações adversas como se fossem alergias a ovo. Estão colocando toda e qualquer reação no mesmo balaio, como se fosse por alergia a ovo.


Veja então o que nos diz no site da "Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia":

Flu Shots And Egg Allergy
People with egg allergy could have a reaction when given the flu vaccine because the vaccine may contain some amount of egg protein. Fortunately, even in individuals with confirmed egg allergy, flu vaccines may be administered under certain conditions by experienced physicians. Most reactions to flu vaccines are not due to egg-allergy.

Tradução:
Vacinas contra a gripe e alergia ao ovo
Pessoas com alergia a ovo podem ter uma reação quando receberem a vacina contra a gripe porque a vacina pode conter uma certa quantidade de proteína do ovo. Felizmente, mesmo em indivíduos com alergia a ovo confirmada, vacinas contra a gripe pode ser administrada sob determinadas condições, por médicos experientes.
A maioria das reações às vacinas contra a gripe não são devidos a alergia ao ovo.

Não passa de um subterfúgio para tentar justificar as centenas de mortes que tem ocorrido neste país devido à vacina. Alguém pode me perguntar: porque o governo teria interesse em esconder as reações adversas? Eu respondo: como eu postei algumas semanas atrás, que após a repercussão como o ministério da saúde não negou que nos contratos com as empresas farmacêuticas havia uma cláusula isentando-as de qualquer ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez. Na resposta do MS apenas diz: "Não temos essa informação". Como diz o ditado que quem não nega consente, podemos assumir que esta cláusula existe sim, e como qualquer ação na justiça iria recair sobre o governo, estão fazendo de tudo para negar que existe qualquer ligação causal da vacina e das dezenas mortes que já ocorreram.

25 de maio de 2010

Estadão: EUA ordenam expansão de atividades militares clandestinas no Oriente Médio

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
Mais incrível foi ver esta notícia no New York Times e no Estadão... Uma sumário para o artigo abaixo: "EUA está aumentando seu terrorismo externo para desestabilizar e obter controle do Iran."

WASHINGTON- O principal comandante americano no Oriente Médio ordenou uma ampla expansão de atividades militares clandestinas em um esforço para conter grupos militantes ou ameaças no Irã, Arábia Saudita, Somália e outros países da região, de acordo com oficiais de defesa e documentos militares revelados ao jornal The New York Times.

A ordem secreta, assinada em setembro pelo general David H.Petraeus, autoriza o envio de tropas de operações especiais dos Estados Unidos tanto para nações hostis como amigáveis no Oriente Médio, Ásia Central e África para reunir esforços e construir alianças com as forças locais.

De acordo com fontes oficiais, a ordem também abre caminho para possíveis ataques militares no Irã se tensões a respeito de seu programa nuclear aumentarem.

A medida ordenada por Petraeus estabelece o uso de pequenas equipes de soldados americanos para preencher lacunas de inteligência a respeito de grupos terroristas e outras ameaças no Oriente Médio, especialmente grupos que estejam organizando ataques contra os Estados Unidos.

Contudo, alguns oficiais do Pentágono temem que a expansão das atividades militares clandestinas tragam riscos. As atividades poderiam prejudicar as relações com governos aliados, como a Arábia Saudita ou Iêmen, ou incitar a raiva de nações hostis como o Irã e a Síria. Muitos militares também estão preocupados com a possibilidade de que soldados sejam tratados como espiões se capturados, e as convenções de Genebra para prisioneiros de guerra sejam negadas a eles.

As operações precisas autorizadas pela ordem não foram esclarecidas, assim como as ações já tomadas pelos militares para segui-la. O documento ao qual o NYT teve acesso dá poucos detalhes sobre missões ou operações de inteligência.

O texto de sete páginas aparenta autorizar operações específicas no Irã, em sua maioria para recolher informações de inteligência sobre o programa nuclear do país ou identificar grupos dissidentes que possam ser úteis para uma futura ofensiva militar. A administração Obama insiste em que, no momento, está compromissada em penalizar o Irã apenas com sanções diplomáticas e econômicas. O Pentágono teria que elaborar planos de guerra detalhados para estar preparado no caso de Obama autorizar um ataque.

[VIDEO] Obama clama por um governo mundial: "Nova Ordem Internacional"

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial
No último sábado, Obama mostrou suas cores verdadeiras de NWO mesmo tendo evitado o popular chavão "Nova Ordem Mundial", substituindo "mundo" com "International." Ambas as palavras são sinônimos entre si.

Durante um discurso em West Point, Obama se comprometeu a ajudar na elaboração de uma "nova ordem internacional" para proteger a segurança dos EUA e destacou sua fé em instituições globais. Ele vê os EUA assumir um papel de destaque na formação de um novo mundo com valores democráticos globais.

Podemos comparar o seu discurso ao do presidente George Herbert Walker Bush em 1990 e 1991, pouco antes e novamente após o que se tornou conhecido como a Primeira Guerra do Golfo. O ancião presidente Bush falou dos "mil pontos de luz", em referência a uma "Nova Ordem Mundial" e repetiu a frase durante seu clamor por uma governança global. Obama está sinalizando seu compromisso com a causa iluminista e seus mestres de marionetes enquanto ele ordena medidas para acelerar o ritmo dos Estados Unidos rumo a um conflito militar no Médio Oriente.

Observamos que na semana passada, o presidente Obama silenciosamente ordenou um aumento da presença militar americana de forma maciça no Médio Oriente, constituído de transferências de grandes quantidades de munição para as bases americanas na região do Oriente Médio, juntamente com Super-porta-aviões de aeronaves da Marinha americana, o USS Truman, além de outros quatro grupos de porta-aviões que devem chegar à região nos próximos 60 a 90 dias.

O discurso do presidente Obama na principal universidade da América para a formação de futuros generais sugere que o presidente está enviando um sinal de confirmação de que ele está preparado ordenar às forças militares americanas em um compromisso que será mais um passo no cumprimento da agenda Illuminati para uma "nova ordem internacional" :
"aquele que pode resolver os desafios de nossos tempos". Ele passou a descrever esta "ordem" e sua agenda:

"A luta contra o extremismo violento e rebeliões; impedir a propagação de armas nucleares e segurança de materiais nucleares; a luta contra as alterações climáticas e sustentação do crescimento global; ajudar os países a se alimentar e cuidar dos seus doentes, a prevenção de conflitos e curar as suas feridas".
"Sim, estamos de olhos claros abertos sobre as deficiências do nosso sistema internacional. Mas a América não conseguiu se distanciar das correntes de cooperação internacional. Tivemos sucesso ao dirigir estas correntes no sentido da liberdade e da justiça - por isso as nações prosperam ao cumprir suas responsabilidades e encaram as conseqüências quando não".

O presidente também afirmou que, sob sua liderança, os EUA continuarão a desenvolver uma estratégia de "renovação nacional e liderança global". Enquanto discursava à turma deste ano de novos oficiais na academia militar de West Point, o presidente também pediu aos civis americanos para atender a chamada ao serviço da nação, garantindo o futuro econômico da América, educar seus filhos e enfrentar os problemas da pobreza e da mudança climática. Ele disse que o país deve seguir sempre o que ele chamou de "direito universal" enraizado na Constituição.

"Vamos promover estes valores acima de tudo vivendo eles - através de nossa fidelidade ao Estado de Direito e à nossa Constituição, mesmo quando for difícil, e através do nosso compromisso de sempre buscar uma união mais perfeita".

As observações do presidente acontecem ao mesmo tempo que a União Européia oscila à beira do colapso e do "esquecimento", e quando Obama se prepara para revelar ainda esta semana sua primeira estratégia de segurança nacional. Será o seu esboço oficial para a multidão de iluministas e da Nova Ordem Mundial de seus planos para cumprir a agenda iluminista que traz um novo ditador global, sob o pretexto da democracia global.

Devemos notar também que o sinal do presidente para que os seus mentores iluministas também vem depois de ele ter despedido o Diretor Nacional de Inteligência, Dennis Blair, na quinta-feira depois que uma série de reuniões, nas quais surgiu uma grande diferença de opinião entre Blair e o presidente em assuntos de segurança nacional. Informantes de Washington relatam que a dispensa de Blair envolveu tentativas de Blair de controlar as principais opiniões e conclusões de inteligência e de influenciar a política da Casa Branca em vez de deixar as decisões a cargo do presidente. Pessoas próximas do governo americano também relatam que vários funcionários da agência de inteligência reclamaram confidencialmente que o presidente Obama está "micro-gerenciando" a política externa e a segurança nacional, em vez de deixar as decisões para os vários chefes de departamento. Também sugerem que Blair estava interferindo com a agenda da Nova Ordem Mundial, provavelmente apenas na medida em que ele foi mais cauteloso na abordagem que o cronograma que os mestres de fantoches exigem.

Gostaria de observar que o cronograma iluminista para realizações de sua agenda parece estar se movendo em um ritmo acelerado em um esforço para cumprir a meta de instalar um novo governo global até dezembro de 2012.

24 de maio de 2010

Assustador: Relato de reação adversa a vacina H1N1

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Gostaria de divulgar um relato de um caso grave de reação adversa à vacina H1N1, postado por uma jovem de curitiba em uma comunidade sobre o H1N1 no orkut. Verifiquei o perfil da jovem no orkut, e me pareceu bem autentico, com mais de 500 amigos, fotos com namorado, e os amigos desejando melhoras para a sua doença. Ela me deu permissão para linkar o relato ao seu perfil no orkut.

"Gente, estou desolada. Tomei a vacina lá pelo dia 10 de abril, não tive reação nenhuma apenas dor no braço, como todo mundo! No dia das mães comecei a sentir dor de garganta... e só piorei, veio a gripe com tudo... dor no corpo, febre, etc! Aí fui ao médico na quinta feira quando vi que só piorava, aí o médico me entupiu de remédios, corticóide, antibiótico, remédio pra dor e febre e xarope! Melhorei muito pouco, no sábado fomos ao hospital novamente, estava muito mal da garganta, febre, tosse... aí o médico me receitou uma injeção de dirpospan e disse que se eu não melhorasse até segunda, era pra eu ir atrás do tamiflu e me deu a receita! No sábado, comecei a sentir dores nas juntas(tornozelos e joelhos, fora as costas). Na segunda eu estava melhor, então nos despreocupamos! Mas na terça de manhã, tive uma recaída, com febre, pressão alta, mal estar e dores nos cotovelos, tornozelos, joelhos e até punhos!!! Sentia fortes dores com queimação nas costas. Corremos pro hospital... dessa vez outro hospital... a médica disse não haver teste pra comprovar a gripe h1n1, e sim teste pra influenza. Mas que ela não tinha dúvidas que eu estava com a gripe mesmo!!! Me exigiu 5 dias de repouso e tomar o tamiflu! Hoje já me sinto melhor, tomei a primeira dose na terça à noite, passei muito mal nos dois primeiros dias com fortes dores no peito, costas e juntas. Senti pontadas e sensação de estufamento! Foi muito ruím! Tenho suado muito durante a noite. Ainda estou preocupada, mas agora já estou começando a sentir melhora! Alguém mais passou por algo parecido? Vocês sabiam que não existe teste pra comprovar o vírus? E não é muito estranho, mesmo vacinada, eu pegar a gripe???"
Me parece que as dores nas juntas pode ser um caso de artrite reativa, que é uma condição autoimune, causada normalmente por uma infecçao, ou artrite reumatóide, que pode ser causada por uma tormenta de citocinas.


POR FAVOR, NÃO TOMEM A VACINA! DIVULGUE PARA O MÁXIMO DE PESSOAS QUE VOCÊS PUDEREM!

23 de maio de 2010

Anvisa admite não saber todos os efeitos adversos possíveis da vacina contra H1N1 e que a tecnologia utilizada é nova

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Com a divulgação de que a vacina contra H1N1 poderia causar resultados falso-positivos em testes para detectar o HIV (entre outros), veio a tona o que o Ministério da Saúde vem tentando negar desde o começo desta campanha de vacinação: nem eles sabem os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.

Vejam o porque:



Na Nota Técnica Nº 02/2010 (GGSTO/DIDBB/ANVISA) pode-se ler:

Considerando que:

2. A produção industrial de vacinas contra influenza pandêmica A (H1N1) tem sido realizada de forma acelerada, com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, por tratar-se de uma pandemia e de uma situação de emergência em saúde pública, não havendo, atualmente, dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos possíveis.

Deste parágrafo da nota, podemos tirar duas conclusões que expõem várias mentiras divulgadas pelo ministério da saúde e seus mercenários on-line:

  • Não se conhece os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.
Sendo desconhecido todos os efeitos adversos, como então podem concluir que a vacina é segura? Como podem descartar as mortes, abortos e problemas sérios ocorridas após a aplicação da vacina se não conhecem todos os efeitos adversos?

  • A vacina contra o H1N1 utiliza novas tecnologias de produção e adjuvantes
O ministério da saúde vem afirmando, desde o início da campanha, que o processo utilizado na fabricação da vacina H1N1 é o mesmo das vacinas sazonais, e que por isto mesmo a vacina H1N1 seria segura, mesmo que tivesse sido desenvolvida e fabricada em tempo recorde. Nesta nota, o Ministério da Saúde admite que isto não é verdade.


Está na hora do Brasil acordar para o fato de que as autoridades da saúde não estão trabalhando no melhor interesse da população brasileira. Foi ocultado da população durante 7 meses que a vacina poderia causar falso positivo para exame de HIV (esta informação estava disponível no site da GSK desde outubro de 2009). Por uma ironia do destino, a divulgação desta informacão agora prova de forma incontestável que temos sido enganados e que esta vacina pode ter efeitos colaterais desconhecidos. Temos que exigir que todos os casos de efeitos adversos sejam divulgados publicamente, e que todos os casos sérios sejam revistos, já que a política atual é de negar a relação causal da vacina e dos efeitos adversos.

22 de maio de 2010

Synthia: cientistas criam vida artificial em laboratório, vacinas à vista

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

Hoje fomos informados, com grande euforia e fogos de artifício, de que a vida sintética foi criada em laboratório. Um pouco de exagero aqui. Na quinta feira a revista Science Magazine reportou a criação de uma bactéria controlada por um genoma quimicamente sintetizado. Nesta página a revista explica o porque chamar de "criação de uma nova vida" seria incorreto. Na página do grupo, que e liderado pelo biologo e empersário americano Craig Venter, pode ser encontrado um Press Release entitulado "Primeira auto-replicante célula sintética de bactéria".

Mas o mais interessante é quem financiou o projeto e seu principal objetivo.

Na revista Financial Times, podemos ler o seguinte:


O primeira aplicação dos genomas sintéticos poderá ser no rápido desenvolvimento de vacinas contra novas gripes. O Instituto Nacional de Saúde do governo americano está financiando um projeto de Venter para fabricar componentes sintéticos de uma grande variedade de vírus da gripe, que podem ser encaixados para criar novas vacinas contra novas estirpes infecciosas que surgirem.

Tendo o governo americano por trás financiando o projeto, e sendo o seu primeiro objetivo a criação de vacinas, sei não, mas não me cheira coisa boa...

21 de maio de 2010

Terra: Vacina contra H1N1 pode gerar falso positivo em teste de HIV

Matéria Retirada do Blog: A Nova Ordem Mundial

O Departamento de Doenças Sexualmente Transmitíveis, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde liberou uma nota técnica sobre a possibilidade de resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos (ELISA) para HIV entre pessoas que receberam a vacina contra o vírus da gripe suína.

Conforme o departamento, devido à forma acelerada de produção industrial da vacina contra o vírus H1N1, não há no momento dados disponíveis sobre todos os efeitos colaterais, porém foi observado que pessoas que tomaram a vacina, ao fazer o teste de HIV-1 apresentaram falsos positivo, ou seja, os resultados indicaram que o vírus da aids está presente, quando, na verdade, não está.

De acordo com o Ministério da Saúde, isso ocorre porque, ao tomar a vacina, o corpo começa a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), primeira defesa do organismo contra infecções. Nesse processo, a presença de anticorpos dirigidos a outros agentes infecciosos que podem ser similares ao HIV, produziriam resultados falso positivo nos exames. Eu achei em algumas publicacoes associacao entre o IgM e o esqualeno. Me corrijam se eu estiver errado, mas me parece que o IgM é um anti-corpo anti-esqualeno. Mais um benefício do esqualeno, minha gente!!!

Segundo a orientação do departamento de DSTs, em caso de teste positivo, é recomendada a realização de uma verificação o resultado. O segundo exame não deve ser reagente em caso de reação cruzada com anticorpos produzidos em resposta à vacina contra o vírus da gripe suína. Ainda assim, o resultado negativo nestes testes não descarta a infecção pelo HIV, já que o paciente pode estar no estado de soro conversão, ou outra enfermidade que interfira nos resultados.

O Ministério da Saúde recomendou que os profissionais responsáveis pelo diagnóstico do HIV-1 devem informar aos pacientes que receberam a vacina da gripe suína sobre a possibilidade de resultado falso positivo nos testes. Caso necessário, também devem convocar os pacientes para a realização de nova coleta após 30 dias, até que o diagnóstico seja definitivo.
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Update:

Na matéria da globo é detalhado que o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após tomar a vacina, ou seja, 4 meses. O mais incrível é que este "probleminha" já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas apenas agora, no fim da campanha, é que resolveram divulgar a informação. No vídeo da globo diz que o prazo é de 30 dias, mas na matéria escrita é de 4 meses. Nem conseguem entrar em acordo neste período.

Segunda a técnica Lilian Inocêncio, "não há motivo para pânico. Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova”, afirmou Lilian. De acordo com ela, "nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova."

Normalmente a pessoa quando tem positivo é chamada para fazer outro exame, de forma que no meu ver não muda nada. Vão chamar o camarada para fazer um outro exame, o que deixaria qualquer indivíduo completamente desesperado. Imaginem a quantidade de pessoas com exames falso positivos já desde março? Quantas pessoas não tiveram suas vidas arruinadas por causa de um falso positivo deste? Não há motivo para panico? Porque não deram esta informação antes então?

E claro que não foi divulgado para não atrapalhar a campanha de vacinação. Se as pessoas já tinham dúvidas em tomar a vacina, imaginem sabendo que ela teria ainda mais este efeito?

Vejamos no site da GSK, uma das produtoras da vacina, na seção de interações da vacina Pamdemrix, a vacina contra H1N1 da GSK:
http://health.gsk.com/hcp/H1N1Vaccine/safety.htm

"Após a vacinação contra a gripe, podem ser obtidos falso positivos nos testes de sorologia pelo método ELISA para o anticorpo do vírus da imunodeficiência humana-1 (HIV-1), vírus da hepatite C e, especialmente, HTLV-1. Nesses casos, o método de Western Blot é negativo. Estes resultados falso-positivos transitórios podem ser devidos à produção de IgM em resposta à vacina."

Esta informação estava disponível desde outubro de 2009. Isto pode ser checado pesquisando pelo texto em inglês, e o resultado mais antigo é de 29/out/2009. Mas claro, não havia interesse em divulgar esta informação.